Alunos do Curso Superior em Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas aprovam trabalho em evento internacional

por Virginia publicado 24/02/2016 09h57, última modificação 24/02/2016 09h57
Os alunos Leando Sobenck, Adriele Tavares e Rafael Pereira Pinto do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS) desenvolveram, com apoio do Núcleo de Inovação Tecnológica do Câmpus Boa Vista Centro (NIT/CBVC), o Projeto Clubinho do Código que tem por finalidade o uso da tecnologia de programação Scratch, a qual consiste em uma ferramenta de programacão visual e multimídia baseado em Squeak para intervenção no processo de aprendizagem.

Os alunos Leando Sobenck, Adriele Tavares e Rafael Pereira Pinto do Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas (TADS) desenvolveram, com apoio do Núcleo de Inovação Tecnológica do Câmpus Boa Vista Centro (NIT/CBVC), o Projeto Clubinho do Código que tem por finalidade o uso da tecnologia de programação Scratch, a qual consiste em uma ferramenta de programacão visual e multimídia baseado em Squeak para intervenção no processo de aprendizagem.

O trabalho foi desenvolvido por meio do Programa de Bolsas de Extensão (PBAEX) do Campus Boa Vista Centro e foi aceito sob forma de resumo expandido no VII Congresso Mundial de Estilos de Aprendizagem - CMEA 2016: Educação, Tecnologias e Inovação do Instituto Politécnico de Bragança em Portugal. A análise dos dados e metodologia foram orientados pela professora Me. Raimunda Maria Rodrigues.

Desenvolvido em parceria com o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Roraima (CAP/UFRR) o projeto foi aplicado a um grupo de 15 estudantes do ensino fundamental I, com idade entre 8 e 11 anos, que realizaram um curso de 30 horas para desenvolvimento de jogos a fim de identificar a aceitação da tecnologia e de otimizar o processo de aprendizagem, sobretudo nas áreas exatas. Segundo o coordenador e orientador do projeto professor Me. Cristofe Rocha o trabalho buscou inovar o processo de aprendizagem por meio de tecnologias disponíveis. “Foram desenvolvidos conteúdos como pensamento computacional, programacão de computadores, linguagem e lógica de programação e estruturas de programação. Entretanto não havia registros da aplicação do Scratch ao público entre 8 e 11 anos do ensino fundamental”, disse.

Ainda segundo o coordenador, mesmo diante das gigantescas transformacões trazidas pelo avanço tecnológico, a programação de computadores ainda é vista como uma atividade restritamente técnica e diante dessa problemática é salutar o desenvolvimento de projetos inovadores como esse.

Virginia Albuquerque

CCS/Campus Boa Vista Centro

24/02/2016