Projetos de Extensão

Título Resumo Coordenador Unidade Situação Início do projeto Fim do projeto Justificativa
Fortalecimento a produção piscícola através de Boas Práticas de Manejo O último levantamento estatístico da produção aquícola, divulgado pela Peixe BR (2025), revelou que a produção de peixes nativos apresenta declínio desde 2023. A região Amazônica, principal polo produtor, encerrou o período com uma queda de 1,81% em relação a 2024. Nesse cenário, a economia inclusiva visa fortalecer a cadeia produtiva do pescado na Amazônia — abrangendo comunidades indígenas, tradicionais, lideranças femininas e pequenos produtores —, com o intuito de conservar a floresta, garantir a segurança alimentar e produzir proteína de alta qualidade nutricional. Diante disso, este projeto objetiva prestar assistência técnica a três famílias de pequenos piscicultores no sul de Roraima, utilizando a necropsia como procedimento técnico para identificar alterações anatômicas e patológicas. A partir desses resultados, busca-se diagnosticar agentes etiológicos e enfermidades, fornecendo orientação técnica especializada para prevenir mortalidades e mitigar prejuízos financeiros.  Isamilde Rosa de Carvalho CNP Não Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A piscicultura no Sul de Roraima, com destaque para os municípios de Caracaraí, Rorainópolis, Caroebe e São João da Baliza, consolidou-se como uma alternativa econômica vital para a subsistência e o desenvolvimento da agricultura familiar. No entanto, a sustentabilidade dessa atividade é frequentemente ameaçada por gargalos sanitários. A carência de assistência técnica contínua nas propriedades resulta em elevados índices de mortalidade sem diagnóstico, o que compromete diretamente a segurança alimentar e a rentabilidade das famílias produtoras.Atualmente, observa-se que muitos pequenos produtores atribuem a perda de lotes exclusivamente a fatores ambientais, como "problemas na água" ou "falta de oxigênio", negligenciando a ação de patógenos silenciosos, incluindo bactérias, protozoários e helmintos. Essa lacuna no diagnóstico técnico induz ao uso indiscriminado e empírico de produtos químicos e antibióticos, elevando os custos de produção e gerando graves riscos ambientais e de resistência bacteriana.Nesse cenário, o presente projeto justifica-se pela necessidade de oferecer às famílias beneficiadas um atendimento técnico-científico especializado, focado na utilização da necropsia como ferramenta diagnóstica precisa. A intervenção visa não apenas a melhoria da produtividade e a garantia de uma proteína de qualidade, mas também o fortalecimento da economia local.Ademais, a iniciativa promove uma integração essencial entre a comunidade acadêmica e os produtores, permitindo que o Instituto Federal de Roraima (IFRR) cumpra seu papel social. Através de práticas pedagógicas do curso Técnico em Aquicultura, o conhecimento gerado em sala de aula é devolvido à sociedade, transformando a realidade técnica do campo e capacitando as famílias para uma gestão sanitária eficiente e sustentável.
Arte Consciente: Criatividade e Sustentabilidade na Escola A arte desempenha um papel essencial no desenvolvimento humano, especialmente durante a infância. No ensino fundamental, as atividades artísticas estimulam a criatividade, a imaginação e a capacidade de expressão crítica, reflexiva e lúdica dos alunos. Além disso, contribuem para o desenvolvimento da coordenação motora, do senso estético como arte e ideologia e do equilíbrio emocional nessa sociedade moderna.Atualmente, muitos materiais que descartamos — como papel, papelão e garrafas plásticas — poderiam ser reaproveitados ou reciclados, tornando o lixo em luxo. Ensinar as crianças a transformar esses materiais e ressignificar seus valores ajuda não apenas a preservar o meio ambiente, mas também a repensar o consumo e o descarte no dia a dia.O projeto em tela propõe oficinas de arte utilizando materiais reutilizáveis. Os alunos aprenderão a criar folhas recicladas para desenho, montar cavaletes sustentáveis, confeccionar esculturas com papel reaproveitado e pintar com tinta guache, explorando cores, formas e efeitos de maneira lúdica.As atividades também estimularão paciência, atenção e concentração, enquanto proporcionam momentos de diversão e aprendizagem. Além disso, abordarão temas como sustentabilidade e responsabilidade ambiental, mostrando que pequenas ações podem gerar grandes transformações. Denison Rafael Pereira da Silva CBV Não Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-07-07T00:00:00 Muitas escolas enfrentam dificuldades para obter materiais artísticos, sobretudo pela questão orçamentária e financeira, o que limita o desenvolvimento de atividades criativas. Ao mesmo tempo, diversos materiais descartados no dia a dia das pessoas podem ser reaproveitados, como caixas, papéis e garrafas plásticas.Utilizar estes materiais recicláveis nas atividades escolares mostra que é possível criar arte, ressignificar os espaços e as coisa a partir de objetos simples e acessíveis. Essa prática também contribui para conscientizar e sensibilização as pessoas sobre a importância da sustentabilidade e do cuidado com o meio ambiente, além de promover valores como responsabilidade e criatividade.
Tecnologias Assistivas e Lazer Inclusivo: Oficina de Acessibilidade na Feira Gamer do IFRR. Este projeto de extensão visa promover a inclusão digital e o direito ao lazer de pessoas com deficiência através do uso de tecnologias assistivas no contexto de jogos eletrônicos. A ação será desenvolvida como um miniprojeto integrante da Feira Gamer, demonstrando o uso de dispositivos adaptados, como o Xbox Adaptive Controller e mouses oculares, para alunos e membros da comunidade com mobilidade reduzida. O objetivo é sensibilizar o público externo e proporcionar uma experiência prática de acessibilidade, reduzindo barreiras tecnológicas e sociais em Roraima.  Vinicius Tocantins Marques CBV Enviado 2026-03-06T00:00:00 2026-05-29T00:00:00 Atualmente, o acesso a jogos e tecnologias digitais ainda é restrito para pessoas com limitações motoras ou sensoriais devido à falta de adaptações nos equipamentos convencionais. Este projeto se justifica pela necessidade de demonstrar que a tecnologia pode ser uma ferramenta de inclusão social e reabilitação, atendendo às diretrizes do edital de promover a interação dialógica com a comunidade e o impacto na formação do estudante. A ação está alinhada ao ODS 10 (Redução das Desigualdades), focando em um público que frequentemente é excluído dos grandes eventos tecnológicos. 
