Projetos de Extensão

Título Resumo Coordenador Unidade Situação Início do projeto Fim do projeto Justificativa
Ciência no Cotidiano: Oficinas de Método Científico e Educação Ambiental em Escolas Públicas O projeto “Ciência no Cotidiano: Oficinas de Método Científico e Educação Ambiental em Escolas Públicas” tem como objetivo promover a divulgação científica e estimular o pensamento investigativo por meio da realização de oficinas práticas voltadas para estudantes da rede pública. A proposta busca aproximar o conhecimento científico da realidade dos participantes, utilizando experimentos simples e acessíveis que permitam compreender fenômenos químicos presentes no cotidiano.As atividades abordarão etapas do método científico, como observação, formulação de hipóteses, experimentação e análise de resultados, além de temas relacionados à educação ambiental e à sustentabilidade. O projeto será desenvolvido ao longo de três meses, por meio de oficinas educativas conduzidas com apoio de estudante extensionista do Instituto Federal de Roraima, que atuará como monitor nas atividades.Espera-se estimular o interesse pela ciência, desenvolver habilidades investigativas e promover a conscientização ambiental entre os participantes. Além disso, a iniciativa fortalece a interação entre o IFRR e a comunidade escolar, contribuindo para a formação científica e cidadã dos estudantes. Eliselda Ferreira Correa CBV Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A educação científica desempenha papel fundamental na formação de cidadãos críticos e conscientes sobre os fenômenos naturais e ambientais presentes no cotidiano. No entanto, muitos estudantes apresentam dificuldades em compreender conceitos científicos de forma contextualizada, especialmente quando o ensino ocorre predominantemente de maneira teórica e distante da realidade vivenciada pelos alunos.Nesse contexto, torna-se necessário desenvolver estratégias educativas que aproximem o conhecimento científico da prática cotidiana, estimulando a curiosidade, o pensamento investigativo e a compreensão dos fenômenos naturais por meio de atividades experimentais e investigativas. A realização de oficinas práticas baseadas no método científico possibilita que os estudantes participem ativamente do processo de construção do conhecimento, tornando o aprendizado mais significativo.Além disso, a abordagem de temas relacionados à educação ambiental e à sustentabilidade contribui para o desenvolvimento de atitudes responsáveis em relação ao uso e à preservação dos recursos naturais. Dessa forma, o projeto busca promover a divulgação científica, estimular o interesse pela ciência e fortalecer a interação entre o Instituto Federal de Roraima e a comunidade escolar, ampliando o acesso ao conhecimento científico e contribuindo para a formação cidadã dos estudantes.
Da amostragem de solo à recomendação: extensão rural com agricultores familiares da vicinal Trairi RESUMO O projeto propõe uma ação de extensão voltada ao manejo da fertilidade do solo em propriedades familiares da Vicinal Trairi, em Rorainópolis–RR, com foco na conversão do diagnóstico laboratorial em recomendações agronômicas aplicáveis à realidade produtiva local. O objetivo geral é atender 10 produtores por meio de coleta assistida de solo, análises químicas de fertilidade e devolutiva presencial com laudo interpretado e recomendações de calagem e adubação ajustadas à cultura de interesse. A metodologia será desenvolvida em fluxo contínuo, envolvendo mobilização e seleção dos participantes, definição da área e da cultura, coleta assistida com demonstração do trado artesanal Koneka, preparo e processamento das amostras no Laboratório de Solos do IFRR/CNP, determinação de atributos químicos e elaboração de laudos técnicos individualizados por produtor/talhão. Na etapa final, será realizada devolutiva presencial com orientação prática para leitura, interpretação e uso dos resultados, contando com a participação do bolsista como apoio pedagógico. Espera-se ampliar a autonomia dos produtores na amostragem e no uso do diagnóstico de fertilidade, reduzir erros de manejo, otimizar o uso de corretivos e fertilizantes e fortalecer a sustentabilidade produtiva local por meio de uma ação extensionista participativa e formativa.Palavras-chave: Agricultura familiar, Análise de solo, Calagem e adubação, Extensão rural, Manejo da fertilidade do solo. Carlos Henrique Lima de Matos CNP Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 JUSTIFICATIVA O manejo da fertilidade em propriedades familiares enfrenta o desafio de converter informações técnicas em decisões práticas. Frequentemente, o diagnóstico do solo é percebido pelo produtor como um dado laboratorial isolado, desconectado de sua rotina e da observação direta da área. Sem uma mediação que contextualize esses dados, os laudos são subutilizados e as práticas de calagem e adubação permanecem baseadas na tentativa e erro, elevando o risco de desperdício financeiro e impactos ambientais. Para superar esse distanciamento, o projeto intervém na etapa inicial: a amostragem. Por meio da coleta assistida a produtores da Vicinal Trairi, utilizando o trado artesanal desenvolvido no projeto Koneka, busca-se assegurar a representatividade das amostras e, simultaneamente, capacitar o agricultor sobre a importância técnica de cada etapa.Além da coleta, o projeto atua na interpretação dos resultados. Recomendações genéricas ou estritamente técnicas muitas vezes falham em se transformar em planos de ação exequíveis, pois não consideram as prioridades e a disponibilidade de recursos de cada família. A metodologia proposta prevê uma devolutiva presencial, onde o laudo e as recomendações de calagem e adubação são acompanhados de uma formação objetiva. O foco não é apenas a entrega de números, mas a tradução dos indicadores para uma linguagem acessível, permitindo que o produtor decida com segurança sobre doses, frequências e prioridades de manejo.Sob a ótica da extensão tecnológica, a ação evita o caráter de mera prestação de serviços. Ao envolver o produtor de forma participativa (da coleta à interpretação), promove-se a autonomia e a capacidade de interlocução técnica futura. Simultaneamente, a participação do estudante bolsista consolida o caráter educativo da proposta, proporcionando uma aprendizagem situada e fortalecendo o papel da instituição como mediadora de conhecimento no território.Pretende-se que os produtores atendidos compreendam o diagnóstico de suas áreas e implementem recomendações com maior critério técnico e eficiência econômica. Regionalmente, a ação fortalece o uso racional de insumos e a sustentabilidade produtiva em uma área onde a terra é o principal ativo das famílias. Por fim, a escala delimitada do projeto garante a viabilidade de execução dentro do cronograma do edital, assegurando a entrega de resultados consistentes e o registro qualificado de todas as etapas.
Conversação em Língua Inglesa para Integração Acadêmica e Fronteiriça entre Bonfim (Brasil) e Lethem (Guiana) Este projeto de extensão, intitulado "Conversação em Língua Inglesa para Integração Acadêmica e Fronteiriça entre Bonfim (Brasil) e Lethem (Guiana)", é uma iniciativa do IFRR CampusAvançado Bonfim. O objetivo central é promover a formação em conversação em inglês para estudantes, servidores e a comunidade local, visando fortalecer a integração cultural e linguística em uma região de fronteira onde o inglês é o idioma oficial do país vizinho, a Guiana. A proposta justifica-se pela intensa interação socioeconômica na região e pela Portaria MEC nº 157/2026, que facilita o deslocamento de servidores em cidades-gêmeas para missões acadêmicas. Com carga horária de 60 horas e modalidade presencial, o curso oferece 35 vagas e será executado entre abril e junho de 2026. A metodologia baseia-se em abordagens comunicativas e ativas, estruturada em quatro eixos: Curso de Conversação: Aulas práticas de speaking e listening. Grupos Focais: Prática de pronúncia, fluência e debates. Integração Cultural: Rodas de conversa, filmes e eventos interculturais. Mapeamento: Levantamento de demandas para futuros projetos de extensão. A equipe conta com a coordenação de um docente, além de servidores, um estudante bolsista e voluntários, incentivando o protagonismo discente. Espera-se, como resultado, a certificação dos participantes e o fortalecimento da cooperação acadêmica e social na fronteira.  Sandra Milena Palomino Ortiz CAB Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O município de Bonfim, localizado na região de fronteira entre o Brasil e a Guiana, mantém intensa interação social, cultural e econômica com a cidade de Lethem. A proximidade geográfica e as dinâmicas fronteiriças exigem competências linguísticas e interculturais que favoreçam a comunicação e a integração entre os povos.Nesse contexto, o domínio da língua inglesa torna-se uma competência estratégica para estudantes, servidores públicos e membros da comunidade, pois o inglês é amplamente utilizado na Guiana como idioma oficial e como língua de comunicação internacional.O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima, por meio de suas ações de extensão, possui o compromisso institucional de promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo a relação com a comunidade e contribuindo para o desenvolvimento social e regional .Além disso, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública do Campus Avançado Bonfim tem como objetivo formar profissionais capazes de compreender os contextos políticos, sociais e econômicos e atuar no planejamento e execução de projetos voltados ao desenvolvimento local e regional . Nesse sentido, projetos extensionistas que promovam a formação linguística e a integração cultural contribuem para a formação cidadã e profissional dos estudantes.Outro fator relevante para a viabilidade deste projeto é a Portaria MEC nº 157, de 13 de fevereiro de 2026, que desburocratiza o deslocamento de servidores federais da educação em cidades-gêmeas de fronteira, dispensando publicação no Diário Oficial da União para missões de trabalho de curta duração em países vizinhos. Essa medida facilita ações acadêmicas, científicas e extensionistas entre cidades fronteiriças.Dessa forma, o projeto propõe a oferta de um curso de formação em conversação em língua inglesa, aliado à organização de grupos focais de prática oral, atividades culturais e ações de integração linguística, incentivando também o protagonismo estudantil na condução das atividades.A proposta pretende contribuir para: fortalecimento da internacionalização em regiões de fronteira;   formação linguística da comunidade;   promoção da integração cultural entre Bonfim e Lethem;   formação prática de estudantes extensionistas do IFRR.
