| IFFutsal Campeão CBV |
Esporte é um fenômeno sociocultural, que envolve a prática voluntária de atividade predominante física competitiva com finalidade recreativa, educativa ou profissional, e predominantemente física não competitiva com finalidade de lazer, contribuindo para a formação, desenvolvimento e aprimoramento físico, intelectual e psíquico de seus praticantes e expectadores. Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de habilidades específicas para jogadores de futsal, com foco crianças, adolescentes e adultos com idade entre 10 a 40 anos em situação de vulnerabilidade social, insegurança alimentar e baixa renda, realizado no Colégio estadual Militaritizado Luiz Ribeiro de Lima. As sessões de treinamento ocorrerão todas as segundas, terças, quartas e sextas-feiras, das 19h às 22:30h, no ginásio poliesportivo da instituição. O foco será a preparação técnica e tática, aprimorando os fundamentos e as habilidades necessárias para a atuação eficaz do jogo, como ocupação inteligente de espaço, ataque, manobras ofensivas, manobras defensivas, manobras de bola parada e preparação física, educação psicológica para ao jogo . Além disso, busca promover a integração social dos participantes. |
Rodrigo Viana Bezerra |
CBV |
Em execução |
2026-04-27T00:00:00 |
2026-12-18T00:00:00 |
Vários autores escreveram sobre os conceitos do esporte, porém, conceitos contraditórios. Conceitos estes que apresentam em comum uma estreita ligação entre o esporte e o jogo. FEIO apud DARIDO E RANGEL (2005) coloca que o esporte e o jogo têm em comuns elementos essenciais: liberdade, prazer e regras, mas esses elementos se diferenciam em atividades: a liberdade e a gratuidade são inerentes ao jogo no esporte, não se exclui a importância dada aos resultados, o que se faz é tão importante quanto à livre escolha que se fez no jogo. Apesar da importância importância da modalidade futsal, os atletas precisam passar por um processo contínuo de formação enfrentando dificuldades em desenvolver as habilidades necessárias para atuar de forma eficiente e em alto nível.O projeto se justifica devido à prática esportiva Corroborar na formação integral das crianças e adolescentes, adultos, oportunizando a vivência de situações que poderão ser usadas no cotidiano da vida fora do ambiente como: para tomadas de decisões, disciplina, liderança, pro atividade e o trabalho em equipe que vão além do gesto motor e que se relacionam com a formação da personalidade do indivíduo.Temos ainda a necessidade de promover o ensino e treinamentos especializados da modalidade de futsal, visando aprimorar suas habilidades e preparar os jovens para competições estaduais, regionais e nacionais em diferentes níveis. Ao focar nas técnicas específicas do futsal e na importância da formação física, tática e mental de atletas, o projeto contribui para o aumento da qualidade técnica dos participantes, além de incentivar o trabalho em equipe, o fair play e a convivência saudável entre os membros.Além disso, está em consonância com as politicas de extensão desenvolvidas pelo IFRR-CBV quais sejam: Fortalecimento de parcerias, Solução de problemas sociais, Ampliação do conhecimento e Articulação com a sociedade onde a extensão visa estender os conhecimentos e recursos produzidos dentro das universidades para além de seus muros, beneficiando diretamente a sociedade, uma vez que acadêmicos do curso de Licenciatura em Educação Física poderão se convidados a atuar neste projeto desde que atendam ao perfil desejado. |
| Exploradores do Espaço: Ensino de Ciências com Foguetes |
O projeto “Exploradores do Espaço: Ensino de Ciências com Foguetes” tem como objetivo promover a aprendizagem prática dos conteúdos de Física e Química por meio da construção e lançamento de foguetes artesanais, com base no regulamento da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG).Desenvolvido no IFRR Campus Boa Vista, o projeto também contempla momentos de ações de extensão com a participação de alunos de instituições de ensino presentes no estado, fortalecendo a integração entre os estudantes das unidades. As atividades incluem aulas teóricas, construção de bases de lançamento e foguetes, além da realização de oficinas e lançamentos experimentais e oficiais.As ações ocorrerão em etapas: inicialmente com instruções sobre a montagem das bases de lançamento e dos foguetes, posteriormente, com a realização dos lançamentos dos foguetes, promovendo a participação ativa dos estudantes das escolas envolvidas.A proposta busca integrar teoria e prática, estimular o interesse científico, desenvolver habilidades como trabalho em equipe e resolução de problemas, além de incentivar o protagonismo estudantil. Como resultado, espera-se ampliar a participação na OBAFOG, fortalecer a formação científica dos alunos e expandir o alcance institucional por meio da extensão. |
Pedro dos Santos Panero |
CBV |
Em execução |
2026-04-23T00:00:00 |
2026-08-24T00:00:00 |
A Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG), atualmente em sua 29ª edição (2026), é uma competição de caráter científico e experimental voltada ao interesse da Astronáutica, Física, Química e Engenharia no ambiente escolar. Dentre suas modalidades, destaca-se o Nível 4, que envolve a construção e lançamento de foguetes movidos pela reação química entre vinagre e bicarbonato de sódio.No entanto, observa-se que muitos estudantes apresentam dificuldades na compreensão de conceitos científicos abstratos, especialmente nas áreas de Física e Química, quando trabalhados de forma exclusivamente teórica. Essa realidade impacta diretamente o interesse, o engajamento e o desempenho dos alunos nessas disciplinas, além de limitar o desenvolvimento de habilidades práticas e investigativas.Diante desse cenário, o presente projeto propõe a utilização da OBAFOG como ferramenta didático-pedagógica, integrando conteúdos teóricos com atividades experimentais. A construção e o lançamento de foguetes possibilitam a aplicação concreta de conceitos como Leis de Newton, reações ácido-base, conservação de energia e aerodinâmica, tornando o processo de ensino-aprendizagem mais significativo, dinâmico e contextualizado.Além disso, o projeto amplia seu alcance ao incorporar ações de extensão junto a outras instituições de ensino presentes no estado, promovendo a integração entre diferentes unidades e fortalecendo a visibilidade do IFRR perante a comunidade externa, especialmente entre estudantes de outras instituições. A iniciativa contribui para a ampliação do acesso às práticas científicas e para o despertar do interesse pela educação profissional, científica e tecnológica.A proposta também se destaca por estimular o protagonismo estudantil, o trabalho em equipe, o pensamento crítico e a resolução de problemas, competências essenciais para a formação integral dos estudantes. A participação na OBAFOG funciona como elemento motivador, promovendo o engajamento e valorizando o esforço acadêmico por meio de uma experiência concreta e desafiadora.Dessa forma, o projeto justifica-se por enfrentar uma dificuldade real no ensino de ciências, ao mesmo tempo em que amplia o impacto institucional por meio da extensão, apresentando-se como uma proposta viável, relevante e alinhada às diretrizes de uma educação inovadora, interdisciplinar e socialmente referenciada. Por esses motivos, sua implementação é pertinente e sua seleção se mostra estratégica para o fortalecimento das práticas educacionais no âmbito do IFRR. |
| Pré-Vestibular Arikî Yamî (Caminho para sabedoria) |
O Cursinho Popular Arikî Yamî fundamenta-se em práticas de Educação Popular que partem da realidade concreta dos estudantes para promover autonomia, pensamento crítico e transformação social. |
Eliana Carvalho de Souza |
CAM |
Em edição |
2026-02-04T00:00:00 |
2026-12-10T00:00:00 |