Projeto de Extensão: Design Reciclável - Educação Ambiental e Criatividade por Meio da Reutilização de Resíduos O projeto de extensão Design Reciclável propõe o desenvolvimento de oficinas práticas de educação ambiental voltadas a estudantes do curso técnico em Design Integrado ao Ensino Médio do IFRR – Campus CBVZO e à comunidade escolar do entorno, com duração de três meses (abril a junho de 2026). Por meio da reutilização criativa de resíduos sólidos, como garrafas PET, papelão, papel e embalagens diversas, o projeto estimula o pensamento crítico, o consumo consciente e a responsabilidade socioambiental, ao mesmo tempo em que desenvolve competências técnicas ligadas ao Design. A metodologia fundamenta-se em atividades práticas coletivas, integrando conhecimentos de design, sustentabilidade e gestão ambiental, com vistas à formação integral dos participantes, especialmente do estudante bolsista do curso técnico. Os resultados serão disseminados por meio de exposição das produções em eventos institucionais e publicação em mídias digitais do IFRR. O projeto envolve 01 coordenador, 01 estudante bolsista do técnico em Design Integrado ao Ensino Médio, atendendo a uma estimativa de 50 beneficiários diretos. Alinha-se aos ODS 4, 12 e 13 da Agenda 2030 e às diretrizes da Política de Extensão do IFRR, promovendo a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. Viviane Paludo Schultz CBVZO Não Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A problemática dos resíduos sólidos urbanos representa um dos maiores desafios socioambientais da atualidade. Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2024, o país gerou 80,96 milhões de toneladas de resíduos urbanos em 2023, com índices ainda insatisfatórios de reciclagem. Nesse contexto, a escola configura-se como locus privilegiado para a construção de valores ambientais e para o desenvolvimento de práticas sustentáveis, conforme preconiza a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei n.º 9.795/1999), que estabelece a obrigatoriedade da temática ambiental em todos os níveis e modalidades de ensino.O projeto Design Reciclável responde a uma demanda concreta identificada no contexto do Campus CBVZO e de sua comunidade de entorno: a ausência de ações extensionistas sistemáticas que articulem a dimensão estética e criativa do design com a educação ambiental. Será executado por equipe composta por 01 coordenador e estudantes do curso técnico em Design Integrado ao Ensino Médio, sendo um deles bolsista do Pbaex.No contexto desse curso, o projeto contribui diretamente para o desenvolvimento de competências específicas da área (criatividade, projeto, experimentação com materiais) e de competências gerais (trabalho em equipe, comunicação, responsabilidade socioambiental), fortalecendo a integração curricular da extensão com a formação profissional do estudante.A proposta é viável operacionalmente, pois utiliza materiais de baixo custo obtidos por doação ou coleta seletiva, demandando apenas espaço físico e orientação técnica. Além disso, beneficia diretamente a comunidade escolar local, fortalecendo o vínculo entre o IFRR e a sociedade e respondendo às diretrizes da extensão institucional, em especial o impacto na transformação social e a interação dialógica. As atividades serão realizadas nas dependências do IFRR – Campus CBVZO, com convite aberto à comunidade escolar do entorno (pais, alunos de escolas vizinhas e grupos locais), garantindo demanda externa e atendimento majoritário a público não-interno, conforme diretrizes do edital.
Tênis de mesa no IFRR: estratégia, concentração e desenvolvimento humano por meio do esporte educacional O projeto implementa um programa extensionista de Tênis de Mesa no IFRR – Campus Boa Vista, voltado a adolescentes entre 13 e 17 anos da rede pública de ensino, incluindo estudantes de 3 turmas do Programa Partiu IF. As atividades ocorrerão em turnos diurnos, manhã e tarde, com carga horária de dez horas semanais, abrangendo fundamentos técnicos, jogos educativos, rodas de conversa sobre valores e encerramento com torneio interno. O projeto promove saúde, desenvolvimento cognitivo e formação cidadã por meio do esporte educacional, articulando ensino, pesquisa e extensão à formação do bolsista do curso de Licenciatura em Educação Física. Alinha-se às diretrizes de extensão do IFRR no que se refere à transformação social, à interação dialógica e ao impacto na formação integral do estudante extensionista, vinculando-se à área temática Saúde e aos ODS 3, 4 e 10 da Agenda 2030. Heitor Claro da Silva CBV Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O IFRR – Campus Boa Vista atende, por meio do Programa Partiu IF, três turmas de adolescentes da rede pública que permanecem no campus em turno integral. Observa-se, no cotidiano dessas turmas, um quadro preocupante de sedentarismo, dificuldades de atenção e concentração, ansiedade e desmotivação, fatores que impactam diretamente o rendimento escolar e a convivência social dos estudantes. A ausência de atividades esportivas estruturadas no contraturno agrava esse cenário e representa uma lacuna que este projeto se propõe a preencher.O Tênis de Mesa apresenta-se como resposta qualificada a esse problema. Estudos indicam que sua prática regular estimula funções executivas como atenção seletiva, memória de trabalho e flexibilidade cognitiva, além de promover coordenação motora e capacidade de reação (MÜLLER; ABEL; MÜLLER, 2017), benefícios diretamente relacionados às dificuldades identificadas no público-alvo. Trata-se, ademais, de modalidade acessível, inclusiva e adaptável a diferentes níveis de habilidade, o que permite a participação de um público diverso sem necessidade de seleção prévia por desempenho.A seleção deste projeto se justifica ainda pelo seu alinhamento ao princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão (Constituição Federal, art. 207), uma vez que a ação extensionista está diretamente articulada à formação prática do bolsista do curso de Licenciatura em Educação Física, que encontrará no projeto um espaço real de docência, planejamento e avaliação pedagógica. Segundo Nogueira (2005), a extensão deve constituir processo educativo que interliga a instituição às demandas concretas da comunidade — o que este projeto realiza ao responder a uma necessidade identificada junto ao público do Partiu IF.Por fim, a implementação deste projeto fortalece o compromisso institucional do IFRR com a promoção da cidadania, do bem-estar e do protagonismo juvenil, contribuindo para que o campus seja reconhecido pela comunidade não apenas como espaço de formação técnica, mas também de desenvolvimento humano integral.