Construindo uma Escola Antirracista: A arte e a cultura como ferramentas de transformação social Este projeto propõe a implementação de práticas pedagógicas antirracistas na no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFRR – Campus CBVZO, em Boa Vista- Roraima, articulando a arte e a cultura, como ferramentas de transformação social, utilizado música, teatro, pintura, artes visuais, leituras e rodas de conversa, que destaquem a contribuição e importância da população negra e indígena no Brasi. O projeto compreende a escola como espaço estratégico para a promoção de justiça e equidade racial, assim, articulando  conhecimentos entre o IFRR e a comunidade externa que mora reside próxima ao campus, a proposta estrutura-se na articulação entre ensino, pesquisa e extensão, buscando fortalecer a autoestima dos alunos e bolsistas envolvidos, ampliando repertório cultural, contribuindo na construção do pensamento crítico-reflexivo e o entendimento da formação histórica do país, com o exercício da cidadania, com o desenvolvendo da empatia e com a busca da redução de práticas discriminatórias no ambiente escolar.  A partir das contribuições do saber sociológico, busca-se consolidar uma cultura institucional antirracista, capaz de influenciar práticas pedagógicas e a promoção da transformação estrutural. Assim, a iniciativa reafirma a educação como prática emancipadora e instrumento efetivo de construção democrática e combate às desigualdades sociais.  Valeria Patricia Araujo Silva CBVZO Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A implementação deste projeto, com foco na construção de uma escola antirracista, articulando música, teatro, pintura, arte e cultura no geral, justifica-se pela necessidade de promover reconhecimento, pertencimento e empatia entre nossos alunos, bolsistas e a comunidade externa, como as próprias famílias dos estudantes. Ao valorizar referências afro-brasileiras e indígenas e fomentar espaços de diálogo, o projeto contribui para o fortalecimento da autoestima dos alunos e familiares, amplia o repertório cultural de todos os estudantes e reduz conflitos baseados em estereótipos e preconceitos. A arte e a cultura, nesse contexto, funcionam como linguagem sensível de reconstrução simbólica e instrumento de transformação das relações sociais.Para a sociedade, a iniciativa possui relevância estratégica: ao atuar na base formativa, contribuirá para a consolidação de valores democráticos e de cidadania, de justiça, inclusão e equidade racial. A formação de sujeitos críticos desde os primeiros anos escolares impacta diretamente a construção de uma cultura de respeito às diferenças e as diversidades, fortalecendo a cidadania e prevenindo práticas discriminatórias futuras.No âmbito acadêmico, o projeto promove impacto significativo na formação dos bolsistas do IFRR. Inspirado na pedagogia crítica de Paulo Freire, articula ensino, pesquisa e extensão por meio da práxis, ação e reflexão. Os bolsistas desenvolvem competências pedagógicas, sensibilidade ética, capacidade de pesquisa de campo e produção científica, consolidando uma formação crítica e socialmente comprometida.A viabilidade e operacionalização do projeto, propõe desenvolver suas atividades em três meses. A dinâmica de aplicabilidade pode organizar-se em três etapas: (1) diagnóstico inicial e planejamento participativo; (2) desenvolvimento das oficinas com apresentações artístico-culturais e rodas de diálogo; (3) culminância com exposição e avaliação dos impactos. A periodicidade semanal permite acompanhamento contínuo, construção de vínculos com os jovens e familiares envolvidos, professores e gestores, e avaliação processual, garantindo consistência metodológica e resultados concretos em curto prazo.
A prática esportiva de voleibol para melhoria da qualidade de vida. A prática de atividade física proporciona ao indivíduo benefícios, entre eles: autoestima, o bem estar, melhoria da qualidade de vida, sendo fundamental para a prevenção de problemas de saúde. A atividade física previne uma série de doenças, como hipertensão, diabetes, infarto, obesidade, ansiedade e a depressão. A escolha da modalidade de voleibol se deu por ser um esporte que proporcionar uma grande interação entre os praticantes da modalidade. Promover a prática do voleibol para a comunidade como forma de auxiliar na saúde e qualidade de vidados praticantes, é o objetivo geral deste projeto. A realização e aplicação de treinamento através exercícios físicos sistematizados do voleibol será ofertada para a comunidade externa e interna do Campus Boa Vista, estimulando a prática esportiva como forma de garantir uma melhoria na qualidade de vida dos participantes, com idades a partir de 18 anos,  para o gêneros feminino e masculino, as aulas serão realizadas duas vezes na semana, ministrada por uma acadêmica e um egresso do curso de Licenciatura em Educação Física, no período de três meses, na quadra pedagógica do Campus Boa Vista. Contudo a prática do voleibol é uma atividade esportiva que ajuda a reduzir significativamente os riscos de contrair várias doenças — estando ligado, portanto, à relação entre saúde e bem-estar.   Fredson da Costa Ribeiro CBV Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-07-03T00:00:00 Atividades físicas são essenciais para prevenção de doenças. O dia a dia do ser humano, em decorrência ao tempo dedicado ao trabalho, estudos, tarefas de casa e cuidados com família são fatores que as impedem de realizar atividades físicas, bem como a falta de oferta de atividades físicas gratuitas por instituições que possam atender esse essa demanda.  A relevância do presente projeto se apresenta a partir da importância de realizar atividades físicas como forma de auxiliar a saúde física e biopsicossocial dos participantes envolvidos.   Este projeto sendo ofertado para a comunidade interna e externado Campus Boa Vista (CBV), buscam tornar vivo e potente os princípios da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão na vida de todos os envolvidos. As tendências comportamentais motivacionais do desempenho esportivo e suas variáveis são fatores relevantes e capazes de contribuir para o desenvolvimento do conhecimento científico e da sociedade do esporte como um todo, o qual apresenta um vasto campo a ser explorado(SAMULSKI,2002). Destaque-se ainda a concepção e a magnitude que o esporte vem assumindo na atualidade, ou seja, sua abrangência e legitimidade vêm paulatinamente crescendo. O esporte, proporciona do desde a infância, um potente instrumento na formação educacional dos sujeitos envolvidos, pois são constituintes da vida social, impulsionam relações entre pessoas e grupos, renovando vivências e laços de solidariedade, podendo proporcionar o desenvolvimento humano, gerando processos mais amplos de percepção e melhoria da qualidade de vida e saúde.
Corpos Dóceis, Corpos Livres: Ética Comportamental de Gênero e Enfrentamento à Violência contra a Mulher em Boa Vista/RR O presente projeto de extensão propõe a realização de oficinas formativas e rodas de conversa sobre ética comportamental de gênero junto a estudantes do Programa Partiu IF (3 turmas do 9º ano do Ensino Fundamental) e do Ensino Médio Técnico (2 turmas) do Campus Boa Vista do IFRR, tendo como eixo teórico a analítica do poder de Michel Foucault, articulada com os estudos feministas decoloniais e a legislação brasileira de proteção à mulher. O projeto visa promover, junto às 18 turmas atendidas, espaços de problematização das normas de gênero que sustentam a violência, incentivando a construção de "corpus civis" — corpos políticos capazes de exercer cidadania plena e resistência ética. A metodologia privilegia a interação dialógica por meio de oficinas temáticas adaptadas à faixa etária de cada público, cinedebates, produção de material informativo e articulação com a rede de proteção à mulher do município. Espera-se alcançar diretamente 540 estudantes, produzir uma cartilha digital sobre direitos e redes de apoio, e submeter os resultados ao Fórum de Integração do IFRR. Heitor Claro da Silva CBV Em execução 2026-04-01T00:00:00 2026-06-27T00:00:00 A violência de gênero contra as mulheres constitui uma das expressões mais graves da desigualdade estrutural que atravessa a sociedade brasileira. Em Roraima, os dados do Atlas da Violência e do Anuário Brasileiro de Segurança Pública revelam, sistematicamente, taxas de feminicídio e violência doméstica que figuram entre as mais elevadas do país, situando o estado em posição de alerta nacional. Essa realidade é produto de uma longa tradição de socialização diferenciada dos corpos, que naturaliza a subordinação feminina e legitima práticas de controle, intimidação e agressão.É nesse contexto que a reflexão sobre ética comportamental de gênero se torna urgente. Michel Foucault demonstrou que o poder opera sobretudo pela produção de subjetividades: os dispositivos disciplinares moldam corpos e afetos, gerando "corpos dóceis" — treinados para a obediência dentro de uma economia política determinada. Aplicada às relações de gênero, essa perspectiva permite compreender que a violência contra a mulher é efeito de tecnologias de poder que investem os corpos femininos de normas de docilidade, ao mesmo tempo em que autorizam nos corpos masculinos disposições de comando e controle.Roraima, com sua condição de estado fronteiriço, forte presença indígena e intensos fluxos migratórios, apresenta configuração social na qual essas dinâmicas assumem contornos específicos. A precariedade de equipamentos públicos de proteção e a persistência de valores patriarcais tornam ainda mais necessária uma intervenção que atue na raiz da produção de subjetividades violentas.O projeto justifica-se pela necessidade de criar espaços formativos que permitam a problematização das normas de gênero e a construção de uma ética comportamental orientada pela igualdade e pela autonomia dos sujeitos, promovendo a passagem de "corpos dóceis" a "corpus civis" — corpos políticos que exercem cidadania plena. A aplicação nas turmas do Partiu IF e do Ensino Médio Técnico justifica-se pela necessidade de intervir preventivamente junto a adolescentes em fase de formação identitária, período no qual as normas de gênero são internalizadas com maior intensidade.
