Mensagens revelam expectativas de o campus ajudar no desenvolvimento e no crescimento do Amajari

por Rebeca Lopes Silva publicado 29/06/2016 16h20, última modificação 01/07/2016 11h52
Quase 60 mensagens estavam depositadas na Cápsula do Tempo, enterrada havia seis anos, desde o lançamento da pedra fundamental do Campus Amajari do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR), em 22 de maio de 2010. Na solenidade de abertura do recipiente, nesta terça-feira, dia 28, cinco foram sorteadas e lidas para os presentes

Quase 60 mensagens estavam depositadas na Cápsula do Tempo, enterrada havia seis anos, desde o lançamento da pedra fundamental do Campus Amajari do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR), em 22 de maio de 2010. Na solenidade de abertura do recipiente, nesta terça-feira, dia 28, cinco foram sorteadas e lidas para os presentes.

Entre os anseios, à época, escritos por autoridades, servidores, moradores, alunos e comunidades, estava o de que a unidade educacional contribuísse para o desenvolvimento e o crescimento da região, ofertando oportunidades para jovens. As mensagens lidas serão, neste texto, transcritas conforme encontradas na cápsula.

Além das mensagens, estavam no recipiente uma nota de R$ 2,00, uma moeda de R$ 0,25, uma edição do extinto jornal Monte Roraima, de 22, 23 e 24 de maio de 2010; uma folha com o histórico do IFRR/Campus Amajari;  um boletim informativo do ex-senador Augusto Botelho; e o relatório diário da obra da Construtora Blokus Ltda. do dia 22/5/2010.

Pelo relato do engenheiro Edson Jaeger, a “obra se encontra com as escavações das fundações executadas; com as sapatas de concreto armado dos blocos de salas de aula, os WCs, os vestiários e o laboratório, todos do lado oeste, concluídos; com a armadura dos outros blocos terminada; e com  todos os abrigos provisórios concluídos”.  A construção se iniciou em 11/3/2010, tendo, naquele dia, já decorridos 73 dias do prazo contratual de 240 dias. Pelo documento, eram 59 trabalhadores envolvidos.

A Carta de Intenções para o Município do Amajari, que suscitou a produção das mensagens, perguntava sobre quais mudanças o IFRR precisava promover para favorecer o desenvolvimento do município e adjacências nos próximos cinco anos.  A primeira das mensagens lidas, de Chaguinha e Lia, apresentava três expectativas: "que esteja produzindo alimentos para atender a sua necessidade e do estado”; “oportunidades aos jovens do município”; e “que o êxodo rural não aconteça”.

A segunda, sem identificação do autor, expressava que “o Amajari está cada vez mais crescendo e desenvolvendo, por isso a educação deve caminhar junto. Saber, saber e saber”.

A terceira, de Arthur Lago Filho, dizia esperar o IFRR “favorecer a todo o município, o entendimento social e econômico do município de Amajari. E estreitando a condição normal do entendimento do povo do Amajari. Enfim é um leque aberto ao todos os entendimentos do povo do Amajari”.

A quarta, da senadora Ângela Portela, dizia que o “Desenvolvimento econômico e social do Amajari passa pelo IFRR. A vocação para agricultura familiar, a pecuária e o turismo rural devem ser tônica desse desenvolvimento”.

A última, da servidora Celina de Assis, lotada no Campus Boa Vista Centro,  dizia esperar “O IFRR presente em seu desenvolvimento contribuindo para o desenvolvimento de um povo trabalhador.”

Ao final, novas mensagens foram escritas e colocadas dentro da cápsula, que deverá ser enterrada no mesmo local e aberta daqui a  cinco anos pelos próximos dirigentes.

 

Rebeca Lopes
IFRR/CCS/CAM
29/06/16