Curso Básico de Libras A dinâmica do mundo moderno, tanto em âmbito social quanto profissional, tem se adaptado a uma nova realidade. A globalização faz parte do dia-a-dia do cidadão moderno, e é notado que o idioma é um dos grandes elos dessa nova visão de mundo. E a comunicação através da Libras, propicia uma melhor compreensão entre surdos e ouvintes, uma vez que já está previsto em lei a presença de intérpretes de Libras em diferentes instituições públicas, como escolas, universidades, congressos, seminários, programas de televisão entre outros. A restrição auditiva é um tipo de deficiência que causa muitas adversidades em relação à socialização do surdo. Pensando nisso, uma forma de comunicação foi adotada pela sociedade para que se possa vencer o bloqueio da comunicação. A lei nº 10.436/2002 veio com o objetivo de reconhecer a Língua Brasileira de Sinais como sistema linguístico da comunidade surda brasileira.  Fica claro que essa luta foi de pessoas surdas, de seus familiares e profissionais que trabalham com essas pessoas. A lei nº 10.436/2002 veio reconhecer a Libras (Língua Brasileira dos Sinais) como um sistema linguístico da comunidade surda brasileira. Este sistema de linguístico de comunicação foi também estabelecido pelo decreto 5.626/2005, que em seu texto deixa claro que a Libras devem ser inseridas como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores no ensino médio ou superior. Devem estar presentes na unidade curricular na educação superior e profissional, a partir do ano de 2005. Arlesson Oliveira Santos CBV Não Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-07-06T00:00:00 O curso básico intitulado, “Libras - Básico” surge como proposta de encurtar as barreiras comunicativas existentes entre o mundo dos ouvintes e o mundo dos surdos, favorecendo o conhecimento acerca da língua para as pessoas de diversas formações e simpatizantes, que possuem algo em comum: o desejo de aprender a língua usada pelos surdos e seus pares linguísticos.
Retro-Dev; Preservação de Sistema de 16 bits e Cultura Gamer O projeto resume no desenvolvimento técnico de um sistema de emulação de arquiteturas de 16 bits utilizando hardware Raspberry Pi e software de código aberto. O objetivo é realizar a otimização de sistemas embarcados e promover uma mostra tecnológica aberta à comunidade, demonstrando a evolução da computação gráfica e permitindo a interação direta do público com tecnologias históricas da computação.  Vinicius Tocantins Marques CBV Enviado 2026-03-06T00:00:00 2026-08-31T00:00:00 O interesse por jogos é um dos maiores motores para o ingresso na área de desenvolvimento de sistemas. Este projeto justifica-se pela oportunidade de aplicar conceitos de arquitetura de computadores e sistemas operacionais Linux em um contexto prático. Além disso, a iniciativa promove a democratização de acesso ao lazer tecnológico e a preservação de patrimônio digital. 
Entre linhas e leituras: um incentivo à literatura infantil Os hábitos de leitura dos indivíduos relacionam-se a fatores culturais, educacionais e familiares relativos ao acesso, à escolha e ao gosto pelos livros, bem como a elementos subjetivos: imaginação, criatividade, emoção, curiosidade, etc. Os livros podem ser repassados de geração a geração, assim como novas obras que estão surgindo a todo o momento. Nesta interação entre antigo e moderno, nem sempre a obra literária chega ao público e, quando se têm o acesso, nem sempre o livro desperta o interesse. A educação literária é uma ferramenta imprescindível para incentivar o prazer pela leitura, além de permitir o acesso a informações sobre bons livros, autores e gêneros. A leitura não deve ser um ato imposto e, infelizmente, alguns professores podem se limitar ao incentivo, apenas, de livros didáticos. Diante deste cenário e com a meta de ampliar o número de estudos que abordem o tema para, assim, contribuir para que a situação desejada de leitores no Brasil cresça cada vez mais, é que o presente projeto emerge como uma tentativa de cultivar o interesse e a prática do hábito de ler para o público infantil, sensibilizando a temática da literatura por meio de filmes, análises e dinâmicas, com abordagens interativas para desenvolver a compreensão, visando estimular o interesse do público-alvo pelas obras literárias. Hudson do Vale de Oliveira CBVZO Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 Conforme Luiza Fruet (2021), a falta de estímulos adequados pode resultar em atrasos na fala e no desenvolvimento da comunicação, ressaltando o papel insubstituível do livro na promoção de habilidades linguísticas e na construção de uma base sólida para o aprendizado. Nesse sentido, este projeto reconhece a literatura como um pilar fundamental para a Educação de Qualidade (ODS 4), buscando assegurar que crianças tenham acesso a oportunidades de aprendizagem enriquecedoras desde cedo.Nesse contexto, o projeto visa beneficiar diretamente os 40 (quarenta) estudantes, aproximadamente, do 4º (quarto) e 5º (quinto) ano da Escola Municipal Laucides Inácio de Oliveira. Ao serem introduzidos a universos imaginários e personagens diversos, esses estudantes serão estimulados à criatividade, à empatia e ao pensamento crítico, que são habilidades cruciais para o desenvolvimento integral. Além disso, a iniciativa contribui para a Redução das Desigualdades (ODS 10), ao proporcionar acesso a recursos educacionais e culturais que podem não estar igualmente disponíveis a todos, mitigando disparidades no desenvolvimento educacional e cultural.Para potencializar o impacto e modernizar a abordagem, o projeto integrará elementos tecnológicos. Serão utilizadas plataformas digitais interativas e e-books para complementar a leitura de livros físicos, oferecendo novas formas de engajamento e acessibilidade ao conteúdo literário. A criação de clubes de leitura virtuais ou podcasts produzidos pelos próprios estudantes sobre os livros lidos não só estimulará a comunicação e a criatividade, mas também desenvolverá competências digitais essenciais para o século XXI, alinhando a literatura com as demandas tecnológicas contemporâneas. Essa abordagem híbrida garante que o prazer pela leitura seja cultivado de maneira inovadora e inclusiva.Destaca-se que, para o estudante extensionista do IFRR, o projeto oferece uma oportunidade ímpar de aplicar conhecimentos teóricos em um contexto prático e socialmente relevante. O desenvolvimento de habilidades em gestão de projetos, facilitação de atividades educacionais e, especialmente, a integração de ferramentas tecnológicas no processo de ensino-aprendizagem, ampliará significativamente suas perspectivas profissionais e seu senso de responsabilidade social. Assim, o projeto não apenas enriquece o repertório cultural do público-alvo, mas também promove o desenvolvimento educacional abrangente e satisfatório, com um olhar para o futuro e para a inovação.