Experimentação no ensino de Química com materiais de baixo custo: uma proposta educativa na unidade Estadual Ovídio Dias de Souza Muitos estudantes apresentam dificuldades no aprendizado de Química, principalmente porque, frequentemente, os conteúdos são abordados apenas de forma teórica e por ser considerada uma disciplina difícil. Esse modelo de ensino, baseado predominantemente na transmissão de conhecimentos, limita o desenvolvimento de habilidades investigativas e reduz o interesse pela disciplina. Ressalta-se que a ausência de laboratório e a escassez de reagentes, equipamentos e solventes destinados às aulas experimentais é um fator limitante, não impede a realização de atividades práticas, uma vez que diversos experimentos podem ser desenvolvidos utilizando materiais simples e de baixo custo, acessíveis ao cotidiano dos estudantes. Nesse contexto, o presente projeto de extensão tem como objetivo promover a aprendizagem significativa de conceitos químicos por meio da realização de experimentos didáticos de baixo custo na Escola na Unidade Estadual Ovidio Dias de Souza, relacionando os conteúdos teóricos com situações do dia a dia. A metodologia envolverá a realização demonstrações experimentais e atividades investigativas em sala de aula, utilizando materiais alternativos facilmente encontrados. Espera-se que a proposta contribua para tornar o ensino de Química mais dinâmico, estimulando a curiosidade científica, o pensamento crítico e a participação ativa dos estudantes no processo de aprendizagem. Weider Henrique Pinheiro Paz CAM Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O ensino de Química na educação básica ainda enfrenta desafios, especialmente pela dificuldade dos estudantes em compreender conceitos abstratos e relacioná-los ao cotidiano. Em muitas escolas públicas, as aulas são predominantemente teóricas, o que contribui para a percepção da disciplina como difícil e distante da realidade dos alunos. Além disso, a falta de laboratórios equipados e a escassez de reagentes e materiais limitam a realização de atividades experimentais, fundamentais para a construção do conhecimento científico. Nesse contexto, o presente projeto justifica-se pela necessidade de promover estratégias didáticas que tornem o ensino de Química mais acessível, dinâmico e significativo. A proposta será desenvolvida na Unidade Estadual Ovídio Dias de Souza, envolvendo estudantes do IFRR (bolsista e colaborador) com os participantes da escola atendida, caracterizando-se como uma importante ação de extensão que aproxima o Instituto Federal da comunidade escolar externa. Dessa forma, a escola atua como parceira no desenvolvimento das atividades, possibilitando a interação entre o instituto com os estudantes da comunidade.Os beneficiários diretos do projeto serão os estudantes da Unidade Escolar Ovídio Dias Souza, que terão a oportunidade de vivenciar atividades experimentais que serão desenvolvidas nesta escola, utilizando materiais alternativos e de baixo custo, muitas vezes presentes no cotidiano. Essa abordagem visa contribuir no despertar do interesse dos estudantes, estimular a curiosidade científica e favorecer a compreensão de conceitos químicos por meio da experimentação e da investigação.Além do impacto social, o projeto também possui relevância acadêmica, pois proporcionará aos estudantes envolvidos (bolsista e voluntário) a oportunidade de desenvolver habilidades relacionadas à prática extensionista (entre ensino, pesquisa e extensão), à divulgação científica e à mediação do conhecimento. A viabilidade do projeto está fundamentada na utilização de experimentos simples e seguros, coma utilização de Equipamento de Proteção Individual (EPI) realizados com materiais de fácil acesso e baixo custo, o que possibilita sua execução mesmo em ambientes sem infraestrutura laboratorial. Assim, a proposta apresenta condições concretas de operacionalização, podendo ser desenvolvida diretamente em sala de aula ou em espaços escolares disponíveis, garantindo a realização das atividades planejadas e ampliando o acesso dos estudantes à experimentação científica.Além disso, a proposta está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentavel (ODS) 4 - Educação de Qualidade, estabelecido pela Organização das Nações Unidas, que visa assegurar uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, além de promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos, favorecendo o desenvolvimento do pensamento científico e o interesse dos estudantes pela área de Ciências.
Jogos Didáticos no Ensino de Química O ensino de Química na educação básica ainda enfrenta desafios relacionados à dificuldade dos estudantes em compreender conteúdos considerados abstratos e extensos, como teoria atômica, ligações químicas e tabela periódica. Muitas vezes, as aulas são conduzidas de forma predo-minantemente teórica, o que contribui para a desmotivação dos alunos e para a percepção da disciplina como difícil. Nesse contexto, metodologias alternativas, como os jogos didáticos, têm se destacado como importantes ferramentas pedagógicas capazes de tornar o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico, participativo e significativo. O presente projeto de extensão tem como objetivo desen-volver e aplicar jogos didáticos de Química com estudantes da Escola Estadual Ovídio Dias de Souza. Os jogos serão elaborados com auxílio de softwares gráficos, como o Photoshop, abordando conteúdos de teoria atômica, ligações químicas tabela periódica. As atividades envolverão a construção, aplicação e discussão dos jogos em sala de aula, estimulando a participação ativa dos estudantes e a compreensão dos conceitos químicos. Espera-se que a utilização dessa metodologia lúdica contribua para melhorar o interesse dos alunos pela disciplina, facilitar a assimilação dos conteúdos e fortalecer o processo de ensino-aprendizagem em Química. Weider Henrique Pinheiro Paz CAM Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O ensino de Química apresenta desafios significativos na educação básica, principalmente devido à complexidade de seus conteúdos e à dificuldade dos estudantes em relacioná-los com situações do cotidiano. Em muitos casos, as aulas são baseadas apenas na exposição teórica, o que contribui para a percepção da disciplina como extensa e difícil. Nesse contexto, a utilização de metodologias diferenciadas torna-se fundamental para tornar o processo de ensino mais atrativo e significativo.Entre essas metodologias, os jogos didáticos destacam-se como ferramentas pedagógicas capazes de estimular o interesse dos estudantes, favorecer a participação ativa e facilitar a compreensão de conceitos científicos. A proposta será desenvolvida com estudantes na Escola Estadual Ovídio Dias de Souza, que atuará como instituição parceira e polo de realização das atividades. O projeto busca fortalecer a integração entre o Instituto Federal e a comunidade escolar, contribuindo para a melhoria do ensino de Ciências/Química. Além do impacto educacional para os estudantes participantes, o projeto também contribui para a formação acadêmica dos estudantes envolvidos na execução das atividades, possibilitando o desenvolvimento de habilidades relacionadas à produção de materiais didáticos, mediação do conhecimento e divulgação científica. Além disso, a proposta está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentavel (ODS) 4 - Educação de Qualidade, estabelecido pela Organização das Nações Unidas, que visa assegurar uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, além de promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos. Ao utilizar jogos didáticos como estratégia pedagógica, o projeto contribui para tornar o processo de ensino-aprendizagem mais acessível, dinâmico e inclusivo, favorecendo o desenvolvimento do pensamento científico e o interesse dos estudantes pela área de Ciências.