O cursinho está localizado no município de Amajari, norte do estado de Roraima, próximo à fronteira com a República Bolivariana da Venezuela, com uma população predominantemente Indígena (9124), seguido por pardos (3.293), brancos (978), pretos (519), amarelos (13), conforme IBGE (2022). De acordo com dados do IBGE (2022), o salário médio mensal dos trabalhadores formais está em 1,7 salários mínimos, isto implica uma taxa de escolarização de 6 a 14 anos de idade, apresentando 60,45% da população desta faixa etária. Na comparação com outros municípios do estado, fica na posição 14ª em relação aos 15 municípios que compõem o estado de Roraima. Já na comparação com municípios de todo o país, ocupando a posição 5569 de 5570. Em relação ao IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), no ano de 2023, os anos iniciais do ensino fundamental na rede pública foi de 4,6 e para os anos finais, de 3,2. Na comparação com outros municípios do estado, ficava nas posições 5 e 11 de 15. Já na comparação com municípios de todo o país, ficou nas posições 4790 e 5290, de 5570 (IBGE).Diante desta realidade socioeducacional, onde acesso à educação de qualidade é um desafio para os estudantes brasileiros, especialmente para aqueles que enfrentam dificuldades socioeconômicas o curso visa proporcionar oportunidades à população local de obter motivação e êxito no ingresso ao ensino superior almejando melhorias na qualidade de vida e valorização das identidades, culturas e resistências tão presentes nesta região do Brasil. |
| Monitoria e Treinamento de Robótica para a Olimpíada Brasileira de Robótica – Modalidade Prática |
A robótica educacional tem se consolidado como uma estratégia pedagógica capaz de promover o desenvolvimento do pensamento computacional, do raciocínio lógico e de habilidades socioemocionais, como trabalho em equipe e resolução de problemas (SOUZA, 2021). No contexto das competições científicas, a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) destaca-se como uma das principais iniciativas nacionais de incentivo à formação tecnológica de estudantes da educação básica (OBR, 2026). Entretanto, o acesso à modalidade prática presencial, que utiliza kits estruturados como o LEGO, ainda é restrito a instituições com infraestrutura específica, limitando a participação de estudantes da rede pública. Diante desse cenário, o presente projeto tem como objetivo implementar monitoria e treinamento de robótica, com duração de três meses, voltado ao treinamento de equipes do IFRR para participação na modalidade prática da OBR e à oferta de atividades extensionistas destinadas a estudantes da comunidade externa, especialmente de escolas públicas de Boa Vista e alunos participantes do programa Partiu IF. Busca-se qualificar tecnicamente as equipes competidoras e democratizar o acesso à robótica educacional. A metodologia será organizada em treinamento sistemático das equipes internas, com encontros semanais destinados ao desenvolvimento de habilidades em montagem, programação e estratégias de competição e realização de encontros abertos à comunidade externa, nos quais serão promovidas demonstrações práticas, desafios orientados e interação entre estudantes internos e externos, sob coordenação de um bolsista-monitor, com supervisão docente. Como resultados esperados, prevê-se a formação de equipes aptas a participar da OBR, o impacto direto em estudantes da rede pública por meio das ações extensionistas, o fortalecimento do protagonismo estudantil e a consolidação do IFRR como polo regional de difusão da robótica educacional e das olimpíadas científicas. |
Deborah Deah Assis Carneiro |
CBV |
Em execução |
2026-04-13T00:00:00 |
2026-12-04T00:00:00 |
A robótica educacional configura-se, atualmente, como uma das abordagens mais eficazes para integrar teoria e prática no ensino das áreas de Ciências Exatas e Tecnológicas, promovendo o desenvolvimento do pensamento computacional, da resolução de problemas e do trabalho colaborativo. Ao articular conceitos de programação, lógica e engenharia em desafios concretos, a robótica favorece a aprendizagem significativa e estimula o interesse por carreiras científico-tecnológicas (FEITOZA,2024). Nesse contexto, a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR) destaca-se como uma das principais iniciativas nacionais de incentivo à formação tecnológica na educação básica, funcionando como espaço de aplicação prática do conhecimento e de estímulo ao protagonismo juvenil (OBR, 2026).Contudo, a modalidade prática presencial da OBR demanda infraestrutura específica, kits de robótica e acompanhamento técnico qualificado, condições que nem sempre estão disponíveis nas escolas públicas. Essa limitação restringe o acesso de muitos estudantes a experiências formativas de alto impacto pedagógico, reforçando desigualdades no acesso à tecnologia e às oportunidades de participação em olimpíadas científicas.Diante desse cenário, o presente projeto justifica-se como uma ação extensionista estratégica ao propor a criação de monitoria e treinamento de robótica articulado ao treinamento das equipes do IFRR para participação na OBR. A proposta integra ensino e extensão ao mesmo tempo em que qualifica tecnicamente os estudantes da instituição, amplia o acesso da comunidade externa às vivências em robótica educacional, promovendo democratização do conhecimento e fortalecimento da cultura científica regional.Além do impacto externo, o projeto potencializa o protagonismo estudantil por meio da atuação de um bolsista-monitor, responsável pelo planejamento e condução das atividades, sob supervisão docente e monitores voluntários. Essa dinâmica favorece a formação de lideranças acadêmicas, o desenvolvimento de autonomia e a consolidação de competências técnicas e organizacionais, alinhando-se aos objetivos formativos do IFRR.Sob a perspectiva institucional, a proposta contribui para o fortalecimento do IFRR como polo regional de difusão tecnológica e incentivo às olimpíadas científicas, ampliando sua visibilidade e sua inserção social. Ao promover integração entre estudantes internos e externos, o projeto reafirma o compromisso da instituição com a extensão como prática transformadora e com a formação integral dos sujeitos, articulando ensino, inovação e responsabilidade social. |
| VigiFruto: Sistema de Monitoramento Inteligente para Detecção da Mosca-da-Carambola em Roraima |
O projeto VigiFruto propõe o desenvolvimento, prototipagem e implantação de armadilhas inteligentes baseadas em tecnologia de Internet das Coisas (IoT) para o monitoramento contínuo e alerta da mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae) em propriedades rurais de Boa Vista, Roraima. A praga, de status quarentenário A1 no Brasil, representa ameaça permanente à fruticultura regional devido à posição fronteiriça do estado com Venezuela e Guiana, onde a espécie está estabelecida.Os dispositivos desenvolvidos integrarão sensores de captura de imagem (câmera ESP32-CAM), sensores ambientais (temperatura e umidade DHT22), módulos de comunicação de longo alcance (LoRa/LoRaWAN) e algoritmos embarcados de detecção automática baseados em visão computacional, transmitindo dados em tempo real a um painel de monitoramento (dashboard web) acessível por agricultores, técnicos da ADERR e fiscais do MAPA. O sistema contará com alimentação autônoma via painel solar fotovoltaico, garantindo operação contínua em campo sem dependência de infraestrutura elétrica.O projeto articula o IFRR como instituição executora com parceiros estratégicos do setor de defesa agropecuária (ADERR, MAPA), controle fitossanitário (empresa privada) e produção rural (agricultores familiares), integrando atividades de graduação tecnológica. A proposta prevê capacitação de agricultores e técnicos para uso da ferramenta, publicação científica em periódicos especializados e consolidação de solução de baixo custo, replicável e adaptada às condições climáticas e de infraestrutura da Amazônia setentrional.A inovação tecnológica está alinhada ao Eixo de Bioeconomia e Sustentabilidade na Produção Local, fortalecendo a cadeia produtiva da fruticultura familiar com solução tecnológica de baixo impacto ambiental, e ao Eixo de Cidades Inteligentes e Monitoramento Ambiental, propondo infraestrutura de sensoriamento distribuído e tomada de decisão orientada por dados no contexto amazônico roraimense. |
Marlucia Silva de Araujo |
CBV |
Em execução |
2026-03-27T00:00:00 |
2027-03-27T00:00:00 |