Agregação de Valor à Bucha Vegetal (Luffa cylindrica): Produção Sustentável de Sabonetes Artesanais e Capacitação Comunitária A bucha vegetal (Luffa cylindrica) é uma fibra natural amplamente utilizada como esponja de banho e material esfoliante. Apesar de sua grande disponibilidade em diversas regiões do Brasil, incluindo o estado de Roraima, esse recurso ainda é pouco explorado em cadeias produtivas que agreguem valor ao produto. Nos últimos anos tem crescido a demanda por produtos naturais e sustentáveis, especialmente no setor de cosméticos artesanais. Nesse contexto, a produção de sabonetes artesanais com bucha vegetal incorporada representa uma alternativa econômica, ecológica e acessível. O presente projeto de extensão propõe capacitar estudantes e membros da comunidade externa na produção artesanal de sabonetes e buchas de banho utilizando a bucha vegetal como matéria-prima principal. A iniciativa busca promover geração de renda, empreendedorismo sustentável e difusão de conhecimentos técnicos. Além disso, o projeto fortalece a relação entre o Instituto Federal e a comunidade local, contribuindo para a formação prática dos estudantes e para o desenvolvimento regional. Cleia Gomes Vieira e Silva Medeiros CNP Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 Os Institutos Federais têm como missão promover ensino, pesquisa e extensão voltados ao desenvolvimento social e econômico das comunidades em que estão inseridos.Nesse sentido, a proposta apresenta forte caráter extensionista ao promover a transferência de conhecimentos técnicos para a comunidade, estimulando práticas de empreendedorismo sustentável.A produção artesanal de sabonetes e buchas de banho com bucha vegetal apresenta diversas vantagens: Baixo custo de produção; Matéria-prima natural e renovável; Possibilidade de geração de renda para pequenos produtores e artesãos; Incentivo ao consumo de produtos ecológicos.Além disso, o projeto contribui para a formação dos estudantes dos cursos da área de Ciências Agrárias e áreas afins, permitindo o desenvolvimento de competências relacionadas à inovação, sustentabilidade, empreendedorismo e produção agroindustrial.Assim, a iniciativa se alinha às diretrizes da extensão universitária ao promover interação entre instituição e sociedade, resultando em benefícios acadêmicos e sociais.
Juventude Financeiramente Inteligente: Oficinas de Educação Financeira para Jovens O projeto propõe a realização de oficinas de educação financeira destinadas a jovens da comunidade, com o objetivo de promover conhecimentos básicos em planejamento financeiro pessoal, consumo consciente e tomada de decisões financeiras responsáveis. A proposta busca contribuir para o desenvolvimento da literacia financeira entre jovens, considerando a crescente necessidade de compreensão da organização das finanças pessoais, especialmente em contextos em que muitos passam a administrar recursos próprios, como bolsas estudantis e outras formas de renda. A metodologia baseia-se na realização de três oficinas presenciais com abordagem participativa, utilizando metodologias ativas de aprendizagem, como estudos de caso, simulações de decisões financeiras, debates orientados e atividades práticas de planejamento financeiro. A condução das oficinas, a organização das atividades, a mediação das discussões e o acompanhamento dos participantes serão realizados pelos estudantes extensionistas, com a participação de um docente do Instituto Federal de Roraima. Ao final das oficinas, os participantes serão incentivados a elaborar um plano financeiro pessoal simplificado, aplicando os conhecimentos adquiridos. Espera-se atender sessenta jovens da comunidade, contribuindo para ampliar a compreensão da gestão financeira e incentivar hábitos financeiros mais conscientes. Espera-se também fortalecer a interação entre o Instituto Federal de Roraima e a comunidade, ampliando o alcance das ações extensionistas voltadas à promoção da educação financeira. Francinara Lima de Andrade CBV Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A crescente complexidade das relações econômicas e a ampliação do acesso a produtos financeiros têm tornado a educação financeira uma competência essencial para a formação cidadã. Entretanto, grande parte dos jovens brasileiros inicia sua vida financeira sem conhecimentos básicos de planejamento financeiro, controle de gastos e construção de metas financeiras. Essa lacuna formativa contribui para a adoção de hábitos de consumo impulsivos e para o aumento de situações de endividamento precoce.No contexto do estado de Roraima, essa problemática torna-se ainda mais relevante devido às desigualdades socioeconômicas, à limitação de renda em muitas famílias e ao crescente acesso dos jovens a mecanismos de consumo. Muitos estudantes passam a administrar recursos próprios provenientes de bolsas educacionais, programas de incentivo à permanência escolar ou atividades de trabalho, porém frequentemente não dispõem de orientações que os auxiliem a utilizá-los de forma planejada e consciente.Diante desse cenário, iniciativas educativas voltadas à promoção da educação financeira entre jovens tornam-se fundamentais para o desenvolvimento de competências relacionadas à tomada de decisões econômicas responsáveis, ao planejamento financeiro e ao consumo consciente.Nesse sentido, o presente projeto propõe a realização de um ciclo de três oficinas de educação financeira destinadas a jovens da comunidade, com inscrições abertas ao público. As oficinas abordarão temas relacionados ao comportamento financeiro e ao planejamento do orçamento pessoal, por meio de atividades participativas e práticas que estimulem a reflexão crítica sobre hábitos de consumo e de gestão de recursos.Os principais beneficiários da ação serão jovens de 15 a 25 anos, especialmente estudantes de escolas públicas da região, que participarão ativamente das atividades formativas. Esses jovens não apenas receberão conhecimentos sobre educação financeira, mas também serão incentivados a refletir sobre suas próprias práticas de consumo e a elaborar estratégias de planejamento financeiro aplicáveis à sua realidade. Além disso, os participantes poderão atuar como multiplicadores das aprendizagens adquiridas em seus contextos familiares e sociais, ampliando o alcance das ações desenvolvidas.A realização do projeto também tem impacto acadêmico relevante na formação dos estudantes extensionistas envolvidos. Ao participarem da organização, mediação e acompanhamento das oficinas, os estudantes terão a oportunidade de desenvolver competências relacionadas à comunicação científica, à mediação pedagógica e ao trabalho com a comunidade, fortalecendo sua formação cidadã e profissional. Dessa forma, o projeto contribui para a consolidação da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, princípio fundamental da educação pública.Do ponto de vista institucional, a iniciativa fortalece o papel social do Instituto Federal de Roraima ao ampliar o acesso da comunidade ao conhecimento e promover ações educativas voltadas ao desenvolvimento social.A operacionalização do projeto apresenta elevada viabilidade, uma vez que as oficinas serão realizadas em ambiente institucional do IFRR, utilizando recursos pedagógicos simples e metodologias participativas. A equipe executora contará com a coordenação docente e com a participação de estudantes extensionistas, que atuarão na organização e na condução das atividades. Além disso, os materiais educativos produzidos no projeto poderão ser reutilizados em futuras ações extensionistas, ampliando o alcance e a sustentabilidade da proposta.Dessa forma, o projeto apresenta potencial para contribuir significativamente para a formação financeira de jovens, ao mesmo tempo em que fortalece a integração entre o Instituto Federal de Roraima e a comunidade.