Formação de Jovens Multiplicadores em Educação Financeira no IFRR Campus Bonfim O presente projeto de extensão tem como objetivo promover a formação de estudantes do Instituto Federal de Roraima – Campus Bonfim como jovens multiplicadores em educação financeira, capacitando-os para disseminar conhecimentos relacionados ao planejamento financeiro, organização do orçamento pessoal e familiar e práticas de consumo consciente. A iniciativa parte do reconhecimento de que a educação financeira constitui uma competência essencial para o desenvolvimento da autonomia, da tomada de decisões responsáveis e da melhoria da qualidade de vida dos indivíduos. A proposta está alinhada aos princípios da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, especialmente ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (Educação de Qualidade) e ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), ao incentivar o desenvolvimento de competências que contribuem para a autonomia financeira e para decisões econômicas mais conscientes. O projeto prevê a capacitação de cinco estudantes do ensino médio integrado (um bolsista e quatro voluntários), por meio de oficinas formativas que abordarão temas como planejamento financeiro, consumo consciente, organização do orçamento familiar, poupança e prevenção ao endividamento. Após essa etapa formativa, os estudantes atuarão como multiplicadores do conhecimento, realizando atividades de socialização e oficinas junto à comunidade acadêmica do campus e aos familiares dos estudantes. Espera-se alcançar entre 40 e 80 estudantes da instituição nas ações de multiplicação do conhecimento, além da participação estimada de familiares nas atividades propostas. Como resultados, pretende-se fortalecer o protagonismo estudantil, ampliar o acesso a informações sobre gestão financeira e estimular práticas de consumo consciente e planejamento financeiro no ambiente escolar e familiar. Dessa forma, o projeto busca contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes e responsáveis em relação ao uso dos recursos financeiros, ao mesmo tempo em que fortalece a integração entre ensino e extensão e amplia o impacto social das ações educativas desenvolvidas no âmbito da instituição. Juliana Silveira Marcondes CAB Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A educação financeira tem sido reconhecida como uma competência essencial para a formação cidadã, uma vez que contribui para o desenvolvimento da autonomia, da tomada de decisões responsáveis e do planejamento consciente dos recursos financeiros. Em um contexto social marcado pelo fácil acesso ao crédito, pelo consumo incentivado e pelo crescente endividamento das famílias brasileiras, torna-se fundamental promover ações educativas que auxiliem os indivíduos a compreender e administrar melhor suas finanças pessoais. Nesse cenário, iniciativas de educação financeira também dialogam diretamente com os princípios da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, especialmente com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 – Educação de Qualidade, que busca assegurar educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida, bem como com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico, ao incentivar o desenvolvimento de competências que favoreçam a autonomia financeira e a tomada de decisões econômicas responsáveis.Nesse sentido, instituições de ensino possuem papel estratégico na disseminação de conhecimentos que ultrapassem os conteúdos curriculares tradicionais e contribuam para a formação integral dos estudantes. O Instituto Federal de Roraima, enquanto instituição pública comprometida com o desenvolvimento social e educacional, apresenta-se como espaço privilegiado para a promoção de ações extensionistas voltadas à educação financeira.A presente proposta tem como foco a formação de jovens multiplicadores em educação financeira, por meio da capacitação de estudantes do IFRR – Campus Bonfim, que atuarão como agentes disseminadores de conhecimentos sobre planejamento financeiro, consumo consciente e organização do orçamento pessoal e familiar. A escolha dessa estratégia busca incentivar o protagonismo estudantil e fortalecer a aprendizagem colaborativa, permitindo que os estudantes desenvolvam habilidades de comunicação, liderança e responsabilidade social.Os principais beneficiários do projeto serão os estudantes participantes da formação (bolsista e voluntários), que terão a oportunidade de ampliar seus conhecimentos e desenvolver competências socioeducativas relevantes para sua formação acadêmica e cidadã. Além disso, a comunidade escolar do campus e os familiares dos estudantes também serão beneficiados, uma vez que as ações de multiplicação do conhecimento ocorrerão por meio de oficinas e atividades educativas voltadas a esse público, incentivando que os conhecimentos adquiridos sejam compartilhados também no ambiente familiar.Do ponto de vista acadêmico, o projeto contribui para a integração entre ensino e extensão, promovendo experiências formativas que estimulam o protagonismo juvenil, o trabalho em equipe e o desenvolvimento de competências relacionadas à responsabilidade financeira e social. Ademais, a iniciativa fortalece a cultura extensionista no campus ao incentivar que os estudantes atuem como agentes de transformação dentro da própria comunidade.Quanto à viabilidade de execução, o projeto apresenta estrutura simples e factível, considerando o período de três meses previsto para sua realização. As atividades serão desenvolvidas por meio de encontros formativos, oficinas participativas, produção de materiais educativos e ações de disseminação do conhecimento junto à comunidade acadêmica. A equipe executora contará com a coordenação de docente do campus e a participação de um estudante bolsista e quatro estudantes voluntários, garantindo apoio adequado à realização das atividades planejadas.Dessa forma, a proposta se apresenta como uma iniciativa relevante e viável, capaz de promover o desenvolvimento de competências financeiras entre os estudantes e de contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes em relação ao uso responsável dos recursos financeiros, ampliando o impacto social das ações educativas desenvolvidas no âmbito da instituição. 
Ballet para todos: arte em movimento na E. M. Raimundo Eloy Resumo: O projeto Ballet para Todos visa promover inclusão social, desenvolvimento motor, autoestima e acesso à arte para os estudantes da Escola Municipal Raimundo Eloy Gomes da comunidade nas imediações do Instituto Federal de Roraima - IFRR/Campus Boa Vista Zona Oeste - CBVZO de baixa renda. A proposta consiste na oferta gratuita de aulas de balé clássico adaptado, realizadas semanalmente, com metodologia lúdica e inclusiva. O público-alvo será composto por crianças de 7 a 12 anos matriculadas na referida escola. Serão trabalhadas habilidades físicas, cognitivas e socioemocionais por meio da dança. A execução ocorrerá ao longo de quatro meses, com acompanhamento pedagógico, registros fotográficos e listas de freqüência, e culminando com uma aula imersiva com visitação e participação na PINK BALLET SCHOOL, que entrará como parceira nesse processo. Espera-se como resultado a melhoria da coordenação motora, disciplina, expressão corporal e interação social dos participantes, além de fortalecer o vínculo entre instituição e comunidade. O projeto contribuirá para a formação acadêmica dos estudantes extensionistas envolvidos e ampliará o acesso à cultura em territórios socialmente vulneráveis. Valerio Ramalho da Silva CBVZO Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00  Justificativa A arte é instrumento de transformação social, que possibilita o desenvolvimento integral do indivíduo. O ballet, enquanto linguagem artística e expressão corporal, promove disciplina, coordenação motora e de movimentos, consciência corporal e fortalecimento da autoestima, bem como desenvolve habilidades cognitivas, sociais, necessárias para o bom desenvolvimento intelectual.Em comunidades em situação de vulnerabilidade social, o acesso às atividades culturais e artísticas é limitado, o que restringe oportunidades de desenvolvimento socioemocional e cultural. Assim, o presente projeto propõe a oferta gratuita de aulas de ballet para crianças e adolescentes da comunidade, promovendo inclusão, cidadania e valorização cultural, oportunizando assim, momentos de trocas e vivências sociais positivas.Com isso, a implementação deste projeto contribuirá de forma significativa para democratizar o acesso à cultura e fortalecer políticas públicas de inclusão social. O impacto social inclui redução da ociosidade, estímulo e fortalecimento comunitário enquanto instituição.
Projeto: Raízes da Sabedoria – Horta Orgânica de Plantas Medicinais em Roraima O projeto Raízes da Sabedoria tem como proposta a implantação de uma horta orgânica de plantas medicinais no sul do estado de Roraima, no IFRR - Campus Novo Paraíso com o objetivo de preservar, registrar e valorizar os conhecimentos tradicionais relacionados ao uso terapêutico das plantas da região amazônica. A iniciativa busca integrar saberes populares, transmitidos principalmente por pessoas idosas da comunidade local e com o conhecimento científico de profissionais, como por exemplo, farmacêuticos, biólogos, agrônomos assim promovendo um espaço de aprendizagem colaborativa, sustentável e intergeracional.A proposta parte do reconhecimento de que o conhecimento tradicional sobre plantas medicinais constitui um patrimônio cultural imaterial, construído ao longo de gerações, que necessita ser valorizado, documentado e difundido. Ao mesmo tempo, o projeto pretende estimular práticas de cultivo orgânico, fortalecer a educação ambiental e contribuir para a promoção da saúde preventiva por meio do uso consciente e responsável das plantas medicinais. Monica Voss CNP Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 Roraima é um estado marcado por grande diversidade ambiental e riqueza cultural. Nesse contexto, a utilização de plantas medicinais faz parte da história e da identidade da população local, constituindo um saber tradicional transmitido oralmente entre gerações, especialmente por pessoas idosas que adquiriram experiência prática ao longo da vida. Muitas dessas práticas foram construídas a partir da observação da natureza e do uso cotidiano das plantas no cuidado com a saúde das famílias e das comunidades.Entretanto, com o avanço da urbanização, das tecnologias e das mudanças nos estilos de vida, parte desses conhecimentos tradicionais tem se perdido ao longo do tempo. A ausência de registros formais e a pouca valorização institucional colocam em risco a continuidade desse importante patrimônio cultural. Nesse sentido, torna-se fundamental desenvolver iniciativas que promovam a preservação e a valorização desses saberes, ao mesmo tempo em que se estabeleça um diálogo com o conhecimento técnico-científico.Além do aspecto cultural, o cultivo de plantas medicinais também apresenta grande relevância ambiental, social e educacional. A implantação e o incentivo ao cultivo dessas espécies, especialmente por meio de práticas orgânicas, contribuem para o estímulo à agricultura sustentável, sem o uso de agrotóxicos, além de