A mosca-da-carambola (Bactrocera carambolae Wright & Swann, 1990) é uma praga quarentenária A1 no Brasil, classificada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) como de presença não confirmada em escala nacional, mas com ocorrência documentada e estabelecida em Roraima desde a primeira detecção na região Norte (Amapá, 1996) e posterior expansão para Roraima em 2010 e mais recentemente o Amazonas. Em abril de 2023, o MAPA declarou Roraima como área de quarentena para a mosca-da-carambola por prazo indeterminado, devido ao risco permanente de disseminação para outros estados via fronteiras terrestres com Venezuela e Guiana, onde a espécie ocorre amplamente.A praga é polífaga, atacando mais de 300 espécies de frutas cultivadas e silvestres, incluindo acerola, goiaba, manga, carambola, mamão, maracujá e citros, causando danos econômicos severos à fruticultura. Dados do Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Mosca-da-Carambola (PNEMDC/MAPA) indicam que a área infestada em Roraima concentra-se principalmente no município de Boa Vista e adjacências, com capturas periódicas nas armadilhas de monitoramento oficial. (em conversar com ADERR, a presença da mosca já foi confirmada em todo o estado)A fruticultura roraimense, especialmente a cultura da manga, constitui atividade econômica relevante para a agricultura familiar local. Em 2022, a produção de manga representou aproximadamente 68% da fruticultura estadual, gerando cerca de 4 mil empregos diretos e indiretos. A dispersão descontrolada da mosca-da-carambola coloca em risco essa cadeia produtiva, podendo inviabilizar a certificação fitossanitária e o comércio interestadual de frutas.O monitoramento convencional da mosca-da-carambola é realizado por meio de armadilhas do tipo McPhail e Jackson, contendo atrativos alimentares ou feromonais, inspecionadas manualmente por agentes fitossanitários da ADERR e MAPA em intervalos semanais ou quinzenais. Esse modelo apresenta limitações estruturais críticas: Alto custo operacional: Inspeções manuais exigem deslocamentos frequentes e recursos humanos especializados; Resposta tardia: Elevações populacionais são detectadas apenas após 7 a 14 dias, retardando ações de controle; Baixa densidade de amostragem: Cobertura espacial limitada devido aos custos de manutenção; Ausência de alertas em tempo real: Agricultores não são notificados imediatamente sobre detecções em suas propriedades; Limitação de dados ambientais: Não há correlação sistemática entre condições climáticas e dinâmica populacional da praga.Atualmente, não existe nenhuma solução digital de monitoramento fitossanitário integrado disponível para produtores rurais de Roraima. Nesse contexto, a aplicação de tecnologias de Internet das Coisas (IoT) ao monitoramento de pragas agrícolas representa inovação com alto potencial de impacto econômico, ambiental e social.Estudos internacionais demonstram que armadilhas inteligentes equipadas com sensores de imagem e transmissão remota de dados aumentam significativamente a velocidade de detecção de surtos, reduzindo custos operacionais de monitoramento em até 60% comparadas ao modelo convencional manual. Pesquisas recentes desenvolvidas pela Embrapa e startups brasileiras validaram protótipos de armadilhas IoT para monitoramento de mosca-das-frutas (Ceratitis capitata) e cigarrinha-do-milho, com resultados promissores em eficiência de detecção e redução de custos.O presente projeto visa preencher essa lacuna tecnológica no estado de Roraima, desenvolvendo um sistema adaptado às condições locais específicas: Comunicação LoRa/LoRaWAN: Protocolo de comunicação de longo alcance (até 15 km em áreas rurais abertas) que opera sem necessidade de internet móvel (3G/4G), adequado para propriedades com baixa cobertura de telecomunicações; Alimentação solar autônoma: Painéis fotovoltaicos e baterias recarregáveis garantem operação contínua em campo sem dependência de rede elétrica; Custo acessível: Arquitetura baseada em microcontroladores de baixo custo (ESP32) e componentes comerciais viabiliza replicação em escala; Algoritmos embarcados: Processamento local (edge computing) de imagens capturadas, reduzindo tráfego de dados e possibilitando detecção automática de insetos via visão computacional. |
| “Oficina de Conversação em Língua Brasileira de Sinais (Libras): Inclusão Comunicacional” |
A proposta “Oficina de Conversação em Língua Brasileira de Sinais (Libras): Inclusão Comunicacional” tem como finalidade apresentar noções básicas da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e promover a sensibilização sobre a importância da inclusão social entre pessoas ouvintes e surdas nas demandas de interações dialógicas em contextos diversos da sociedade brasileira. A ação será realizada por meio de encontros presenciais com atividades teóricas e práticas, abordando termos-sinais da Libras, aspectos da cultura surda e reflexões sobre acessibilidade e inclusão no cotidiano escolar e no contexto de atendimento ao público em Libras.A metodologia incluirá explicações dialogadas, dinâmicas em grupo e exercícios práticos para que os participantes desenvolvam uma comunicação inicial em Libras.Espera-se que, ao final da oficina, os participantes estejam mais preparados para interagir de forma respeitosa e inclusiva, contribuindo para a redução de barreiras comunicacionais. O projeto também fortalece a formação acadêmica da estudante bolsista e fortalece o compromisso social do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima-IFRR em parceria com o Tribunal de Justiça de Roraima na promoção da acessibilidade e inclusão comunicacional. |
Miqueias Ambrosio dos Santos |
CBV |
Em execução |
2026-04-24T00:00:00 |
2026-06-27T00:00:00 |
A falta de vivências com a Língua Brasileira de Sinais (Libras) ainda dificulta a comunicação entre pessoas surdas e ouvintes. Muitas vezes, a exclusão acontece não pela deficiência, mas pela ausência de preparo da sociedade para garantir acessibilidade, as vezes até da própria família, por falta de oportunidade de cursos.De acordo com dados do IBGE, milhões de brasileiros possuem algum grau de deficiência auditiva. Isso mostra a importância de ações educativas que incentivem a inclusão linguística.Com a realização da oficina, pretende-se ampliar o acesso a conhecimentos básicos de Libras e promover uma postura mais consciente e respeitosa entre os participantes.Os beneficiários diretos serão estudantes, servidores do campus Boa Vista, membros da comunidade externa e servidores e prestadores de serviços do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) que poderão aplicar o que aprenderem em seu dia a dia acadêmico e profissional. O projeto é viável, pois utilizará espaços (salas de aula) e recursos humano (Professor de Libras e Acadêmica autora dessa proposta) já disponíveis no IFRR e interesse do TJRR conforme carta de aceite da instituição, exigindo-se baixo custo para execução. |
| Ciências Biológicas na EJA: Aprender para Transformar |
O presente projeto de extensão tem como objetivo promover o ensino de Biologia de forma contextualizada para estudantes do Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ao mesmo tempo em que possibilita aos acadêmicos do curso de Ciências Biológicas a vivência da prática docente em contextos reais de ensino. A iniciativa será desenvolvida em parceria com escolas que ofertam a modalidade EJA, por meio de atividades de observação da realidade escolar, planejamento didático e regência de aulas. As ações pedagógicas serão orientadas pelos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e por metodologias participativas que valorizem os saberes e as experiências de vida dos estudantes da EJA. Espera-se, com isso, contribuir para a alfabetização científica dos educandos, fortalecer o vínculo entre instituição de ensino superior e comunidade escolar e promover a formação docente crítica e comprometida com a realidade social. |
Marilda Vinhote Bentes |
CBV |
Em execução |
2026-04-13T00:00:00 |
2026-07-30T00:00:00 |
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) constitui uma modalidade essencial para garantir o direito à educação àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos na idade considerada regular. Nesse contexto, o ensino de Ciências e, particularmente, de Biologia, assume papel fundamental na formação cidadã, pois possibilita aos estudantes compreender fenômenos naturais, interpretar informações científicas e tomar decisões conscientes em relação à saúde, ao ambiente e à sociedade.Entretanto, o ensino de Biologia na EJA apresenta desafios específicos, relacionados à diversidade etária, às trajetórias escolares interrompidas e às diferentes experiências de vida dos estudantes. Tais características exigem abordagens pedagógicas contextualizadas, que dialoguem com a realidade social dos educandos e valorizem seus saberes prévios.Nesse sentido, projetos de extensão universitária configuram-se como importantes estratégias de aproximação entre a instituição formadora e a comunidade escolar. Ao promover atividades de ensino em escolas da EJA, o projeto possibilita não apenas o fortalecimento da alfabetização científica dos estudantes, mas também a formação prática de futuros professores de Biologia, que passam a compreender as especificidades pedagógicas dessa modalidade de ensino.Assim, o projeto justifica-se pela necessidade de fortalecer práticas educativas que articulem ciência, cotidiano e realidade social, contribuindo para a construção de conhecimentos significativos e para o exercício da cidadania. |