Preparação para Entrevistas de Emprego O projeto "Passaporte para o Emprego: Comunicação e Postura em Entrevistas" tem como objetivo capacitar jovens de 15 a 20 anos (comunidade interna do IFRR - Campus Boa Vista e externa) para os desafios dos processos seletivos. A proposta foca no desenvolvimento de competências práticas, como a elaboração de currículos atrativos, técnicas de resposta, marketing pessoal e controle emocional. O projeto ocorrerá ao longo de três meses, com oficinas semanais e simulações reais. Como produto final, será entregue um Guia Digital do Candidato e realizado um Simulado de Entrevistas com Feedback, conectando a teoria à prática do mercado. Tatiana Silva Lopes CBV Não Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-07-03T00:00:00 O ingresso no primeiro emprego ou a busca por novas oportunidades é um momento de alta vulnerabilidade para o jovem. Frequentemente, candidatos qualificados tecnicamente são eliminados por falhas na comunicação, vestimenta inadequada ou incapacidade de transpor suas experiências para a linguagem corporativa. No cenário pós-pandemia, a modalidade de entrevistas online também trouxe novos desafios de etiqueta digital e técnica. Este projeto justifica-se pela necessidade de reduzir o abismo entre a formação acadêmica e as exigências dos recrutadores, transformando o potencial dos jovens em empregabilidade real e diminuindo a ansiedade diante do mercado.
Xeque-mate da saúde mental: o xadrez como atividade de integração, relaxamento e reflexão Um fato incontestável é que o xadrez é um notável esporte e também uma importante fonte de cultura, arte e ciência, que pode ser usado como recurso pedagógico para melhorar o desempenho de alunos no ambiente escolar, possibilitando ainda às pessoas que o praticam o desenvolvimento de uma série de habilidades positivas para o ser humano, tais como a melhora do raciocínio lógico, da atenção, da concentração, entre outras.  Dessa forma, este projeto visa oferecer aulas de xadrez básico preferencialmente para o público de alunos do 8º e 9º ano do ensino fundamental II matriculados nas escolas próximas à localidade do IFRR/CBVZO. Para isso serão realizadas 8 aulas, uma por semana durante 2 meses, com duração de 2h cada no período da tarde, executadas de maneira expositiva, dialogada e prática, abordando os conteúdos mais relevantes do xadrez básico. Espera-se que o público atendido domine os principais aspectos do jogo de xadrez básico e da cultura enxadrística de modo geral. Vitor Lopes Resende CBVZO Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O xadrez se apresenta não somente como um interessante jogo, mas também  como um notável esporte, fonte de cultura, arte e ciência. Perpassa desde os ambientes competitivos profissionais a ambientes escolares,  possuindo o potencial de ajudar a desenvolver diversas qualidades nas pessoas que o praticam, tais como atenção, concentração, melhora na tomada de decisões, criatividade, resolução de problemas, e entre outras. Pode ser ainda usado como recurso pedagógico para melhorar o rendimento e o desempenho dos alunos nas mais diversas atividades escolares, portanto, no sentido de todas as potencialidade do xadrez, promover a prática desse esporte e a difusão da cultura enxadrística por meio de atividades de extensão se traduz como uma importante ação educacional.Vale ressaltar ainda que os estudantes bolsistas e voluntários que compõe o projeto, se beneficiarão também do desenvolvimento das mesmas qualidades citadas acima, pois estarão diretamente ligados não somente com as atividades ofertadas mas também com a participação no desenvolvimento e elaboração delas.
“Oficina de Conversação em Libras: Inclusão Comunicacional” A proposta “Oficina de Conversação em  Libras: Inclusão Comunicacional” tem como finalidade apresentar noções básicas da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e promover a conscientização sobre a importância da inclusão social entre pessoas ouvintes e surdas nas demandas de interações dialógicas em contextos diversos da sociedade brasileira. A ação será realizada por meio de encontros presenciais com atividades teóricas e práticas, abordando termos-sinais da Libras, aspectos da cultura surda e reflexões sobre acessibilidade e inclusão no cotidiano escolar e no contexto de atendimento ao público em Libras.A metodologia incluirá explicações dialogadas, dinâmicas em grupo e exercícios práticos para que os participantes desenvolvam uma comunicação inicial em Libras.Espera-se que, ao final da oficina, os participantes estejam mais preparados para interagir de forma respeitosa e inclusiva, contribuindo para a redução de barreiras comunicacionais. O projeto também fortalece a formação acadêmica da estudante bolsista e amplia o compromisso social da instituição. Miqueias Ambrosio dos Santos CBV Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A falta de conhecimento em Libras ainda dificulta a comunicação entre pessoas surdas e ouvintes. Muitas vezes, a exclusão acontece não pela deficiência, mas pela ausência de preparo da sociedade para garantir acessibilidade, as vezes até da própria família, por falta de oportunidade de cursos.De acordo com dados do IBGE, milhões de brasileiros possuem algum grau de deficiência auditiva. Isso mostra a importância de ações educativas que incentivem a inclusão linguística.Com a realização da oficina, pretende-se ampliar o acesso a conhecimentos básicos de Libras e promover uma postura mais consciente e respeitosa entre os participantes.Os beneficiários diretos serão estudantes, servidores do campus, membros da comunidade externa e servidores e prestadores de serviços do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) que poderão aplicar o que aprenderem em seu dia a dia. O projeto é viável, pois utiliza espaços e recursos já disponíveis na instituição, exigindo baixo custo para execução.
Comunicação e Oratória para Jovens O projeto " Comunicação e Oratória para Jovens” tem como objetivo desenvolver habilidades de comunicação e expressão oral em jovens de 15 a 20 anos da comunidade interna do IFRR – Campus Boa Vista e da comunidade externa. A proposta busca fortalecer competências relacionadas à fala em público, organização de ideias e autoconfiança, essenciais para o desempenho acadêmico e inserção no mercado de trabalho.O projeto será desenvolvido ao longo de três meses, contemplando etapas de planejamento, execução de oficinas presenciais semanais e socialização dos resultados. As atividades incluirão dinâmicas práticas, técnicas de dicção, postura e argumentação. Como produto final, será elaborado um e-book digital com orientações sobre comunicação e oratória e será realizado um Encontro Final de Socialização e Apresentações, destinado à apresentação das aprendizagens desenvolvidas pelos participantes. Espera-se fortalecer o protagonismo juvenil e ampliar a integração entre o IFRR e a comunidade. Tatiana Silva Lopes CBV Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-07-03T00:00:00  A comunicação eficaz é uma habilidade essencial para a convivência em sociedade e para o desenvolvimento pessoal e profissional. No entanto, atualmente, muitas pessoas enfrentam dificuldades para se expressar de forma clara e confiante, seja em situações cotidianas, acadêmicas ou profissionais. Esses desafios estão relacionados a diversos fatores, como insegurança pessoal, timidez, medo de julgamento, falta de estímulo ao diálogo, mudanças no comportamento social e ausência de preparo adequado para a comunicação oral. Além disso, o avanço das tecnologias digitais, embora traga diversos benefícios, também pode contribuir para a redução das interações presenciais, limitando o desenvolvimento da fala, da escuta e da linguagem corporal. A falta de orientação específica sobre técnicas de comunicação e oratória faz com que muitas pessoas possuam conhecimento, mas encontrem dificuldades em expressá-lo. Diante desse cenário, este projeto justifica-se pela necessidade de promover o desenvolvimento das habilidades comunicativas, contribuindo para a formação de indivíduos mais seguros, participativos e preparados para os desafios da vida pessoal, social e profissional.