promover a conscientização sobre a preservação da biodiversidade e o uso responsável dos recursos naturais. Essas iniciativas também fortalecem a autonomia das comunidades na produção de recursos naturais utilizados no cuidado com a saúde, ao mesmo tempo em que estimulam o trabalho coletivo e a valorização da cultura local.Do ponto de vista educacional, ações voltadas às plantas medicinais possibilitam a criação de espaços de aprendizagem prática, despertando o interesse dos jovens pela cultura regional, pela sustentabilidade e pela ciência. Ao promover a interação entre idosos, agricultores, estudantes e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, como agronomia, biologia, enfermagem e farmácia, cria-se um ambiente de troca de saberes que valoriza o conhecimento ancestral e o integra às contribuições da ciência contemporânea.Nesse contexto, o uso de videoaulas surge como uma importante ferramenta para a disseminação de conhecimentos relacionados às plantas medicinais. Por meio dessa estratégia, torna-se possível ampliar o acesso à informação de qualidade, especialmente para pessoas que não têm acesso ao ensino presencial ou à assistência técnica especializada. As videoaulas permitem promover o diálogo entre o conhecimento empírico das comunidades rurais e o conhecimento técnico-científico desenvolvido no âmbito dos cursos técnicos e superiores oferecidos pelo IFRR/CNP, bem como o conhecimento de docentes e profissionais externos, como farmacêuticos, enfermeiros, biólogos e agrônomos.A integração entre esses diferentes saberes possibilita fortalecer práticas tradicionais relacionadas ao uso de plantas medicinais, ao mesmo tempo em que contribui para a difusão de orientações técnicas importantes, como a identificação correta das espécies, formas adequadas de cultivo, preparo, conservação e utilização segura dessas plantas e seus benefícios. Muitos produtores e moradores das comunidades rurais utilizam plantas medicinais em seu cotidiano, porém nem sempre dispõem de informações adequadas sobre seu manejo e uso correto, o que reforça a importância de ações educativas voltadas a esse tema.Dessa forma, o projeto tem como objetivo valorizar os saberes tradicionais das antigas gerações e promover a difusão de conhecimentos técnicos que auxiliem na identificação, cultivo sustentável, manejo e utilização adequada das plantas medicinais. Além disso, busca apoiar tanto aqueles que já utilizam essas plantas em suas propriedades quanto aqueles que desejam iniciar essa prática, mas ainda não sabem por onde começar.Os conteúdos produzidos abordarão temas relacionados ao cultivo, manejo, identificação botânica, preparo e utilização das plantas medicinais, sempre destacando a importância da troca de conhecimentos entre agricultores, moradores das comunidades e a instituição de ensino. O público-alvo do projeto é a comunidade em geral, considerando que os vídeos serão divulgados em redes sociais, ampliando o alcance das informações para todos aqueles interessados em conhecer mais sobre o uso e cultivo de plantas medicinais.Todos os participantes das gravações deverão assinar um termo autorizando o uso de suas imagens para divulgação nas plataformas digitais. Além de contribuir para a valorização dos saberes tradicionais, o projeto também permitirá que a comunidade conheça melhor as atividades desenvolvidas pelo IFRR/CNP, evidenciando o papel da instituição na formação de profissionais qualificados e no fortalecimento do desenvolvimento rural.Os vídeos permanecerão disponíveis nas redes sociais, possibilitando que estudantes e comunidade em geral tenham acesso contínuo aos conteúdos produzidos, bem como acompanhem iniciativas relacionadas à agricultura sustentável e ao uso responsável das plantas medicinais no estado de Roraima. 
Mãos que Criam, Comunidades que Prosperam: Artesanato Criativo, Empreendedorismo e Geração de Renda em Bonfim/RR O presente projeto de extensão tem como objetivo promover formação comunitária em produção artesanal, associada a noções de precificação e marketing, visando fortalecer a geração de renda, a valorização cultural e o empreendedorismo comunitário no município de Bonfim/RR. A proposta insere-se na área temática Cultura, com enfoque no artesanato como expressão da economia criativa e instrumento de inclusão produtiva. As atividades serão desenvolvidas por meio de oficinas práticas voltadas à produção de peças artesanais de baixo custo, incluindo pintura em panos de prato, confecção de chaveiros com miçangas, produção de bonecos de feltro utilizados como encostos de porta e elaboração de laços de cabelo a partir de retalhos de tecido. Além da formação técnica artesanal, serão abordados conteúdos relacionados à formação de preço, cálculo de custos e estratégias básicas de marketing e divulgação de produtos, com o objetivo de ampliar as possibilidades de comercialização das peças produzidas. A metodologia adotada baseia-se em oficinas participativas e na valorização dos saberes comunitários, articulando conhecimentos técnicos e experiências locais. Como culminância das atividades, será realizada uma exposição comunitária para apresentação dos produtos confeccionados durante o projeto. Espera-se que a iniciativa contribua para o fortalecimento da economia criativa local, para a geração de renda complementar e para o desenvolvimento de competências extensionistas por parte dos estudantes envolvidos. O projeto também se articula com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, especialmente aqueles relacionados à erradicação da pobreza, igualdade de gênero, trabalho decente e crescimento econômico, redução das desigualdades e valorização cultural. Tiago Santos Barreto Thomaz CAB Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O artesanato constitui uma das manifestações mais tradicionais da cultura popular brasileira, desempenhando simultaneamente funções culturais, sociais e econômicas. Em territórios de menor diversificação produtiva, como municípios de fronteira amazônica, o artesanato frequentemente assume papel relevante como atividade geradora de renda complementar e mecanismo de inclusão produtiva.Contudo, a produção artesanal realizada em contextos comunitários apresenta frequentemente desafios estruturais relacionados à informalidade produtiva, à ausência de estratégias de comercialização e à falta de conhecimentos básicos de gestão, especialmente em relação à precificação e ao marketing de produtos.Nesse cenário, a economia criativa surge como alternativa relevante de desenvolvimento territorial. Conforme aponta a literatura especializada, atividades baseadas na criatividade, cultura e conhecimento podem gerar valor econômico e promover inclusão social (REIS, 2011).A presente proposta fundamenta-se na compreensão de que ações extensionistas devem promover uma interação dialógica entre instituição de ensino e sociedade, possibilitando a construção coletiva de conhecimentos e a transformação social. Nesse sentido, o projeto integra formação técnica em artesanato com noções básicas de gestão e empreendedorismo, ampliando as possibilidades de geração de renda e fortalecimento cultural da comunidade.Além disso, a proposta contribui para a formação prática da estudante extensionista do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública, cuja formação prevê competências relacionadas ao planejamento e execução de projetos voltados ao desenvolvimento local e regional.
Tecendo Redes: Unificação e Valorização Digital do Artesanato Tradicional de Roraima O projeto de extensão Tecendo Redes: Unificação e Valorização Digital do Artesanato Tradicional de Roraima propõe a criação e implementação de uma plataforma digital colaborativa voltada à valorização e comercialização do artesanato regional. A iniciativa busca fortalecer a relação entre o Instituto Federal de Roraima (IFRR) e a comunidade de artesãos locais por meio de ações de inclusão digital, capacitação e desenvolvimento tecnológico.A proposta consiste na construção de um ambiente virtual que funcione simultaneamente como vitrine cultural e canal de comercialização direta entre artesãos e consumidores, contribuindo para ampliar a visibilidade da produção artesanal roraimense e reduzir a dependência de feiras físicas como único meio de venda.O projeto será desenvolvido com base em metodologias participativas e dialógicas, envolvendo o mapeamento de artesãos, oficinas de formação em ferramentas digitais, registro fotográfico dos produtos e lançamento da plataforma online. A ação extensionista permitirá que estudantes do IFRR atuem diretamente na solução de demandas da comunidade, aplicando conhecimentos em tecnologia, comunicação e gestão social.Espera-se que, ao final da execução, artesãos participantes estejam aptos a utilizar ferramentas digitais para divulgação e venda de seus produtos, fortalecendo a economia criativa local e promovendo a preservação da identidade cultural regional. O projeto contribui diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico e ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis. Marilda Vinhote Bentes CBV Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O artesanato constitui uma importante expressão cultural e econômica em diferentes regiões do Brasil, especialmente em contextos amazônicos como o estado de Roraima. Além de representar uma fonte de renda para diversas famílias, a produção artesanal também carrega valores simbólicos, identitários e históricos que expressam os modos de vida e as tradições locais.Entretanto, muitos artesãos enfrentam dificuldades para ampliar seus mercados de venda e divulgar seus produtos além das feiras presenciais. A limitação de acesso às tecnologias digitais e às ferramentas de comércio eletrônico restringe a visibilidade da produção artesanal e reduz o potencial de geração de renda desse setor.Nesse contexto, iniciativas que integrem tecnologia, capacitação e organização coletiva tornam-se fundamentais para fortalecer a economia criativa local. Conforme discutem Leite e Sehnem (2018), o fortalecimento do artesanato depende da criação de redes colaborativas que integrem empreendedorismo, profissionalização e estratégias de gestão sustentável.A construção de uma comunidade digital de artesãos pode contribuir para superar essas limitações ao promover a articulação entre produtores, consumidores e instituições de ensino. A utilização das tecnologias da informação e comunicação permite ampliar a divulgação da produção artesanal, ao mesmo tempo em que fortalece a identidade cultural e os processos de organização coletiva (Silva & Silva, 2019).Nesse sentido, o presente projeto de extensão propõe aproximar o IFRR da comunidade local por meio de ações formativas e tecnológicas que possibilitem aos artesãos desenvolver competências digitais e ampliar suas oportunidades de comercialização. A iniciativa também contribui para a formação dos estudantes envolvidos, que terão a oportunidade de aplicar conhecimentos acadêmicos em situações reais de intervenção social.Além disso, o projeto dialoga diretamente com a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, ao contribuir para a promoção do trabalho digno, do crescimento econômico sustentável e de práticas de produção e consumo responsáveis.