| Estoque de Carbono em Sistemas Agroflorestais e Convencionais de Cacau: Avaliação Comparativa e Transferência de Tecnologia para Agricultura Familiar em Roraima |
O presente projeto de extensão tecnológica propõe avaliar comparativamente o estoque de carbono em sistemas agroflorestais e em sistemas convencionais de produção de cacau (“cacau solteiro”) localizados na zona rural do município de Caroebe, sul de Roraima, integrando geração de conhecimento técnico, formação acadêmica e transferência de tecnologia para agricultores familiares. Ao longo de dezoito meses serão implantadas parcelas amostrais em ambos os sistemas produtivos, abrangendo no mínimo seis propriedades rurais e aproximadamente cinquenta hectares sob cultivo. Serão realizados inventários dendrométricos, estimativas de biomassa vegetal e cálculo do estoque de carbono com base em modelos alométricos consolidados, permitindo geração de diagnóstico comparativo regional inédito. Paralelamente será desenvolvido protocolo simplificado de monitoramento ambiental adaptado à realidade produtiva local, acompanhado de oficinas presenciais, dias de campo e produção de cartilha técnica ilustrada. A proposta busca fortalecer práticas alinhadas à agricultura de baixo carbono, ampliar a compreensão sobre serviços ambientais e subsidiar tomada de decisão produtiva e institucional, contribuindo para mitigação das mudanças climáticas, planejamento ambiental municipal e desenvolvimento rural sustentável. |
Romildo Nicolau Alves |
CNP |
Enviado |
2026-06-01T00:00:00 |
2027-12-31T00:00:00 |
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| AUTISMO – Grupo de apoio: cuidando de quem cuida: tecnologia social para fortalecimento de redes de apoio e inclusão de famílias atípicas em Roraima |
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) impõe desafios significativos às famílias, desde o processo de aceitação e compreensão do diagnóstico até as demandas relacionadas à convivência familiar, escolar e social da criança ou adolescente autista. Nesse contexto, o presente projeto propõe a implementação de um grupo de ajuda mútua, intitulado “Cuidando de quem cuida”, com o objetivo de oferecer suporte emocional, social e formativo a pais, familiares e cuidadores de pessoas com TEA. A proposta fundamenta-se na criação de um espaço acolhedor e inclusivo que contemple simultaneamente as necessidades dos cuidadores e dos próprios sujeitos autistas. Para isso, serão realizadas rodas de conversa e encontros formativos com os familiares, bem como atividades lúdicas, recreativas e esportivas adaptadas para crianças, além da oferta de um grupo específico voltado a adolescentes a partir de 12 anos e jovens autistas. Essa organização responde a uma demanda recorrente das famílias, que frequentemente não dispõem de rede de apoio para o cuidado dos filhos durante sua participação em ações formativas. As ações serão desenvolvidas no período de março a dezembro de 2026, por meio de encontros estruturados em formato de Grupo de Ajuda Mútua (GAM), oficinas temáticas, atividades práticas e eventos com a participação de profissionais especialistas, contando com o apoio da Associação União de Pais e Pessoas Autistas de Roraima (UPPARR). Espera-se, como resultados, o fortalecimento das redes de apoio, a promoção do bem-estar dos cuidadores e das pessoas com TEA, bem como o empoderamento das famílias, contribuindo para a inclusão social e a transformação da realidade dessas comunidades. Palavras-chave: Família. Transtorno do Espectro do Autismo. Programa de Apoio. Inclusão Escolar. |
Cristiane Pereira de Oliveira |
CBV |
Em execução |
2026-03-18T00:00:00 |
2026-12-23T00:00:00 |
A epidemiologia deste transtorno mostra que no Brasil, em uma pesquisa recente, a margem de acometimento pelo autismo é de 27,2 casos para cada 10.000 habitantes (PEREIRA et al, 2021).Ao receber o diagnóstico de uma criança com TEA provoca nos familiares um ajustamento e reorganização nos papéis e situações de vida frente à nova realidade, a qual oscila em momentos de angústia, aceitação, rejeição e esperança, fase conhecida como processo do luto. Portanto, o projeto surgiu a partir de um grupo de whatsApp de pais e familiares que compartilham estes sentimentos durante a descoberta e na procura por profissionais que atendam as especialidades sugeridas pelo médico.Diante da realidade desafiadora que é receber o diagnóstico de um filho com TEA, muitas famílias não encontram espaços de acolhimento, escuta e orientações sobre o que fazer depois do diagnóstico, ficam angustiadas, sem informações técnicas sobre onde encontrar tratamento e terapias, em estado de desamparo. Nesse sentido o projeto de ajuda mútua: cuidando de quem cuida, tem como objetivo principal promover o acolhimento, apoio e suporte necessário para os cuidadores de pessoas com autismo, a fim de proporcionar um espaço de troca de experiências, informações e orientações que contribuam para o bem-estar e qualidade de vida desses familiares. Concomitantemente, ofertar espaços de cuidado, recreação e estimulação de habilidades sociais às crianças e adolescentes autistas, filhos ou dependentes das famílias assistidas pelo projeto. O cerne desta proposta é o entendimento de que famílias de autistas apresentam sobrecarga mental, estresse e desafios de convivência diárias em níveis bastante elevados, comprometendo a saúde mental e a qualidade de vida de todos os membros da família, inclusive dos autistas, pois cuidadores estressados e adoecidos não conseguem desempenhar as funções de cuidado de forma eficaz. Com isso, a sobrecarga emocional, física e psicológica enfrentada por estes cuidadores, precisa ser manejada em espaços adequados, com ajuda profissional qualificada, pois muitos destes pais se veem sozinhos e desamparados diante dos desafios diários que envolvem o cuidado e acompanhamento de seus familiares, justificando assim, a implementação deste projeto, de vital importância e relevância em cuidados psicossociais deste público. A realização do projeto modificará essa situação ao proporcionar um espaço de acolhimento e apoio mútuo para os cuidadores, possibilitando a troca de experiências e estratégias de enfrentamento, o acesso a informações e orientações sobre o autismo e seus cuidados, bem como o desenvolvimento de atividades terapêuticas e de cuidado pessoal para promover o bem-estar e qualidade de vida dessas famílias.Os beneficiários diretos do projeto são os cuidadores de pessoas com autismo, que terão acesso a um espaço de acolhimento e suporte emocional, além de informações e orientações importantes para o cuidado de seus familiares. Já os beneficiários indiretos são as pessoas com autismo, que serão beneficiadas com um ambiente familiar mais acolhedor e equilibrado, proporcionado pelo apoio oferecido aos seus cuidadores. A importância do projeto para a sociedade está na promoção do bem-estar e qualidade de vida de famílias que lidam diariamente com o autismo, contribuindo para a conscientização sobre o TEA, combatendo preconceitos e capacitismo, bem como contribuindo para a redução de transtornos mentais associados à sobrecarga mental de ser cuidador em tempo integral, além de favorecer inclusão, com a construção de ambientes saudáveis e acolhedores para este público tão excluído do convívio social.A participação do estudante bolsista do curso de Licenciatura em Educação Física no projeto, proporcionará uma vivência prática essencial para sua formação docente, alinhando-se às diretrizes da extensão do IFRR. O contato direto com crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) permite ao futuro professor compreender melhor as necessidades desse público, favorecendo sua capacitação para atuar na Educação Básica e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) de forma inclusiva.Além disso, o projeto contribuirá para o alcance dos objetivos do curso ao proporcionar experiências que aprimoram a prática pedagógica na área da Educação Física. O bolsista tem a oportunidade de desenvolver estratégias de ensino adaptadas às necessidades dos participantes, promovendo atividades lúdicas, recreativas e esportivas que incentivam a interação social e o desenvolvimento motor. Dessa forma, ele fortalece sua competência profissional, tornando-se um educador preparado para atender às demandas dos sistemas educacionais do estado e dos municípios, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino