Mais de 3 mil pessoas passam pela biblioteca do Campus Amajari

por Rebeca Lopes Silva publicado 24/06/2016 12h03, última modificação 24/06/2016 12h03
Com mais de 459 metros quadrados de área, a biblioteca do Campus Amajari do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR-CAM), a 158 km da Capital, recebeu, de janeiro a 21 de junho deste ano, 3.404 pessoas para algum tipo de pesquisa.

Com mais de 459 metros quadrados de área, a biblioteca do Campus Amajari do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR-CAM), a 158 km da Capital, recebeu, de janeiro a 21 de junho deste ano, 3.404 pessoas para algum tipo de pesquisa.

Os meses com maiores demandas são março, com 905 consultas, e junho, com 770, devendo fechar o primeiro semestre com mais de 800. O segundo serviço com maior procura é o de acesso à internet, que no semestre já contabiliza 1.752 acessos.

De acordo com a coordenadora da biblioteca do CAM, Rosinéia Silva da Silva, conhecida por Néia, entre os serviços oferecidos às comunidades interna e externa estão as cabines com computador para digitação de trabalhos e acesso à internet, o empréstimo domiciliar de livros, CDs e DVDs para servidores e alunos e a consulta local ao acervo.

No local também tem as salas de pesquisa individual e o salão de pesquisa com 14 mesas para 54 pessoas. Quando ocorrem palestras, seminários, reuniões de pais e mestres, o local comporta até 200 pessoas sentadas. O acervo bibliográfico atual é de 4.307 unidades, sendo 1.584 livros patrimoniados, 1.508 doados e 765 revistas doadas.

A bibliotecária explica que os serviços começaram a ser efetivamente estruturados em setembro de 2013, quando foi lotada no Campus Amajari. Até janeiro do ano seguinte, trabalhou-se na organização do acervo, que existia, mas não estava catalogado, para atender facilmente às demandas e à organização do espaço.

Outro diferencial do setor é que ele já conta com regimento aprovado pelo Conselho Superior do IFRR (Consup). “É uma grande conquista, pois trabalhamos firme nesse propósito, para garantir um documento que norteasse as ações da biblioteca, com regras para serem cumpridas por servidores e alunos”, disse Néia.

Sobre empréstimos, ela explica que, apesar do acervo pequeno, o setor acaba atendendo servidores, alunos e terceirizados. Quanto aos desafios mencionados pela bibliotecária, estão o de fomentar o hábito de leitura dos alunos – que não seja apenas o do dever, mas o que gere prazer, o conhecimento -, a ampliação do acervo, a implantação do sistema de segurança e alterações para melhor atender à acessibilidade dos usuários.

Quem sempre utiliza o espaço para fazer os trabalhos é a estudante do 3.º ano do curso de Agropecuária Engryd Santos, 17. As cabines individuais e as de internet são os espaços mais visitados. “O espaço é muito bom, e, como o acervo ainda é pequeno, eu complemento as minhas pesquisas com a pesquisa na internet”, disse.  

 

 

 

 

Espaço desenvolve Cineclube às terças-feiras

 

Além de receber os eventos realizados pelo Campus Amajari, como reuniões, seminários e encontros, o salão de consulta da biblioteca é transformado, todas às terças-feiras, em sala de cinema, quando ocorre o projeto Cineclube Amajari.

Desenvolvido pela Coordenação de Extensão (Codex) desde setembro de 2013, o projeto tem como objetivo garantir um espaço gratuito de exibição audiovisual para estimular o interesse dos estudantes na arte do cinema. As sessões são realizadas uma vez por semana, com direito à pipoca.

A coordenadora da biblioteca do CAM disse que, por meio do Inova (Projeto de Práticas Pedagógicas Inovadoras), os coordenadores do Cineclube conseguiram equipamentos como datashow, impressora, máquina de filmagem e celular. “Todo esse material ajuda na divulgação e na execução do projeto, que veio para ficar no Campus Amajari”, afirmou.

 

 

Rebeca Lopes

IFRR/CCS/CAM

24/6/16