Teatro para quem nunca fez Teatro: sementes cênicas para jovens do interior. Projeto de extensão cultural que visa democratizar o acesso às artes cênicas através de uma oficina prática de iniciação teatral destinadas a estudantes do 9º ano de escolas públicas da Vila Novo Paraíso. Como desdobramento das aulas de Teatro oferecidas aos estudantes do ensino médio do Campus Novo Paraíso, o projeto será conduzido pela aluna bolsista e pela coordenadora durante o evento IFComunidade 2026, promovendo protagonismo juvenil e troca de experiências entre pares. Por meio de jogos teatrais, exercícios de expressão corporal e vocal, improvisação e criação coletiva, espera-se impactar diretamente 30 jovens na oficina e indiretamente cerca de 100 jovens. O projeto articula ensino (formação teatral do bolsista), extensão (oficina comunitária) e transformação social (inclusão cultural e democratização do acesso à arte teatral). Marisol Sousa da Cruz CNP Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 JUSTIFICATIVAConforme a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (BRASIL, 1996), a Arte é componente curricular obrigatório em toda a educação básica. A Lei nº 13.278/2016 ampliou sua valorização ao especificar as linguagens artísticas: artes visuais, dança, música e teatro (§ 6º). Contudo, escolas do interior enfrentam dificuldades para implementar esse ensino com professores qualificados em cada linguagem específica, resultando em experiências generalistas que não atendem à legislação nem despertam interesse prático nos alunos.Na região Norte, especialmente em municípios como Novo Paraíso (Caracaraí/RR), o acesso às artes cênicas é ainda mais restrito. Dados do IBGE revelam que apenas 23,3% dos municípios brasileiros possuem teatros ou casas de espetáculos, com a região Norte apresentando os menores índices de cinemas, museus e espaços teatrais (SIIC-IBGE). Essa desigualdade regional perpetua a exclusão cultural de jovens de áreas rurais. No âmbito educacional, conforme Censo da Educação Básica/Inep (2022) a região Norte é uma das que possui menor quantitativo de professores de Teatro. Neste contexto, o projeto atua como política de democratização cultural, oferecendo uma experiência teatral gratuita e de qualidade a alunos do 9º ano de escolas municipais de Caracaraí. A vivência prática desenvolve habilidades essenciais — expressão corporal, criatividade, colaboração e pensamento crítico —, integrando princípios artísticos, mas que também podemos considerar científicos por meio da prática da observação, experimentação e análise, atividades próprias da prática teatral. Com isso a vivência teatral se justifica pela prática artística e criativa, mas também pela amplitude da visão sobre si e o mundo, expandindo horizontes em relação com outras áreas do conhecimento.Como extensão das aulas de Teatro do ensino médio do campus, o projeto promove o protagonismo do bolsista como multiplicador, desenvolvendo competências de mediação pedagógica, planejamento e liderança. A parceria com o IFComunidade 2026 consolida a função social do IFRR, fortalecendo redes entre educação federal, municipal e comunidade. Viabilidade plena: utiliza recursos acessíveis como infraestrutura existente (sala ampla do campus), equipe experiente com alunas bolsista e voluntária participantes do Núcleo de Arte e Cultura, professora coordenadora com experiência teatral consolidada e formação em Licenciatura em Teatro. Atende a Política de Extensão do IFRR promovendo interação dialógica, formação estudantil e transformação social, em sintonia com políticas públicas de educação e cultura.
Conhecendo o CBV Este projeto tem como objetivo oferecer uma oficina de eletricidade básica para estudantes dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental da rede pública da cidade de Boa Vista-RR, com a finalidade de apresentar conceitos introdutórios da área e proporcionar o primeiro contato com o curso técnico em Eletrotécnica.A proposta visa despertar o interesse dos alunos pelas áreas técnicas e tecnológicas, por meio de atividades práticas e dinâmicas, como noções de corrente elétrica, tensão, segurança em instalações, montagem de circuitos simples e uso correto de ferramentas básicas. As atividades serão conduzidas de forma acessível, priorizando a aprendizagem ativa e a experimentação.Além de contribuir para a ampliação do conhecimento científico, o projeto busca auxiliar os estudantes no processo de escolha profissional, apresentando as possibilidades de formação e atuação no campo da Eletrotécnica. Ao final da oficina, espera-se que os participantes compreendam os princípios básicos da eletricidade e conheçam a estrutura e as oportunidades oferecidas pelo curso técnico.O projeto também fortalece o vínculo entre a instituição ofertante e a comunidade escolar, promovendo orientação vocacional e incentivando a continuidade dos estudos na educação profissional e tecnológica. Mauricio Braga Thomaz CBV Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A oferta da oficina de eletricidade básica justifica-se pela necessidade de proporcionar aos estudantes dos 8º e 9º anos do Ensino Fundamental um contato prévio e mais consciente com o curso técnico em Eletrotécnica. Observa-se que parte dos alunos que ingressam nesse curso o fazem sem conhecer de forma clara sua proposta pedagógica, os conteúdos abordados, as atividades práticas desenvolvidas e as possibilidades de atuação profissional.Essa falta de informação pode gerar expectativas desalinhadas, dificuldades de adaptação e, em alguns casos, frustração ou desmotivação ao longo da formação. Muitos estudantes descobrem somente após o ingresso que o curso exige afinidade com áreas como matemática, física, raciocínio lógico e atividades técnicas específicas, o que pode impactar sua permanência e desempenho.Dessa forma, a oficina pretende atuar de maneira preventiva e orientadora, apresentando noções básicas da área, a rotina do curso e suas aplicações práticas, permitindo que os estudantes conheçam melhor a proposta antes de optarem por essa formação. Ao vivenciarem experiências introdutórias, os alunos poderão refletir sobre seus interesses, habilidades e expectativas, realizando uma escolha mais consciente e alinhada ao seu perfil.Assim, o projeto contribui para reduzir índices de evasão, aumentar a motivação dos futuros ingressantes e fortalecer o processo de orientação profissional, promovendo decisões mais seguras e satisfatórias quanto à trajetória acadêmica e profissional.Outro ponto importante a ser destacado é a possibilidade do estudante bolsista poder colocar em prática seus conhecimentos em eletricidade básica na preparação dos experimentos, na elaboração do material visual, participar das tomas de decisão para escolha dos experimentos, acompanhar o coordenador do projeto nas escolas nos dias em que não tiver aulas e ter a vivência profissional e participação ativa em todo o processo de planejamento, execução e prestação de contas. O estudante durante o ano de 2025 demonstrou interesse em participar de projetos institucionais e nesta fase de sua formação, familiarizado com a dinâmica de funcionamento do curso e após ter concluído com êxito o componente curricular de eletricidade básica mostra-se apto a desenvolver as atividades propostas.O Projeto Político Pedagógico do Curso Técnico em Eletrônica Integrado ao Ensino Médio, o qual o estudante está matriculado prevê a possibilidade da participação em programas e projetos institucionais serem aproveitados como atividades profissionais e esta oportunidade será de grande valia para o aprendizado e integralização com êxito do seu curso em andamento. O estudante selecionado apresenta habilidades e conhecimentos prévios na área de eletricidade necessários, além de pró-atividade e iniciativa. O mesmo é de naturalidade venezuelana e acreditamos que o projeto vem de encontro à promoção do acolhimento e inclusão. 