da Educação Física.Ademais, ao atuar na promoção da qualidade de vida por meio do movimento humano, o estudante vivenciará, na prática, a importância da Educação Física como um meio de inclusão e bem-estar social. O envolvimento no projeto amplia sua compreensão sobre a relevância das intervenções pedagógicas no contexto da diversidade, consolidando sua formação não apenas como professor, mas como agente de transformação na comunidade. O impacto social do projeto é significativo, pois atenderá diretamente a uma demanda latente da comunidade: o acolhimento e suporte às famílias de pessoas com TEA. Através das atividades realizadas, buscará promover a inclusão e o fortalecimento das relações familiares e sociais, reduzindo o isolamento enfrentado por muitos pais e cuidadores. A oferta de espaços de interação e suporte emocional auxiliará na construção de uma rede de apoio solidária, essencial para o bem-estar dessas famílias. Assim, o projeto não apenas transforma a realidade dos participantes diretos, mas também contribuirá para a conscientização da sociedade sobre a importância da inclusão e da valorização da neurodiversidade. A viabilidade de operacionalização e execução do projeto se dá pela articulação com profissionais da área da saúde, psicologia e assistência social, que poderão contribuir com escuta qualificada, orientações e atividades com ganhos terapêuticos para os cuidadores, crianças e adolescentes que serão assistidos pelo projeto. Também, garantir parcerias com instituições e organizações que atuam na área do autismo, como a Associação União de Pais e Pessoas Autistas de Roraima - UPPARR, com a finalidade de articular ações e ofertar o apoio necessário para a realização das atividades propostas.Diante do exposto, a realização do projeto se apresenta como uma iniciativa fundamental para promover o bem-estar e qualidade de vida de famílias que lidam com o autismo, contribuindo para a inclusão e o desenvolvimento saudável dessas pessoas em nossa sociedade. |
| Saúde na comunidade dos praticantes de voleibol interna e externa de Boa Vista - Roraima |
O esporte é um dos conteúdos a serem trabalhados na escola pelo profissional deEducação Física. O voleibol é um dos esportes que é mais praticado no mundo todo e é um esportesimples de ser jogado. A prática do voleibol tem que haver um planejamento tendoconhecimento baseados nos autores para uma metodologia para o ensino do esporte.Pensando nisso desenvolvemos esse projeto que visa melhorar a saúde e qualidade e de vida, de maneira didática, prazerosa e profissional para o público interno e externo do Campus Boa Vista (CBV), através do voleibol e incentivar a prática esportiva nas alunas envolvidas. Seu principal objetivo é melhorar a coordenação motora, socialização, integração e habilidade cognitiva e contribuir com seu desenvolvimento educativo e consequentemente formar um praticantes capaz de praticar o voleibol de maneira técnica e salutar. Voleibol o segundo esporte mais praticado no Brasil e o quinto no mundo, e atende uma grande demanda de pessoas. Esse projeto visa usar esse esporte como ferramenta de trabalho e desenvolvimento desse projeto pois possui uma grande demanda. |
Marco Jose Mendonca de Souza |
CBV |
Em edição |
2026-03-18T00:00:00 |
2026-12-30T00:00:00 |
O Instituto federal de Roraima (IFRR) atende uma grande demanda de alunas e alunas do ensino médio, superior e externos. Dentre eles atletas, ex-atletas, população com comorbidades, interessados na prática do voleibol, alunos atrás da melhora da saúde e qualidade de vida, uma variedade enorme de pessoas interessadas no segundo esporte mais conhecido do Brasil, e o quinto mais conhecido do Mundo. Anualmente são ingressadas mais alunos no IFRR que se interessam pelo esporte, atualmente não existe nenhuma iniciativa dentro do instituto que proponha essa modalidade a qual a demanda é alta. Através dessa extensão podemos proporcionar o esporte, especialmente a modalidade de voleibol que contribui de diversas formas na formação escolar, física, mental e social das alunas. E desde já incentivando o exercício físico e o Desporto, incluindo o instituto em mais áreas do esporte roraimense. Posteriormente essas mesmos alunos praticantes podem se interessar em ingressar na graduação e pós graduação de Licenciatura em Educação Física, alunos formadas já no ensino médio do IFRR, melhorando não só o rendimento escolar, quanto o universitário da instituição. |
| Sentinelas da Água Urbana: Protótipo de Baixo Custo para Monitoramento de Níveis em Igarapés, Canais e Reservatórios para Suporte à Modelagem Hidrológica |
O presente projeto tem como objetivo desenvolver e implementar um protótipo de baixo custo capaz de aferir, registrar e armazenar dados de níveis de água em cursos d’água urbanos, contribuindo para o monitoramento hidrológico de microbacias e para a geração de séries históricas de dados ambientais. A aplicação inicial será realizada no município de Boa Vista, no estado de Roraima, com instalação dos dispositivos em pontos estratégicos das sub-bacias urbanas dos igarapés Mirandinha e Pricumã, áreas que apresentam influência direta da urbanização e alterações no comportamento hidrológico.A proposta caracteriza-se como uma iniciativa de Extensão Tecnológica e de Inovação, pois envolve o desenvolvimento de um novo dispositivo eletrônico de monitoramento hidrológico e, simultaneamente, a disponibilização de dados ambientais que poderão apoiar gestores públicos, pesquisadores e a sociedade no acompanhamento das variações de níveis de água em ambientes urbanos. O protótipo será desenvolvido nos laboratórios de eletrônica e eletrotécnica do Instituto Federal de Roraima – Campus Boa Vista, utilizando sensores ultrassônicos de distância, microcontroladores, sistemas de armazenamento de dados em cartões de memória e estrutura física produzida por impressão 3D.Após a etapa de desenvolvimento e validação em laboratório, os dispositivos serão instalados nas sub-bacias selecionadas para realização de um monitoramento hidrológico contínuo ao longo de aproximadamente 12 meses, com coleta periódica dos dados armazenados nos sensores. As informações obtidas serão organizadas em um banco de dados hidrológicos, permitindo análises relacionadas às variações de níveis de água e sua relação com eventos de precipitação, utilizando dados pluviométricos provenientes de estações automáticas operadas por instituições como CEMADEN e INMET.Além da geração de dados hidrológicos, o projeto possui forte caráter formativo, promovendo a integração interdisciplinar entre estudantes do curso Técnico em Eletrotécnica/Eletônica e do curso de Tecnologia em Saneamento Ambiental, que participarão tanto do desenvolvimento do protótipo quanto das atividades de monitoramento em campo. Os resultados obtidos serão divulgados por meio de relatórios técnicos, mídias digitais e produção científica, incluindo a elaboração de um artigo para periódico e outro para evento científico.Dessa forma, o projeto busca contribuir para o desenvolvimento de tecnologias acessíveis para monitoramento ambiental, ampliar a disponibilidade de dados hidrológicos em microbacias urbanas e fortalecer a interação entre instituição de ensino, poder público e sociedade na busca por soluções inovadoras para a gestão sustentável dos recursos hídricos urbanos..Além da implementação inicial em Boa Vista, a tecnologia será concebida com arquitetura simples, modular e replicável, permitindo sua aplicação em outros municípios brasileiros que enfrentam limitações no monitoramento hidrológico urbano. Dessa forma, o projeto contribui para a disseminação de tecnologias acessíveis, para a geração de informações ambientais relevantes e para o fortalecimento da interação entre universidade, poder público e sociedade, promovendo soluções inovadoras voltadas à gestão sustentável das cidades. |
Deividy Kaik de Lima Araujo |
CBV |
Em execução |
2026-08-01T00:00:00 |
2027-02-25T00:00:00 |
