Atividades de campo ampliam conhecimentos e integram alunos da rede

por Rebeca publicado 30/11/2017 17h55, última modificação 04/12/2017 16h04
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Conhecer de perto a reprodução artificial de peixes, que fertilizou 720 mil ovos de tambaqui, conhecer os sistemas de aquaponia, conhecer as práticas ecológicas voltadas para a agricultura familiar, como biofertilizantes, arroz carbonizado, compostagem, farinha de osso, adubação verde, ver de perto o manejo de ovinos, caprinos, coelhos e codornas, bem como ter uma rápida introdução sobre mecanização e topografia.

Conhecer de perto a reprodução artificial de peixes, que fertilizou 720 mil ovos de tambaqui, conhecer os sistemas de aquaponia, conhecer as práticas ecológicas voltadas para a agricultura familiar, como biofertilizantes, arroz carbonizado, compostagem, farinha de osso, adubação verde, ver de perto o manejo de ovinos, caprinos, coelhos e codornas, bem como ter uma rápida introdução sobre mecanização e topografia.  

Assim foi a tarde de campo que alunos dos Campi Amajari e Novo Paraíso tiveram na última atividade da programação do VI Fórum de Integração: Ensino, Pesquisa, Extensão e Inovação Tecnológica (Forint) do Instituto Federal de Roraima (IFRR), que ocorreu nos dias 28 e 29 de novembro, no Campus Amajari, que contribuiu para a interação, a troca de experiências e criou oportunidades de aprendizado para os participantes.

O evento técnico-científico foi a primeira participação da maioria dos alunos, como Lucivan Vieira Lira, 30, que é produtor rural de Caracaraí e que faz o curso Técnico em Agropecuária subsequente em regime de alternância. O estudante também apresentou o trabalho “Produção de nuggets enriquecido com a farinha da pupunha”, que, em vez de usar o frango, utiliza o pescado.

Segundo ele, o projeto foi desenvolvido no laboratório do CNP, com a orientação do professor Bráulio Carvalho, e teve uma aceitação muito boa do consumidor. “O processo de avaliação mostrou que o produto pode ser muito bem aceito pelo consumidor”, disse.   

Sobre o dia de campo, Lucivan destaca que foi uma excelente oportunidade de conhecer novos projetos, como a criação de codornas e coelhos, e a reprodução de peixes. Ele comenta que não imaginava que o campus desenvolvesse todas essas atividades.

“Foi muito bom conhecer o campus, pois eu tinha curiosidade de saber mais sobre a piscicultura e a criação de codornas, e aqui tive essa oportunidade. Saio daqui extremamente realizado, porque, além dos conhecimentos obtidos, de estar participando do fórum, pude ter novas experiências, porque eu adquiri novas experiências, tanto do lado pessoal como do profissional, ampliei conhecimentos, fiz novas descobertas e novos amigos”, declarou.

Quem também participou pela primeira vez do Forint e de um evento técnico-científico foi a aluna Jaine Furtado de Sousa, 19, moradora do Município de Caroebe, sul de Roraima. Ela também cursa o Técnico em Agropecuária subsequente ao ensino médio em regime de alternância.

Para ela, o dia de campo foi interessante, pois viu atividades que só conhecia pela televisão ou de falar. “Ver de perto incrementa a experiência de vida da gente”, disse, ao citar que conheceu o sistema de aquaponia, de que só ouvia falar. “Me chamou atenção porque o sistema de produção de alimentos, tanto em relação à proteína quanto em relação à produção vegetal, utiliza o sistema integrado de recirculação da água. A principio, a pessoa pode ter dificuldade de implantação na agricultura familiar, mas, após isso, acredito ser uma vantagem”, disse, ao acrescentar que o VI Forint cumpriu sua missão de integrar. “Conheci novas pessoas, pessoas do próprio campus que a gente só via, e não conversava. O evento faz com que a gente perca o medo, a timidez de falar”, declarou.

 

Rebeca Lopes
CCS/Forint
30/11/17

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