Dança, sociedade e emoções: o corpo como meio de comunicação, expressão e transformação social O referido projeto propõe integrar arte, cultura, educação e reflexões sociológicas, por meio da dança e da expressão corporal no ambiente escolar. Parte da compreensão de que o corpo é um espaço de construção social, cultural e simbólica, no qual se manifestam identidades, subjetividades, emoções e experiências coletivas. Nesse sentido, o projeto articula ensino, pesquisa e extensão, promovendo uma aproximação entre estudantes, bolsista, voluntários e comunidade externa. A proposta consiste na realização de oficinas de dança e expressão corporal com estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFRR, Campus CBVZO, estimulando a reflexão sobre emoções, identidade, cultura e sociedade. Ao mesmo tempo, o projeto possibilita que estudantes e comunidade externa, envolvidos na ação, desenvolvam experiências formativas no campo da docência, da pesquisa e da intervenção social, fortalecendo a relação entre conhecimento acadêmico e realidade social. Assim, a dança torna-se um instrumento pedagógico e sociológico capaz de promover autoconhecimento, empatia, criatividade e consciência crítica e social, contribuindo para uma educação mais sensível, crítica e emancipadora, visando o combate de todas as formas de discriminação e opressões, e combate às desigualdades sociais. Valeria Patricia Araujo Silva CBVZO Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A dança constitui uma importante forma de expressão cultural e social, na qual o corpo se torna um meio de comunicação capaz de transmitir emoções, experiências e identidades. No campo da Sociologia, compreender o corpo como um espaço de expressão simbólica permite analisar como sentimentos, valores e vivências coletivas se manifestam para além da linguagem verbal. Nesse sentido, a dança possibilita explorar a ideia de que “o corpo fala”, revelando aspectos da subjetividade e das relações sociais presentes em diferentes contextos culturais. Em muitos espaços educativos e comunitários, as emoções ainda são pouco trabalhadas como parte do processo de formação social. A dança surge, portanto, como uma ferramenta potente para promover a expressão emocional, o autoconhecimento e a valorização da diversidade cultural. Por meio do movimento corporal, os participantes podem refletir sobre suas próprias experiências, desenvolver empatia e fortalecer vínculos coletivos. Além disso, o projeto poderá contribuir na aproximação entre jovens e comunidade externa do IFRR, Campus CBVZO, promovendo um espaço de troca de saberes em que o conhecimento acadêmico dialoga com práticas culturais e experiências vividas pelos participantes. A dança, enquanto prática acessível e universal, favorece a participação ativa de diferentes públicos, estimulando a reflexão sociológica sobre o corpo, as emoções e as formas de comunicação não verbal presentes na vida cotidiana. Dessa forma, o projeto busca utilizar a dança como instrumento de reflexão social e expressão emocional, incentivando a percepção do corpo como um meio de linguagem e construção de sentidos. Ao valorizar o movimento como forma de comunicação, a proposta fortalece a compreensão das relações entre cultura, sociedade e subjetividade, contribuindo para uma formação mais sensível, crítica e participativa.
Formação política e cidadã aos jovens para fortalecimento do controle social RESUMOEste projeto de extensão tem como objetivo promover a formação política e cidadã de estudantes do ensino médio da rede pública, estimulando o conhecimento sobre o funcionamento do Estado brasileiro, a administração pública e os mecanismos de participação popular. A iniciativa parte da compreensão de que o fortalecimento da cidadania e da participação social depende do acesso à informação e da formação crítica dos indivíduos, especialmente entre os jovens. Nesse sentido, o projeto busca contribuir para o desenvolvimento do protagonismo juvenil e para a ampliação do conhecimento acerca dos direitos e deveres dos cidadãos no contexto democrático. A metodologia adotada consiste na realização de oito oficinas em escolas estaduais com estudantes do 1º, 2º e 3º ano do ensino médio. As atividades serão desenvolvidas por meio de exposições dialogadas, rodas de conversa e debates, abordando temas como cidadania, funcionamento do Estado, administração pública e controle social. Espera-se, com a execução do projeto, ampliar a compreensão dos estudantes sobre os processos políticos e incentivar sua participação ativa na sociedade, fortalecendo a cultura democrática e o exercício da cidadania.Palavras-chave: Cidadania; Controle Social; Estado; Políticas Públicas. Caio Felipe Fonseca do Nascimento CBVZO Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A participação social representa um elemento de extrema importância para o fortalecimento da democracia e para a melhoria da gestão pública. No Brasil, a Constituição Federal de 1988, conhecida como constituição cidadã, ampliou os mecanismos de participação popular, possibilitando que a sociedade acompanhe, fiscalize e contribua com a formulação e implementação das políticas públicas (BRASIL, 1988).Nesse contexto, o controle social surge como um importante instrumento democrático, permitindo que os cidadãos participem ativamente do acompanhamento das ações governamentais e da gestão dos recursos públicos. Maria da Glória Gohn (2011) afirma que os mecanismos participativos, previstos na carta magna e demais legislações, como conselhos de políticas públicas, conferências e audiências públicas, representam espaços institucionais que fortalecem a relação entre Estado e sociedade civil.Apesar dos avanços institucionais, ainda se observa uma baixa participação da população, especialmente entre os jovens, nos espaços de controle social. A falta de conhecimento sobre direitos, deveres e instrumentos de participação cidadã contribui para esse cenário, limitando o envolvimento da juventude nos processos democráticos.Tal cenário demonstra uma situação preocupante, pois quanto menor é a participação da sociedade no planejamento, execução e controle das políticas públicas, menor tende a ser a qualidade dos serviços prestados.Dessa forma, a formação política e cidadã torna-se essencial para o desenvolvimento de uma consciência crítica e participativa. Conforme destaca Paulo Freire (1996), a educação deve contribuir para a formação de sujeitos conscientes de sua realidade e capazes de atuar na transformação social. Nesse sentido, iniciativas educativas voltadas para a cidadania podem estimular o protagonismo juvenil e ampliar a participação dos jovens na gestão pública.Assim, o presente projeto de extensão tem como objetivo promover a formação política e cidadã de jovens, incentivando sua participação nos mecanismos de controle social e fortalecendo a cultura democrática.