A urbanização tem provocado mudanças significativas na dinâmica hidrológica das bacias hidrográficas, especialmente em ambientes urbanos onde o aumento da impermeabilização do solo reduz a infiltração e intensifica o escoamento superficial. Esse processo resulta em respostas hidrológicas mais rápidas e aumento da frequência de eventos de alagamento, demandando maior capacidade de monitoramento e gestão dos sistemas de drenagem urbana (Tucci, 2007; Fletcher et al., 2013). No contexto brasileiro, esse desafio torna-se ainda mais relevante devido ao crescimento urbano acelerado observado nas últimas décadas, muitas vezes acompanhado por limitações na infraestrutura de monitoramento hidrológico.Apesar da importância do monitoramento hidrológico para o planejamento urbano e a gestão de riscos, a disponibilidade de dados observados de nível e vazão em cursos d’água de pequena escala ainda é bastante limitada no Brasil. As redes hidrometeorológicas existentes, em grande parte operadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), concentram-se principalmente em rios de médio e grande porte, deixando lacunas importantes no monitoramento de microbacias e cursos d’água urbanos (ANA, 2022). Essa carência de dados é particularmente crítica em microbacias urbanas, onde a variabilidade hidrológica pode ser significativa e altamente influenciada pelo uso e ocupação do solo (McMillan et al., 2017).A escassez de dados observados dificulta o desenvolvimento de estudos hidrológicos mais robustos, limita a calibração e validação de modelos hidrológicos e compromete a capacidade de planejamento de sistemas de drenagem urbana. Modelos hidrológicos do tipo chuva–vazão, amplamente utilizados para simular o comportamento hidrológico de bacias, dependem fortemente de dados observacionais para garantir maior confiabilidade em suas estimativas (Beven, 2012). Dessa forma, ampliar a disponibilidade de séries históricas de dados hidrológicos torna-se uma necessidade fundamental para o avanço das pesquisas e para a melhoria das estratégias de gestão urbana.Nesse contexto, o desenvolvimento de tecnologias acessíveis de monitoramento hidrológico representa uma oportunidade relevante para ampliar a coleta de dados em ambientes urbanos. Avanços recentes na área de sensores de baixo custo e sistemas embarcados têm permitido a construção de dispositivos capazes de monitorar variáveis hidrológicas com custos significativamente menores que os sistemas tradicionais (Lowry & Fienen, 2013; Tauro et al., 2018). Esses sistemas apresentam grande potencial para aplicação em redes de monitoramento distribuídas, especialmente em regiões onde há restrições orçamentárias para implantação de estações hidrológicas convencionais.Diante desse cenário, o presente projeto propõe o desenvolvimento e implementação de um protótipo de baixo custo para monitoramento de níveis de água em cursos d’água urbanos, inicialmente aplicado às sub-bacias dos igarapés Mirandinha e Pricumã, no município de Boa Vista (RR). A proposta busca contribuir para a geração de séries históricas de dados hidrológicos observados, ampliar a disponibilidade de informações ambientais em microbacias urbanas e fortalecer iniciativas de monitoramento ambiental com potencial de replicação em outros municípios brasileiros. Além disso, o projeto integra atividades de extensão tecnológica e inovação, promovendo a formação interdisciplinar de estudantes e a disseminação de tecnologias aplicadas ao monitoramento hidrológico urbano. |
| Projeto de Extensão Les Unique 2026 |
Projeto de extensão, executado através do Grupo de Dança LES UNIQUE, que tem por objetivo utilizar a dança como ferramenta para a criação de cidadania, autoconhecimento, acesso às artes, à cultura empreendedora, à Economia Criativa e ao desenvolvimento de comportamentos atitudinais profissionais demandados pelo atual mercado de trabalho, aos seus participantes. Projeto totalmente gratuito, aberto à comunidade interna e externa do IFRR. Tem duração de 7(sete) meses. O Projeto não demanda custos, além dos normais, já provisionados no funcionamento regular do IFRR - CBV. O Projeto se justifica pela, ainda atual, grande carência, de forma gratuita, nas escolas públicas de Ensino Médio, de atividades culturais endereçadas, principalmente, a adolescentes e adultos jovens, na faixa etária de 15 a 25 anos, mesmo já sendo lei federal que este tipo de atividade seja desenvolvida nas escolas, dentro de sua matriz curricular. Público-alvo, este constantemente exposto a riscos sociais por conta de tempo ocioso e sem grandes direcionamentos para suas energias e capacidades. esta faixa etária proposta não exclui nenhuma outra acima de 25 anos e todos os interessados serão bem vindos pois a prática e a democratização da arte e da cultura é para todos.A Educação é, sabidamente, caminho mais do que comprovado, para a inclusão, a cidadania e a autonomia do indivíduo perante a sociedade e todas as ferramentas e formas inovadoras de sua aplicação sempre foram estimuladas e bem-vindas, As atividades deste Projeto de Extensão se propõem a colaborar para este processo ensino-aprendizado ser mais eficiente. |
Orlando Marinho Cerqueira Junior |
CBV |
Em edição |
2026-04-17T00:00:00 |
2026-10-09T00:00:00 |
O uso da dança, e principalmente das danças urbanas, por combinar o movimento, a arte e a música, torna-se uma excelente ferramenta para a abordagem e repasse de diversos elementos culturais, éticos, comportamentais e de cidadania, tão necessários nesta etapa de formação da personalidade na vida do jovem preparando-o para a vida adulta. O estabelecimento de metas para o grupo constitui-se em desafio normalmente apreciados por este público-alvo.O Projeto procura atender, em seu programa, a maioria destas carências e propor metas ousadas aos seus participantes. A dança usada é apenas uma ferramenta para mostrar aos participantes, exigências cobradas no mercado de trabalho: capacidade de trabalhar em equipe, empreendedorismo, compromisso, responsabilidade, ética, criatividade, iniciativa, hierarquia e metas, dentre outros. Conhecimentos estes que serão úteis em qualquer área na qual atuem profissionalmente no futuro. A maioria dos cursos de formação do IFRR contempla alguns componentes curriculares que repassem elementos desse tipo.O Projeto Les Unique se propõe a fazer isso utilizando a cultura e a dança. O mesmo, com este foco e objetivos, já existe desde o final de 2013 e tem alcançado, com sucesso, ótimos resultados nestes mais de 13 anos de existência. |
| Treinamento de Goleiros de Futsal - 2026 |
Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de habilidades específicas para goleiros de futsal, com foco jovens do sexo masculino até 21 anos, realizado no Instituto Federal de Roraima – Campus Boa Vista. As sessões de treinamento ocorrerão todas as quintas-feiras, das 20h às 22h, no ginásio poliesportivo da instituição. O foco será a capacitação técnica e tática, aprimorando os fundamentos e as habilidades necessárias para a atuação eficaz na posição de goleiro, como posicionamento, defesa, jogo com os pés, leitura de jogo e condicionamento físico. Além disso, busca promover a integração social dos participantes, a disciplina e o espírito de equipe. |
Rodrigo Viana Bezerra |
CBV |
Em execução |
2026-03-12T00:00:00 |
2026-12-15T00:00:00 |
A posição de goleiro no futsal é uma das mais exigentes e específicas dentro de qualquer modalidade esportiva coletiva. No futsal, o goleiro não se limita a defender o gol, mas também deve ser capaz de participar ativamente da construção de jogadas e ter habilidades técnicas que o tornem um jogador completo. Apesar da importância dessa função, muitos jovens goleiros enfrentam dificuldades em desenvolver as habilidades necessárias para atuar de forma eficiente em alto nível.O projeto se justifica pela necessidade de oferecer treinamentos especializados para goleiros, visando aprimorar suas habilidades e preparar os jovens para competições em diferentes níveis. Ao focar nas técnicas específicas de goleiro e na importância da formação física, tática e mental, o projeto contribui para o aumento da qualidade técnica dos jovens atletas, além de incentivar o trabalho em equipe, o fair play e a convivência saudável entre os participantes. |
| CAMSOM: Formando Instrumentistas |
O Projeto de Formação de Instrumentistas para Banda Sinfônica visa capacitar alunos do IFRR/CAM bem como membros da comunidade em geral para que possam formar e auxiliar na construção da primeira Banda Sinfônica desta Região. Observando a comunidade local, percebe-se a falta de projetos voltados para a cultura de uma forma continuada. Banda Sinfônica é uma formação musical em que predominam instrumentos de sopro e percussão. Dedica-se à difusão da música de concerto e ao incentivo de novas composições e arranjos para esta formação instrumental. O Projeto Formação de Instrumentistas já desenvolvido anteriormente pelo Programa de Bolsa Acadêmica de Extensão objetiva oportunizar o ensino da música, visando a iniciação musical de crianças e jovens e a participação em bandas sinfônicas. O IFRR- CAM disponibiliza aos alunos os instrumentos como: instrumentos de banda base, flauta doce, instrumentos de sopro e instrumentos de percussão, despertando a capacidade de ouvir e compreender a música de forma crítica, contribuindo assim no aprimoramento e na formação de plateias, apresentando diversos ritmos musicais, bem como aprecia-los, identifica-los, estimulando a sensibilidade rítmica, percepção auditiva, coordenação motora. Assim todos os participantes recebem a oportunidade de um aprendizado musical estruturado, já é esperado que o Projeto atenda mais de 50 alunos tanto da Sede Vila Brasil-Amajari como de algumas comunidades das proximidades. |