Cooperativa-Escola Indígena: Formação em Cooperativismo, Gestão e Beneficiamento de Produtos Agroextrativistas no Campus Amajari O projeto "Cooperativa-Escola Indígena" propõe a criação de um embrião de cooperativa no âmbito do IFRR – Campus Amajari, em diálogo com as comunidades indígenas da região. A iniciativa surge da necessidade de fortalecer a organização produtiva e a geração de renda de povos indígenas e agricultores familiares do município, que enfrentam dificuldades de comercialização e dependência de atravessadores.Com duração de três meses e investimento de R$ 2.100,00 (bolsa para estudante extensionista), o projeto tem como objetivos: realizar diagnóstico participativo das potencialidades produtivas locais; ofertar oficinas formativas sobre cooperativismo, gestão de empreendimentos coletivos e beneficiamento de produtos; elaborar, de forma coletiva, um pré-projeto de estatuto social e plano de negócios simplificado; e estabelecer parcerias com a COOPAM/IFSULDEMINAS, referência nacional em cooperativas-escola.A metodologia articula visitas às comunidades, rodas de conversa com lideranças indígenas e oficinas temáticas no Centro Regional de Educação Indígena de Amajari "Noemia Peres" (CREIANP), integrando saberes tradicionais e conhecimento técnico-científico. Os resultados esperados incluem o diagnóstico das cadeias produtivas locais, a formação de multiplicadores em cooperativismo, a produção de cartilha bilíngue e a apresentação dos resultados no Fórum de Integração do IFRR, contribuindo para a autonomia econômica, a valorização da cultura indígena e o fortalecimento da extensão no território. Alessandro Teixeira Chaves CAM Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O município de Amajari, localizado no estado de Roraima, caracteriza-se pela expressiva presença de comunidades indígenas de diferentes etnias, como Macuxi, Wapichana, Taurepang e Yanomami, além de agricultores familiares e imigrantes venezuelanos em situação de vulnerabilidade social. Essas comunidades possuem tradição no cultivo de produtos agrícolas e no extrativismo, com destaque para a produção de frutas (banana, cupuaçu, açaí), mandioca e derivados, mel e artesanato. No entanto, a comercialização desses produtos enfrenta desafios estruturais: ausência de organização coletiva formal, dificuldades de acesso a mercados, baixo valor agregado e dependência de atravessadores, que comprometem a geração de renda e a autonomia econômica das famílias.Paralelamente, o Instituto Federal de Roraima – Campus Amajari possui estrutura produtiva, laboratórios, área experimental e corpo técnico qualificado que podem apoiar o fortalecimento das cadeias produtivas locais. A instituição tem trajetória consolidada na oferta de cursos voltados à inclusão social, como o Programa Mulheres Mil, aulas de reforço, português para imigrantes venezuelanos, espanhol para atendimento ao público e História de Roraima para vestibulares, demonstrando compromisso com o desenvolvimento territorial e a valorização da diversidade cultural.Apesar desse potencial, não há, no âmbito do Campus Amajari ou nas comunidades do entorno, uma experiência estruturada de organização cooperativa que articule a formação técnica dos estudantes com o fortalecimento socioeconômico das populações locais. A criação de uma cooperativa-escola surge, portanto, como resposta a essa lacuna, propondo um modelo inovador que integra ensino, pesquisa e extensão, em diálogo com os saberes tradicionais e as formas de organização comunitária dos povos indígenas.A relevância social do projeto justifica-se por múltiplas dimensões:a) Econômica: A organização cooperativa pode fortalecer a agricultura familiar e indígena, garantindo maior poder de negociação, agregação de valor aos produtos e acesso a mercados institucionais (PNAE, PAA) e feiras locais, contribuindo para a geração de renda e a redução das desigualdades.b) Educacional: O projeto proporcionará aos estudantes do IFRR (bolsista e voluntários) uma vivência prática em cooperativismo, gestão, economia solidária e interação com comunidades tradicionais, em consonância com as diretrizes da extensão: indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão; interdisciplinaridade; interação dialógica; impacto na formação do estudante; e impacto na transformação social.c) Institucional: O IFRR tem manifestado interesse na criação de cooperativas-escola, com discussões em andamento envolvendo a Pró-Reitoria de Extensão e o Campus Novo Paraíso, contando inclusive com apoio do IFSULDEMINAS, referência nacional nessa área. Este projeto contribui para materializar essa iniciativa no Campus Amajari, alinhado às políticas institucionais de extensão e inovação.d) Cultural e identitária: Ao valorizar os saberes tradicionais, as formas de organização comunitária e o protagonismo dos povos indígenas, o projeto fortalece a autoestima, a identidade cultural e o sentimento de pertencimento dos participantes, promovendo o diálogo intercultural e o respeito à diversidade.e) Alinhamento com os ODS: A proposta está alinhada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030, especialmente: ODS 4 (Educação de Qualidade), ao promover educação inclusiva e equitativa; ODS 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), ao incentivar o empreendedorismo e a organização produtiva; e ODS 10 (Redução das Desigualdades), ao contribuir para a inclusão social, econômica e política de povos indígenas e populações vulneráveis.O projeto parte de demanda externa identificada junto às comunidades indígenas do entorno do Campus Amajari, manifestada em diálogos preliminares com lideranças locais, que apontaram a necessidade de apoio à organização produtiva e à comercialização. Essa demanda foi corroborada por experiências exitosas de cooperativas escolares em outras instituições federais, como a COOPAM no IFSULDEMINAS, em funcionamento desde 1982, que demonstra a viabilidade e os benefícios desse modelo para a formação dos estudantes e o desenvolvimento comunitário.A exequibilidade do projeto é garantida pela infraestrutura já disponível no Campus Amajari (salas de aula, transporte institucional, área experimental, laboratórios), pela experiência da equipe em ações de extensão com populações vulneráveis, e pelas parcerias já estabelecidas com lideranças indígenas, escolas locais e instituições como a COOPAM/IFSULDEMINAS e a Embrapa Roraima.Por fim, o projeto representa uma resposta concreta e transformadora aos desafios enfrentados pelas comunidades indígenas e agricultores familiares de Amajari, plantando as sementes de um modelo de desenvolvimento solidário, sustentável e culturalmente referenciado, que poderá, no futuro, ser incubado e ampliado com o apoio de políticas públicas e programas institucionais.
IFRR Acolhe: Do Espanhol ao Português Os imigrantes que chegam ao Brasil deparam-se com uma realidade linguística e cultural totalmente diferente daquela em que viviam. Agora, é preciso conhecer uma nova cultura e nova língua. Essa aprendizagem oportuniza os imigrantes e possibilita sua entrada no mercado de trabalho. Atendendo a essa demanda, a Política de Extensão do IFRR, ao desenvolver atividades direcionadas às comunidades, objetiva questões sociais. Dessa forma, o objetivo deste projeto é proporcionar conhecimentos básicos da Língua Portuguesa, a partir de trocas de experiências entre estudantes do IFRR – Campus Amajari e imigrantes residentes da sede do Município de Amajari. A metodologia aplicada consistirá em aulas que ocorrerão nas instalações da Escola Municipal Iêda da Silva Amorim, em horário noturno, às segundas e terças-feiras, das 19h às 20h30min. Em um primeiro momento serão realizados os encontros para o planejamento das atividades que ocorrerão no decorrer do curso, assim como o processo de matrículas. As aulas serão ministradas em forma de conversação e produção escrita, criando contato com o Português, através de dinâmicas, produções escritas, apresentação de trabalhos em grupos, grupos de estudo. Em um segundo momento ocorrerá a escrita de pequenos textos narrativos em língua portuguesa. A terceira etapa será a apresentação temática de um aspecto da cultura brasileira. Espera-se que haja uma abertura de possibilidades de trabalho para os imigrantes, ao apresentarem um certificado emitido pelo Instituto Federal, e como se trata de um projeto que apresenta cunho social relevante, pretende-se a inserção dos imigrantes nos grupos sociais da Vila Brasil. Jose Vilson Martins Filho CAM Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 A política de extensão do IFRR objetiva apresentar atividades voltadas às comunidades do entorno dos Campi, proporcionando cursos de qualidade, objetivando temáticas direcionadas a questões sociais. Neste sentido, o Projeto IFRR Acolhe: Do Espanhol ao Português constitui o conjunto de ações planejadas e executadas pelo Campus Amajari, visando levar o conhecimento a comunidades e promovendo integração e parceria entre imigrantes e brasileiros, familiarizando aqueles com a língua portuguesa, que vai se tornar a língua diária com a qual eles terão contato.
Projeto Adubação e Compostagem na Agricultura Familiar   O projeto Adubação e Compostagem na Agricultura Familiar tem como objetivo promover o desenvolvimento rural sustentável por meio da capacitação de agricultores familiares em práticas de adubação orgânica e compostagem, com ênfase no reaproveitamento de resíduos orgânicos como estratégia para melhoria da fertilidade do solo e redução de impactos ambientais. Desenvolvido no âmbito da disciplina de Extensão e Desenvolvimento Rural Sustentável do IFRR, o projeto contará com a participação de estudantes, que atuarão como mediadores no processo de troca de conhecimentos entre a instituição e a comunidade. As ações serão realizadas por meio de visitas técnicas e orientações práticas, demonstrando técnicas de manejo de resíduos orgânicos e produção de compostos e biofertilizantes. O projeto também busca enfrentar o problema do desperdício de alimentos e da gestão inadequada de resíduos, utilizando cascas de alimentos do restaurante institucional e outros resíduos orgânicos para a produção de adubo. Com duração prevista de três meses, a iniciativa pretende fortalecer a agricultura familiar regional, estimular práticas produtivas sustentáveis e contribuir para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente o ODS 2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável) e o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis), ao incentivar o reaproveitamento de resíduos e a produção agrícola ambientalmente responsável.Palavras-chaves: Agricultura familiar; Compostagem; Economia circular.  Deiyse Alves Silva CNP Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00  JustificativaO Estado de Roraima apresenta significativa carência de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER). Dados do IBGE indicam que mais de 86% dos estabelecimentos agropecuários do estado não recebem esse tipo de acompanhamento técnico (Peixoto, 2020). Nesse contexto, muitos produtores rurais enfrentam desafios relacionados aos altos custos de insumos agrícolas, à baixa disponibilidade de orientação técnica e aos impactos ambientais decorrentes do uso contínuo de fertilizantes químicos, o que pode contribuir para a degradação da estrutura do solo, redução da matéria orgânica e diminuição da biodiversidade edáfica.Diante dessa realidade, o presente projeto propõe a capacitação de agricultores familiares em práticas de adubação orgânica e compostagem, enfatizando o reaproveitamento de resíduos orgânicos como alternativa sustentável e de baixo custo para melhoria da fertilidade do solo e redução da dependência de insumos externos. A compostagem, amplamente reconhecida na literatura técnico-científica como uma tecnologia apropriada para o manejo de resíduos orgânicos (Kiehl, 2010), contribui para o aumento do teor de matéria orgânica do solo, melhoria da retenção de água e maior estabilidade estrutural, fatores essenciais para a sustentabilidade dos sistemas produtivos (Primavesi, 2002).Além disso, o projeto também responde ao problema do desperdício de alimentos e da gestão inadequada de resíduos orgânicos, ao incentivar a transformação desses materiais em insumos agrícolas de valor agronômico, promovendo educação ambiental e práticas produtivas mais responsáveis. Dessa forma, a iniciativa contribui para a redução de impactos ambientais associados ao descarte inadequado de resíduos, ao mesmo tempo em que fortalece a autonomia produtiva da agricultura familiar.No âmbito institucional, a proposta reforça o princípio da indissociabilidade entre ensino e extensão, característico da educação profissional e tecnológica. A participação dos estudantes nas atividades extensionistas possibilita a aplicação prática dos conhecimentos construídos em sala de aula, estimulando o protagonismo estudantil e o desenvolvimento de competências técnicas, sociais e ambientais. Assim, o projeto apresenta relevância social, ambiental e pedagógica, contribuindo para o fortalecimento da agricultura familiar e para a promoção de práticas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à agricultura sustentável, ao consumo responsável e à gestão adequada de resíduos. 
