Novos servidores participam de acolhimento no Campus Amajari

por Rebeca Lopes Silva publicado 10/08/2016 15h10, última modificação 10/08/2016 15h10
Nove servidores lotados no Campus Amajari do Instituto Federal de Roraima (IFRR-CAM) participaram, na tarde desta terça-feira, dia 9, do acolhimento, momento em que a Direção-Geral e a Coordenação-Geral de Pessoas apresentam a estrutura organizacional e o funcionamento da unidade.

Nove servidores lotados no Campus Amajari do Instituto Federal de Roraima (IFRR-CAM) participaram, na tarde desta terça-feira, dia 9, do acolhimento, momento em que a Direção-Geral e a Coordenação-Geral de Pessoas apresentam a estrutura organizacional e o funcionamento da unidade.

Durante a apresentação, o diretor-geral do CAM, George Sterfson Barros,  destacou que o Campus Amajari é reconhecido pelos outros campi por causa da dedicação dos servidores. Destacou que a instituição é um local de oportunidade, uma vez que tem apenas 23 anos de fundação. “Cada um deve e tem a oportunidade de escrever sua história”, afirmou.

Barros se colocou na função de colega em final de carreira, enfatizando que, depois de concluir os quatro anos de mandato como diretor-geral, eleito por ampla maioria, deve se aposentar. “Tenho 35 anos de serviço, fui diretor pro tempore do Campus Amajari desde o início, mas agora a responsabilidade é muito maior, porque os colegas depositaram em mim esse voto de confiança”, disse.

O Campus Amajari oferece hoje os cursos técnicos presenciais nas áreas de Aquicultura, Agropecuária e Agricultura, e o curso de Tecnólogo em Aquicultura. Na modalidade de Educação a Distância (EaD), a unidade está presente em sete polos. Entre EaD e cursos presenciais, são 574 alunos matriculados.

Para a professora Mariana Lopes Dal Ri, que veio do Rio Grande do Sul e já atuava da Rede Federal como docente, as expectativas são as melhores possíveis e uma oportunidade de crescimento profissional e pessoal. “Fui presenteada com o Campus Amajari. Em um contato inicial, já pude perceber que, além de muito bem estruturado, é muito acolhedor”, avaliou.

Mariana destacou seu início de trabalho como algo inovador e desafiador, uma vez que a maioria dos alunos vem de comunidades indígenas. “É desafiador, porque, ao longo da carreira, não somos preparados para o trabalho com esse público, e inovador, porque possui um projeto diferenciado, como a alternância, para melhor atender as comunidades”, afirmou.

A oportunidade de trabalhar na Rede Federal também foi destacada pelo assistente em administração Ezequias da Silva Santos, que traz na bagagem a atuação em órgãos como o Instituto de Terras de Roraima (Iteraima) e a Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Emhur).

Pela explanação do diretor-geral, o servidor acredita que o novo ambiente de trabalho vai propiciar crescimento e compartilhamento de experiências.  “O campus tem uma estrutura física muito boa, e minhas expectativas são grandes. A diversidade cultural vai nos enriquecer como profissionais, e ainda temos todo o corpo técnico como parceiro para nos ajudar a alcançar bons resultados nas tarefas que nos forem dadas”, completou.

 

Rebeca Lopes

IFRR/CCS/CAM

10/8/2016