Campus Novo Paraíso realiza mais uma colheita de melancia

por Márcio Mota publicado 30/06/2016 11h15, última modificação 01/07/2016 10h55
No ultimo dia 27, o Campus Novo Paraíso realizou mais uma colheita de melancia em uma de suas unidades didáticas. Desta vez, o projeto teve um formato diferente dos anteriores, pois a cultura foi explorada de forma consorciada com a do mamão golden, projeto financiado pelo Programa Institucional de Incentivo à Pesquisa Aplicada/Docente (Pipad 2016).

No ultimo dia 27, o Campus Novo Paraíso realizou mais uma colheita de melancia em uma de suas unidades didáticas. Desta vez, o projeto teve um formato diferente dos anteriores, pois a cultura foi explorada de forma consorciada com a do mamão golden, projeto financiado pelo Programa Institucional de Incentivo à Pesquisa Aplicada/Docente (Pipad 2016).

O evento contou com a presença do diretor-geral do CNP,  professor Eliézer Nunes Silva, dos professores Daniel Chiaradia de Oliveira, Roberto Yochimitsu Hara e Severino Manuel da Silva, do  coordenador de Ensino, Marconi Bonfim de Santana, e de  representantes da Pró-Reitoria de Extensão.

Com o objetivo de potencializar o uso da área, foi implantada a cultura da melancia no mesmo sistema de irrigação do mamão.  Essa técnica proporciona ao produtor uma renda extra proveniente da comercialização da melancia, que entra em fase de produção aos 70 dias após o plantio, bem mais cedo do que a cultura do mamão, que leva cerca de 180 dias para iniciar sua produção, conforme explicou o professor Fernando Luiz Figueirêdo, diretor do Departamento Técnico (Detec) do campus.

A colheita foi realizada pelos alunos do CNP sob a orientação de Figueirêdo, que fez uma explanação geral do projeto para os presentes, finalizando com a demonstração do ponto de colheita dos frutos.

Foi colhida cerca de 1,5 tonelada de melancia no primeiro corte feito em aproximadamente 600 plantas. A produção foi enviada para o laboratório de Agroindústria para processamento pelos alunos do  curso Técnico em Agropecuária, e os frutos serão utilizados na comemoração dos 23 anos do IFRR.

O diretor-geral do CNP, Eliezer Nunes, acredita que esse tipo de atividade colabora para o processo de ensino-aprendizagem. “A importância do trabalho prático é inquestionável em cursos como o Técnico em Agropecuária. Portanto, ações como essa reforçam nosso compromisso com a formação prática dos estudantes e ainda contribuem para incentivar os demais docentes do campus a utilizarem a didática aplicada”, destacou.

O diretor da Detec, responsável pelo projeto, ressaltou a importância da atividade para o curso técnico. “Exatamente na consolidação do ensino técnico e profissional, o aluno aprende o conhecimento teórico em sala de aula e aplica esse conhecimento na prática, no campo”, disse.

 

CCS/NOVO PARAISO
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