Capacitação de Produtores Rurais do sul do estado de Roraima para Geração de Renda por Meio do Aproveitamento de Resíduos da Banana O projeto propõe a implementação de ações extensionistas voltadas ao reaproveitamento de resíduos provenientes da cadeia produtiva da banana dos municípios de Caroebe e São João da Baliza, pois esses são os maiores produtores de banana do estado de Roraima. Com foco na transformação de resíduos agroindustriais em alimentos sustentáveis e de valor agregado. A iniciativa será desenvolvida em parceria com a associação APRUBERS (Associação dos Pequenos Produtores Rurais de Banana do Entre Rios Sul), em torno de 30 famílias associadas, e ASPROBAN (Associação dos produtores rurais de banana do Travessão da Vicinal 35) em torno de 25 famílias associadas, que são associações de produtores rurais que atuam na bananicultura, promovendo capacitação técnica, inovação produtiva e fortalecimento da economia local e interação entre a comunidade externa com o IFRR/ Campus Novo Paraíso. Monica Voss CNP Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 O Brasil ocupa a quarta posição entre os maiores produtores de bananas do mundo, com produção aproximada de 7 milhões toneladas em 2023 (CAMPOS et al., 2023), além de apresentar o maior consumo per capita.  No estado de Roraima, a produção se concentra principalmente na região sul do estado e, assim como em outros regiões produtivas, enfrenta um problema recorrente de desperdício desse fruto. Neste sentido, essa cadeia produtiva gera grande volume de resíduos orgânicos, como cascas e/ou frutos fora do padrão comercialmente aceito, que frequentemente são descartados de forma inadequada, ocasionando impactos ambientais e perdas econômicas. Paralelamente, pequenos produtores enfrentam desafios relacionados à baixa agregação de valor, sazonalidade da renda e limitação de acesso a tecnologias sustentáveis.As associações APRUBERS e ASPROBAN ressaltam a necessidade de soluções técnicas acessíveis que promovam aproveitamento integral da produção, redução de desperdícios e diversificação de produtos comercializáveis. Nesse contexto, o reaproveitamento de resíduos para produção de alimentos representa uma estratégia sustentável, de baixo custo e alto impacto socioeconômico.A proposta fortalece políticas públicas de desenvolvimento rural sustentável, segurança alimentar e economia solidária, promovendo inclusão produtiva e inovação social no meio rural. Ao mesmo tempo, proporciona formação prática e cidadã aos estudantes extensionistas, integrando conhecimentos técnicos à realidade social. Assim, o projeto consolida a função social do IFRR ao estabelecer diálogo transformador com a comunidade, estimulando soluções sustentáveis baseadas na economia circular e na valorização de saberes locais.A proposta fundamenta-se nos princípios da economia circular e da sustentabilidade, reduzindo desperdícios, ampliando a vida útil de matérias-primas e promovendo alternativas de geração de renda e empreendedorismo local. As ações incluem diagnóstico produtivo, oficinas de processamento de resíduos (cascas, fibras e biomassa verde), desenvolvimento de formulações alimentícias e estratégias de comercialização solidária.O projeto está alinhado à Agenda 2030, especialmente aos objetivos de Desenvolvimento Sustentável listados abaixo:ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável (o projeto fortalece a agricultura sustentável ao promover o aproveitamento integral da banana e de seus subprodutos, ampliando a oferta de alimentos nutritivos, reduzindo perdas na cadeia produtiva e contribuindo para a segurança alimentar);ODS 3 – Saúde e Bem-Estar (iniciativa estimula práticas seguras de processamento de alimentos, fomenta o consumo de produtos naturais e nutritivos derivados da banana e contribui para a melhoria da qualidade de vida dos produtores e consumidores);ODS 4 – Educação de Qualidade (por meio da extensão dialógica, o projeto promove formação técnica e cidadã de estudantes e produtores rurais, integrando saberes científicos e conhecimentos tradicionais em processos educativos participativos);ODS 5 – Igualdade de Gênero (as ações incentivam a participação ativa de mulheres nas atividades produtivas, no beneficiamento de alimentos e na gestão associativa, fortalecendo autonomia econômica e protagonismo feminino no meio rural);ODS 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico (a proposta impulsiona a geração de renda e o fortalecimento produtivo da agricultura familiar por meio da agregação de valor a resíduos agroindustriais e do estímulo ao empreendedorismo rural sustentável);ODS 10 – Redução das Desigualdades (inclusão produtiva e fortalecimento comunitário);ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis (o projeto implementa práticas de gestão eficiente de resíduos da bananicultura, transformando descartes em insumos alimentícios e aplicando os princípios da economia circular na produção rural);ODS 13 – Ação Contra a Mudança Global do Clima (a redução do desperdício orgânico e o melhor aproveitamento de recursos naturais contribuem para a mitigação de impactos ambientais e para sistemas produtivos de menor pegada ecológica)ODS 15 – Vida Terrestre (a valorização de práticas agroecológicas e o manejo adequado de resíduos favorecem a conservação do solo, a redução da poluição e a promoção da saúde dos ecossistemas terrestres locais).
Paleta Amazônica: educação comunitária sobre pigmentos e tintas naturais RESUMOProjeto interdisciplinar em Arte e Ciência que investiga a produção de pigmentos naturais a partir de elementos amazônicos — folhas, frutos, cascas e solos (argilas coloridas) — coletados no entorno do Campus Novo Paraíso. A ação será desenvolvida por meio de oficina de extensão, conduzida por aluno bolsista e destinada ao público externo participante do evento IFComunidade, com o objetivo de promover a troca de saberes sobre técnicas sustentáveis de extração de pigmentos laca, aplicadas a experimentações artísticas. Espera-se impactar direta e indiretamente aproximadamente 100 pessoas, fortalecendo os vínculos institucionais com a comunidade local, valorizando o patrimônio natural amazônico e estimulando o protagonismo estudantil na difusão de conhecimentos artísticos e científicos. Marisol Sousa da Cruz CNP Em execução 2026-04-06T00:00:00 2026-06-26T00:00:00 JUSTIFICATIVAA região amazônica de Roraima possui rica biodiversidade com potencial para produção de pigmentos naturais, mas há pouca apropriação cultural e científica pela comunidade local, especialmente em áreas rurais próximas ao Campus Novo Paraíso.Este projeto surge como possibilidade de divulgação científica e formação através do programa IFComunidade, com uma oficina educativa que promovam tanto o desenvolvimento cultural quanto a apropriação de conhecimentos científicos.A proposta articula duas áreas fundamentais do conhecimento: Arte (estudo das cores, extração e utilização do pigmento laca e valorização cultural) e Ciência (análise química de solos e plantas, sustentabilidade ambiental), promovendo a formação integral do estudante bolsista (que já domina a técnica de extração de pigmentos laca) através do protagonismo na condução das atividades extensionistas. Simultaneamente, contribui para a inclusão social com a propagação, troca e democratização de saberes.A viabilidade do projeto é garantida pelo acesso direto a recursos naturais gratuitos disponíveis no entorno do campus, pela expertise da equipe executora nas áreas de Arte e Ciências Naturais, e pelo apoio institucional através das estruturas do programa IFComunidade.Além dos benefícios educacionais diretos, o projeto contribui significativamente para: Preservação e valorização de saberes regionais relacionados ao uso de pigmentos naturais; Fortalecimento da sustentabilidade ambiental através da promoção de técnicas artísticas ecologicamente responsáveis; Articulação com políticas públicas de educação profissional e inclusão social no entorno do campus; Aproximação entre o IFRR e a comunidade rural, consolidando a função social da instituição.