Lucas Correia Lima |
CAM |
Em execução |
2026-03-23T00:00:00 |
2026-09-30T00:00:00 |
A formação de Instrumentistas para uma Banda Sinfônica é um projeto cultural que visa tirar o jovem da ociosidade, dar oportunidade de aprender uma arte fazendo com que ele tenha uma nova perspectiva de vida social e de trabalho na área de musica.Entendemos que uma política cultural consistente não é aquela que centra sua atenção em eventos isolados, e sim a que desenvolve ações continuadas visando resultados a médio e longo prazo. Cabe a todos nós a articulação dos mecanismos dispostos pelo Estado, conjuntamente com outras iniciativas, que sejam privadas ou de outras organizações, criando assim, um intercambio entre as várias linguagens, e com isso potencializando o surgimento de novos talentos. Em Amajari quem deseja ter uma formação musical tem que recorrer às escolas de música em Boa Vista (que fica aproximadamente 150 Km deste Município) o que se torna inviável para a maioria dos moradores. Desta forma, a proposta é oferecer a oportunidade de um aprendizado musical estruturado, gratuito, que se constitua em um espaço democrático onde todos independente de condição social, possam ter acesso a uma arte que é valiosa culturalmente e enriquecedora do ponto de vista educativo. |
| Práticas Esportivas Comunitárias: Integração Social, Saúde e Desenvolvimento Humano no IFRR - Campus Amajari |
O Projeto proposto visa oportunizar a prática de gincanas, voleibol, queimada, atletismo, tênis de mesa e futsal para interação social entre indígenas, estrangeiros, não indígenas, servidores e egressos no ambiente escolar do Instituto Federal de Roraima - Campus Amajari (IFRR -CAM). Adolescentes e crianças que residem na Vila Brasil não possuem local para prática esportivas ou praça pública e isso acaba gerando situações que deixam principalmente as crianças e adolescentes em uma grande vulnerabilidade social, sendo que os locais improvisados para práticas esportivas são locais afastados desprovido de iluminação e segurança. No município de Amajari-RR, a diversidade populacional está estampada nos rostos, nos sotaques, nas línguas das diferentes etnias, como também dos estrangeiros vindos da Venezuela, todo esse contexto está fora e também do lado de dentro do Instituto Federal de Roraima - Campus Amajari com mais de 120 alunos (as) alojados (as), sendo que muitos deles, passam meses sem poderem regressar para as suas residências por falta de recursos financeiros para pagar o transporte. Quando abordamos o assunto sobre identidade cultural no contexto escolar, estamos envolvendo questões de valores que, para alguns alunos, são importantes, que marcam sua história e para muitos, fortalecidos pela globalização, apenas um assunto passageiro. Entendemos que uma política cultural consistente não é aquela que centra sua atenção em eventos isolados, e sim a que desenvolve ações continuadas visando resultados a médio e longo prazo. A prática de esportes é um direito que está assegurado na Constituição Federal brasileira e no Estatuto da Criança e do Adolescente. O esporte é para todos, e deve ser praticado com respeito à diversidade e às condições físicas e psicológicas de cada pessoa |
Lucas Correia Lima |
CAM |
Em execução |
2026-03-16T00:00:00 |
2026-12-10T00:00:00 |
No município de Amajari-RR, a diversidade populacional está estampada nos rostos, nos sotaques, nas línguas das diferentes etnias (Macauxi, Taurepang, Whapixana, Xiriana, Yekuana e Sapará), como também dos estrangeiros vindos da Venezuela a procura de um novo começo de vida buscando apoio do povo brasileiro, todo esse contexto está do lado de dentro do Instituto Federal de Roraima Campus Amajari com mais de 120 alunos (as) alojados que passam meses sem poderem regressar para as suas residências por falta de recursos financeiros para pagar o transporte (as) e também do lado de fora, na Vila Brasil, sede do Município. Quando abordamos o assunto sobre identidade cultural no contexto escolar, estamos envolvendo questões de valores que, para alguns alunos, são importantes, que marcam sua história; e para muitos, fortalecidos pela globalização, apenas um assunto passageiro. A maneira como será repassado esse conhecimento irá dizer se essa prática educativa deve buscar transformações ou a manutenção do público onde está inserido; não será apenas as práticas esportivas que vai determinar a direção, e sim a didática, o modo de como o conhecimento é transmitido.Cabe a todos nós a articulação dos mecanismos dispostos pelo Estado, conjuntamente com outras iniciativas, que sejam privadas ou de outras organizações, criando assim, um intercambio entre as várias linguagens, e com isso potencializando o surgimento de novos talentos. O projeto proposto na verdade já é uma procura de jovens Egressos do IF CAM, adolescentes e crianças que residem na Vila Brasil que não possuem local para praticar atividades esportivas e praça pública e isso acaba gerando situações que deixam principalmente as crianças e adolescentes em uma grande vulnerabilidade social, sendo que os locais improvisados para práticas esportivas são locais afastados desprovido de iluminação e segurança, o que ocasionou no final do ano passado (2023) dois casos de violência sexual contra duas crianças de aproximadamente 12 anos. Durante o ano de 2024 ma de alunos de voleibol, no qual, integrantes do time desenvolviam projetos da prática deste esporte trazendo crianças e adolescentes da comunidade para dentro da Instituição estimulando a prática esportiva e uma vida saudável. Muitos desses alunos/atletas egressos ainda residem na Vila Brasil e sempre nos relatam sobre a falta de espaços para a prática esportiva o que acaba gerando um grande quantitativo de indivíduos com espaço/tempo ociosos. Desde o ano de 2020 não foi criado no Campus Amajari algum projeto voltado para as práticas esportivas, e isso também é bem discutido entre os alunos alojados, que em muitos momentos se reúnem ao entardecer para relembrar as brincadeiras de infância ajudando na socialização cultural e interação social. A aprovação deste projeto é aguardo por membros da comunidade e irá trazer um grande impacto positivo social na vida de muitos adolescentes e crianças desprovidos de espaços para práticas esportivas. |
| Recursos naturais e produção alimentícia no TI Yanomami |
x |
Danielle Cunha de Souza Pereira |
CAM |
Em edição |
2026-02-04T00:00:00 |
2026-08-05T00:00:00 |
|
| Fortalecimento a produção piscícola através de Boas Práticas de Manejo |
O último levantamento estatístico da produção aquícola, divulgado pela Peixe BR (2025), revelou que a produção de peixes nativos apresenta declínio desde 2023. A região Amazônica, principal polo produtor, encerrou o período com uma queda de 1,81% em relação a 2024. Nesse cenário, a economia inclusiva visa fortalecer a cadeia produtiva do pescado na Amazônia — abrangendo comunidades indígenas, tradicionais, lideranças femininas e pequenos produtores —, com o intuito de conservar a floresta, garantir a segurança alimentar e produzir proteína de alta qualidade nutricional. Diante disso, este projeto objetiva prestar assistência técnica a três famílias de pequenos piscicultores no sul de Roraima, utilizando a necropsia como procedimento técnico para identificar alterações anatômicas e patológicas. A partir desses resultados, busca-se diagnosticar agentes etiológicos e enfermidades, fornecendo orientação técnica especializada para prevenir mortalidades e mitigar prejuízos financeiros. |
Isamilde Rosa de Carvalho |
CNP |
Não Enviado |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