Curso de Língua Portuguesa para Estrangeiros Este projeto propõe a oferta de Curso de Formação Inicial e Continuada (FIC) para o ensino/aprendizagem da Língua Portuguesa para estrangeiros, tendo em vista a numerosa população que chega ao Estado de Roraima, em virtude da crise socioeconômica e política vivida, sobretudo, na Venezuela. Assim, aprender a Língua Portuguesa será uma oportunidade para a integração à sociedade. O aprendizado da língua e da cultura do país de acolhimento favorece, portanto, a inclusão social e profissional dos cidadãos em contexto de migração. Tais conhecimentos propiciam maior igualdade de oportunidade para todos, facilita o exercício da cidadania e potencializa qualificações enriquecedoras para aqueles que chegam ao Estado e, mais especificamente, à cidade de Boa Vista.  Marlucia Silva de Araujo CBV Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-28T00:00:00 Diante da crise econômica, política e social enfrentada pela Venezuela, observa-se nos últimos anos um intenso fluxo migratório de cidadãos venezuelanos para o Brasil, especialmente para o estado de Roraima. Muitos desses migrantes dirigem-se à capital, Boa Vista, em busca de melhores condições de vida e novas oportunidades. Nesse contexto, torna-se fundamental promover a integração desses indivíduos à sociedade local. Para que essa integração ocorra de forma efetiva, é necessário garantir acesso a trabalho, moradia, educação e saúde. Entretanto, a barreira linguística constitui um dos principais obstáculos para a inserção social e profissional desses imigrantes. Sem o domínio da Língua Portuguesa (LP), muitos encontram dificuldades para conseguir emprego e acabam vivendo em abrigos, praças, semáforos ou em situação de rua na capital.Dessa forma, torna-se imprescindível a oferta de capacitação em língua portuguesa, visando o desenvolvimento de competências comunicativas que possibilitem maior êxito na busca por oportunidades de trabalho e no acesso a direitos fundamentais necessários à dignidade humana. Cabe ressaltar que essa demanda submetida neste edital partiu de uma escola pública de Boa Vista-RR, próxima ao Campus Boa Vista, com o objetivo de ofertar e certificar a comunidade (pais de alunos) daquela escola em língua portuguesa, considerando a demanda atendida pela comunidade escolar (quantidade significativa de discentes ou venezuelanos ou com pais venezuelanos).Nesse cenário, o Instituto Federal de Roraima (IFRR), campus Boa Vista, por meio de suas ações de extensão, desempenha um papel relevante na promoção da superação das desigualdades sociais. Isso ocorre à medida que a instituição socializa conhecimentos e os disponibiliza à comunidade externa por meio de cursos e projetos educativos, exercendo sua responsabilidade social e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da população por meio da educação. Tal iniciativa promove condições mais igualitárias de acesso a oportunidades educacionais e profissionais.Assim, alinhado às suas diretrizes institucionais, o IFRR, campus Boa Vista, desenvolve diversas ações de extensão com a participação de servidores e estudantes. Entre essas ações destaca-se a oferta de aulas de Língua Portuguesa para estrangeiros, iniciativa que surgiu a partir de demanda espontânea decorrente do intenso fluxo migratório no estado. Esse cenário evidencia a presença de uma parcela significativa da população em situação de vulnerabilidade socioeconômica na cidade de Boa Vista.O curso proposto constitui uma oportunidade para que migrantes aprimorem suas habilidades comunicativas em Língua Portuguesa e ampliem suas possibilidades de integração social por meio do trabalho e da educação, em um processo contínuo e simultâneo de inclusão. Espera-se, assim, contribuir para a inserção desses cidadãos no cotidiano da cidade de Boa Vista — e também em outras regiões do país, considerando o processo de interiorização —, contemplando dimensões sociais, políticas, econômicas e culturais. Trata-se de uma formação de grande relevância, cujo principal objetivo é promover o ensino e a aprendizagem da Língua Portuguesa, fortalecendo a responsabilidade social da instituição e garantindo dignidade por meio da comunicação, da inclusão linguística e da inserção cultural do estrangeiro no Brasil. O Curso FIC já tem PPC aprovado no Campus Boa Vista, denominado Curso de Formação Inicial e Continuada em Língua Portuguesa para Estrangeiros, carga horária de 50h.A participação de estudante extensionista no projeto permitirá ampliar sua formação acadêmica, científica e pedagógica. 
Amigos da Matemática: estratégias de ensino da matemática básica aplicada à química e física para estudantes com TDAH.” projeto “Amigos da Matemática: estratégias de ensino da matemática básica aplicada à Química e à Física para estudantes com TDAH” tem como objetivo desenvolver estratégias pedagógicas que auxiliem estudantes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) na compreensão de conteúdos matemáticos fundamentais utilizados nas disciplinas de Química e Física. Sabe-se que muitos conceitos dessas áreas do conhecimento dependem diretamente de habilidades matemáticas, como operações básicas, interpretação de dados, proporções e resolução de problemas, o que pode representar um desafio adicional para estudantes que apresentam dificuldades de atenção, organização e concentração. Nesse contexto, o projeto propõe a utilização de metodologias de ensino mais dinâmicas e acessíveis, incluindo atividades práticas, recursos visuais, jogos educativos e estratégias que favoreçam a participação ativa dos estudantes. Essas abordagens buscam tornar o aprendizado mais significativo, estimulando o raciocínio lógico e facilitando a relação entre os conceitos matemáticos e suas aplicações nas ciências naturais. Espera-se que a iniciativa contribua para a melhoria do desempenho acadêmico desses estudantes, promovendo maior compreensão dos conteúdos de Química e Física, além de favorecer um ambiente de aprendizagem mais inclusivo, motivador e adaptado às necessidades dos alunos com TDAH. Roberval Pereira do Nascimento CBV Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-28T00:00:00 A matemática básica constitui um dos principais instrumentos para a compreensão de conteúdos nas áreas de Química e Física, uma vez que muitos conceitos dessas disciplinas envolvem cálculos, interpretação de gráficos, proporções, fórmulas e resolução de problemas. No entanto, diversos estudantes apresentam dificuldades na aprendizagem desses conteúdos matemáticos, o que acaba refletindo diretamente em seu desempenho nas disciplinas científicas. Essa dificuldade pode ser ainda mais significativa em estudantes com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), condição caracterizada por sintomas de desatenção, impulsividade e, em alguns casos, hiperatividade. Essas características podem interferir no processo de aprendizagem, especialmente em atividades que exigem concentração prolongada, organização de informações e raciocínio lógico, habilidades frequentemente demandadas no estudo da matemática e de suas aplicações nas ciências. Nesse contexto, torna-se necessário desenvolver estratégias pedagógicas que favoreçam um ensino mais acessível, dinâmico e inclusivo, capaz de atender às necessidades específicas desses estudantes. O projeto “Amigos da Matemática” surge como uma proposta de apoio ao aprendizado da matemática básica aplicada à Química e à Física, utilizando metodologias que estimulem a participação ativa dos alunos, o uso de recursos visuais, atividades práticas e abordagens que facilitem a compreensão dos conteúdos. Além de contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico dos estudantes com TDAH, a proposta também busca promover maior motivação, autonomia e confiança no processo de aprendizagem. Dessa forma, o projeto pretende colaborar para a construção de um ambiente educacional mais inclusivo, que reconheça as diferentes formas de aprender e valorize estratégias pedagógicas que favoreçam o desenvolvimento de todos os estudantes.