A piscicultura no Sul de Roraima, com destaque para os municípios de Caracaraí, Rorainópolis, Caroebe e São João da Baliza, consolidou-se como uma alternativa econômica vital para a subsistência e o desenvolvimento da agricultura familiar. No entanto, a sustentabilidade dessa atividade é frequentemente ameaçada por gargalos sanitários. A carência de assistência técnica contínua nas propriedades resulta em elevados índices de mortalidade sem diagnóstico, o que compromete diretamente a segurança alimentar e a rentabilidade das famílias produtoras.Atualmente, observa-se que muitos pequenos produtores atribuem a perda de lotes exclusivamente a fatores ambientais, como "problemas na água" ou "falta de oxigênio", negligenciando a ação de patógenos silenciosos, incluindo bactérias, protozoários e helmintos. Essa lacuna no diagnóstico técnico induz ao uso indiscriminado e empírico de produtos químicos e antibióticos, elevando os custos de produção e gerando graves riscos ambientais e de resistência bacteriana.Nesse cenário, o presente projeto justifica-se pela necessidade de oferecer às famílias beneficiadas um atendimento técnico-científico especializado, focado na utilização da necropsia como ferramenta diagnóstica precisa. A intervenção visa não apenas a melhoria da produtividade e a garantia de uma proteína de qualidade, mas também o fortalecimento da economia local.Ademais, a iniciativa promove uma integração essencial entre a comunidade acadêmica e os produtores, permitindo que o Instituto Federal de Roraima (IFRR) cumpra seu papel social. Através de práticas pedagógicas do curso Técnico em Aquicultura, o conhecimento gerado em sala de aula é devolvido à sociedade, transformando a realidade técnica do campo e capacitando as famílias para uma gestão sanitária eficiente e sustentável. |
| Arte Consciente: Criatividade e Sustentabilidade na Escola |
A arte desempenha um papel essencial no desenvolvimento humano, especialmente durante a infância. No ensino fundamental, as atividades artísticas estimulam a criatividade, a imaginação e a capacidade de expressão crítica, reflexiva e lúdica dos alunos. Além disso, contribuem para o desenvolvimento da coordenação motora, do senso estético como arte e ideologia e do equilíbrio emocional nessa sociedade moderna.Atualmente, muitos materiais que descartamos — como papel, papelão e garrafas plásticas — poderiam ser reaproveitados ou reciclados, tornando o lixo em luxo. Ensinar as crianças a transformar esses materiais e ressignificar seus valores ajuda não apenas a preservar o meio ambiente, mas também a repensar o consumo e o descarte no dia a dia.O projeto em tela propõe oficinas de arte utilizando materiais reutilizáveis. Os alunos aprenderão a criar folhas recicladas para desenho, montar cavaletes sustentáveis, confeccionar esculturas com papel reaproveitado e pintar com tinta guache, explorando cores, formas e efeitos de maneira lúdica.As atividades também estimularão paciência, atenção e concentração, enquanto proporcionam momentos de diversão e aprendizagem. Além disso, abordarão temas como sustentabilidade e responsabilidade ambiental, mostrando que pequenas ações podem gerar grandes transformações. |
Denison Rafael Pereira da Silva |
CBV |
Não Enviado |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-07-07T00:00:00 |
Muitas escolas enfrentam dificuldades para obter materiais artísticos, sobretudo pela questão orçamentária e financeira, o que limita o desenvolvimento de atividades criativas. Ao mesmo tempo, diversos materiais descartados no dia a dia das pessoas podem ser reaproveitados, como caixas, papéis e garrafas plásticas.Utilizar estes materiais recicláveis nas atividades escolares mostra que é possível criar arte, ressignificar os espaços e as coisa a partir de objetos simples e acessíveis. Essa prática também contribui para conscientizar e sensibilização as pessoas sobre a importância da sustentabilidade e do cuidado com o meio ambiente, além de promover valores como responsabilidade e criatividade. |
| Tecnologias Assistivas e Lazer Inclusivo: Oficina de Acessibilidade na Feira Gamer do IFRR. |
Este projeto de extensão visa promover a inclusão digital e o direito ao lazer de pessoas com deficiência através do uso de tecnologias assistivas no contexto de jogos eletrônicos. A ação será desenvolvida como um miniprojeto integrante da Feira Gamer, demonstrando o uso de dispositivos adaptados, como o Xbox Adaptive Controller e mouses oculares, para alunos e membros da comunidade com mobilidade reduzida. O objetivo é sensibilizar o público externo e proporcionar uma experiência prática de acessibilidade, reduzindo barreiras tecnológicas e sociais em Roraima. |
Vinicius Tocantins Marques |
CBV |
Não aceito |
2026-03-06T00:00:00 |
2026-05-29T00:00:00 |
Atualmente, o acesso a jogos e tecnologias digitais ainda é restrito para pessoas com limitações motoras ou sensoriais devido à falta de adaptações nos equipamentos convencionais. Este projeto se justifica pela necessidade de demonstrar que a tecnologia pode ser uma ferramenta de inclusão social e reabilitação, atendendo às diretrizes do edital de promover a interação dialógica com a comunidade e o impacto na formação do estudante. A ação está alinhada ao ODS 10 (Redução das Desigualdades), focando em um público que frequentemente é excluído dos grandes eventos tecnológicos. |
| Projeto de Extensão: Design Reciclável - Educação Ambiental e Criatividade por Meio da Reutilização de Resíduos |
O projeto de extensão Design Reciclável propõe o desenvolvimento de oficinas práticas de educação ambiental voltadas a estudantes do curso técnico em Design Integrado ao Ensino Médio do IFRR – Campus CBVZO e à comunidade escolar do entorno, com duração de três meses (abril a junho de 2026). Por meio da reutilização criativa de resíduos sólidos, como garrafas PET, papelão, papel e embalagens diversas, o projeto estimula o pensamento crítico, o consumo consciente e a responsabilidade socioambiental, ao mesmo tempo em que desenvolve competências técnicas ligadas ao Design. A metodologia fundamenta-se em atividades práticas coletivas, integrando conhecimentos de design, sustentabilidade e gestão ambiental, com vistas à formação integral dos participantes, especialmente do estudante bolsista do curso técnico. Os resultados serão disseminados por meio de exposição das produções em eventos institucionais e publicação em mídias digitais do IFRR. O projeto envolve 01 coordenador, 01 estudante bolsista do técnico em Design Integrado ao Ensino Médio, atendendo a uma estimativa de 50 beneficiários diretos. Alinha-se aos ODS 4, 12 e 13 da Agenda 2030 e às diretrizes da Política de Extensão do IFRR, promovendo a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. |
Viviane Paludo Schultz |
CBVZO |
Não Enviado |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
A problemática dos resíduos sólidos urbanos representa um dos maiores desafios socioambientais da atualidade. Segundo o Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil 2024, o país gerou 80,96 milhões de toneladas de resíduos urbanos em 2023, com índices ainda insatisfatórios de reciclagem. Nesse contexto, a escola configura-se como locus privilegiado para a construção de valores ambientais e para o desenvolvimento de práticas sustentáveis, conforme preconiza a Política Nacional de Educação Ambiental (Lei n.º 9.795/1999), que estabelece a obrigatoriedade da temática ambiental em todos os níveis e modalidades de ensino.O projeto Design Reciclável responde a uma demanda concreta identificada no contexto do Campus CBVZO e de sua comunidade de entorno: a ausência de ações extensionistas sistemáticas que articulem a dimensão estética e criativa do design com a educação ambiental. Será executado por equipe composta por 01 coordenador e estudantes do curso técnico em Design Integrado ao Ensino Médio, sendo um deles bolsista do Pbaex.No contexto desse curso, o projeto contribui diretamente para o desenvolvimento de competências específicas da área (criatividade, projeto, experimentação com materiais) e de competências gerais (trabalho em equipe, comunicação, responsabilidade socioambiental), fortalecendo a integração curricular da extensão com a formação profissional do estudante.A proposta é viável operacionalmente, pois utiliza materiais de baixo custo obtidos por doação ou coleta seletiva, demandando apenas espaço físico e orientação técnica. Além disso, beneficia diretamente a comunidade escolar local, fortalecendo o vínculo entre o IFRR e a sociedade e respondendo às diretrizes da extensão institucional, em especial o impacto na transformação social e a interação dialógica. As atividades serão realizadas nas dependências do IFRR – Campus CBVZO, com convite aberto à comunidade escolar do entorno (pais, alunos de escolas vizinhas e grupos locais), garantindo demanda externa e atendimento majoritário a público não-interno, conforme diretrizes do edital. |