Tênis de Mesa CBVZO O presente projeto de extensão tem como objetivo desenvolver a prática do tênis de mesa com 8 alunos do 6º ao 9º ano do CBVZO, utilizando o esporte como ferramenta de aprendizagem, desenvolvimento físico, social e emocional.Os alunos serão divididos em 4 duplas, permitindo um acompanhamento mais próximo e um aprendizado mais individualizado. As aulas acontecerão no mesmo dia e cada aula terá duração de 60 minutos.Durante as atividades serão trabalhados fundamentos básicos do tênis de mesa, além do desenvolvimento de habilidades como coordenação motora, agilidade, concentração e disciplina. O projeto busca promover um ambiente educativo, acolhedor e motivador, contribuindo para o crescimento pessoal dos alunos por meio do esporte. Gutemberg Leao Brasil CBVZO Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-07-03T00:00:00 A prática esportiva no ambiente escolar é fundamental para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. Além de promover benefícios físicos, o esporte também contribui para o desenvolvimento social, emocional e cognitivo dos estudantes (HALLAL et al., 2010).O tênis de mesa é uma modalidade dinâmica que estimula habilidades importantes como coordenação motora, agilidade, reflexo e concentração. De acordo com a Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM, 2023), a prática dessa modalidade contribui significativamente para o desenvolvimento da coordenação motora e da capacidade de concentração.Nesse contexto, o projeto busca oferecer aos alunos uma oportunidade de aprendizado esportivo em um ambiente organizado e orientado, incentivando a prática esportiva, o respeito às regras e o trabalho em equipe.
Estudo, linguagem e inteligência artificial: práticas de leitura e escrita na cultura digital O projeto ESTUDO, LINGUAGEM E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA CULTURA DIGITAL tem como objetivo promover o uso crítico da inteligência artificial como ferramenta de estudo, a partir da compreensão de que os processos de aprendizagem se realizam por meio de práticas de linguagem, especialmente leitura, escrita e interpretação de textos. A proposta parte do reconhecimento de que ferramentas de inteligência artificial têm sido cada vez mais utilizadas por estudantes, muitas vezes sem orientação pedagógica adequada, o que pode comprometer o desenvolvimento da autonomia intelectual e da autoria na produção textual. Metodologicamente, o projeto será desenvolvido em quatro etapas: formação inicial de estudantes extensionistas sobre linguagem, produção textual e uso de inteligência artificial; aplicação de um questionário diagnóstico para mapear como estudantes utilizam essas tecnologias em seus estudos; elaboração de um material educativo com orientações para o uso da inteligência artificial como apoio à leitura e à escrita; e realização de uma oficina extensionista aberta à comunidade, na qual serão discutidas estratégias de estudo mediadas por tecnologia e distribuído o material produzido. Espera-se contribuir para o desenvolvimento de práticas de estudo mais conscientes e reflexivas, fortalecendo a compreensão da inteligência artificial como ferramenta de apoio à aprendizagem e ampliando o debate sobre autoria, linguagem e uso responsável das tecnologias digitais no contexto educacional. Pamela Andrade Lima CAB Enviado 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A expansão das tecnologias digitais e das ferramentas de inteligência artificial tem modificado as formas de acesso à informação, produção de textos e organização dos estudos. Estudantes recorrem cada vez mais a esses sistemas para responder atividades, resumir conteúdos ou produzir textos. Entretanto, esse uso frequentemente ocorre sem orientação pedagógica, o que pode comprometer processos fundamentais de aprendizagem, como leitura, interpretação e elaboração própria de ideias. Nesse contexto, torna-se necessário desenvolver ações educativas que orientem o uso dessas tecnologias em articulação com práticas de linguagem presentes no estudo.O projeto ESTUDO, LINGUAGEM E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA CULTURA DIGITAL parte do entendimento de que o conhecimento circula socialmente por meio de textos. Ler, interpretar, resumir e produzir textos são atividades centrais no processo de aprendizagem. Ao mesmo tempo, a interação com ferramentas de inteligência artificial também ocorre por meio da linguagem, especialmente na produção de comandos textuais, conhecidos como prompts. Assim, compreender o funcionamento dessas tecnologias envolve refletir sobre produção textual, autoria e responsabilidade discursiva.Os beneficiários do projeto são estudantes e demais membros da comunidade interessados em compreender o uso da inteligência artificial nos estudos. Esses participantes atuarão como parceiros no processo de construção do conhecimento, contribuindo com suas experiências por meio de um questionário diagnóstico e participando da oficina extensionista prevista.A proposta também contribui para a formação acadêmica dos estudantes extensionistas envolvidos, bolsistas e voluntários, que participarão da formação teórica, da pesquisa diagnóstica, da produção de material educativo e da mediação das atividades com a comunidade. Esse processo possibilita o desenvolvimento de competências relacionadas à leitura crítica, produção textual, organização de atividades educativas e trabalho colaborativo.O projeto apresenta viabilidade de execução por estar organizado em etapas claras: formação dos extensionistas, aplicação de questionário diagnóstico, elaboração de material educativo e realização de uma oficina para socialização dos resultados e entrega do material produzido. As atividades previstas demandam poucos recursos materiais e utilizam ferramentas digitais de acesso gratuito, o que possibilita sua realização no período previsto pelo edital. Assim, a proposta busca contribuir para o uso crítico da inteligência artificial nos estudos e fortalecer o diálogo entre instituição e comunidade por meio de ações de extensão.