| IFRR na Comunidade: Conhecer, Escolher, Ingressar |
O projeto “IFRR na Comunidade: Comunicação Estratégica e Interativa para Divulgação dos Cursos de Graduação do Campus Boa Vista no Ensino Médio” tem como objetivo promover a divulgação acessível, interativa e estratégica dos cursos de graduação do IFRR junto a estudantes da rede pública, fortalecendo o vínculo institucional e incentivando o ingresso no ensino superior público, gratuito e de qualidade. A proposta surge a partir de demanda de gestores escolares vinculados ao Curso de Pós-Graduação de Gestão Pública para o Ensino Médio-GEPEM/RR, do Campus Boa Vista Zona Oeste e fundamenta-se na extensão como prática dialógica, integrando educação, comunicação e tecnologia. Com duração de três meses, o projeto prevê ações articuladas em quatro eixos: planejamento com escolas, produção de materiais digitais (vídeos, landing page e QR Codes), desenvolvimento de recursos interativos (jogos online) e realização de visitas presenciais. As atividades envolverão diretamente estudantes do ensino médio e contarão com o protagonismo de um bolsista do curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Como resultados, espera-se ampliar o conhecimento sobre o IFRR, estimular o interesse pelo ensino superior, fortalecer a imagem institucional e produzir um acervo digital reutilizável. O projeto também contribuirá para a democratização do acesso à informação educacional e redução das desigualdades. O projeto apresenta viabilidade técnica, impacto social e potencial de replicação em outras comunidades escolares. |
Marilda Vinhote Bentes |
CBV |
Em execução |
2026-08-31T00:00:00 |
2026-11-19T00:00:00 |
O acesso ao ensino superior público, gratuito e de qualidade ainda se apresenta como um desafio para grande parte dos estudantes do ensino médio da rede pública, especialmente em contextos marcados por desigualdades informacionais, ausência de orientação acadêmico-profissional e distanciamento entre as instituições de ensino superior e a comunidade escolar. Nesse cenário, observa-se que muitos estudantes desconhecem as oportunidades ofertadas pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima (IFRR), em especial os cursos de graduação do Campus Boa Vista, bem como suas formas de ingresso, como o vestibular institucional e o Sistema de Seleção Unificada (SiSU). Além disso, observa-se uma limitação nos canais institucionais de divulgação, uma vez que o site oficial da instituição não apresenta, de forma sistematizada e acessível, as características detalhadas dos cursos de graduação, como perfil profissional, áreas de atuação e organização formativa. Essa lacuna informacional dificulta o acesso dos estudantes a elementos fundamentais para a tomada de decisão sobre sua trajetória acadêmica, reforçando a necessidade de estratégias complementares de comunicação institucional, mais interativas, acessíveis e alinhadas ao perfil dos jovens.O IFRR, enquanto instituição pública comprometida com a formação integral, gratuita e de excelência, desempenha papel estratégico na democratização do acesso à educação e na promoção do desenvolvimento social e regional. No entanto, para que esse papel se efetive de forma ampliada, torna-se necessário fortalecer as ações de comunicação institucional junto à comunidade externa, especialmente no âmbito das escolas públicas de ensino médio, promovendo o conhecimento sobre sua missão, estrutura, cursos e possibilidades formativas.Este projeto surge a partir de demanda externa identificada junto a gestores escolares participantes do curso Gestão Pública para o Ensino Médio (GEPEM/RR), do Campus Boa Vista Zona Oeste, os quais evidenciaram a necessidade de ações sistemáticas de aproximação entre o IFRR e as escolas, com foco na orientação dos estudantes quanto às oportunidades educacionais disponíveis. Tal demanda reforça a importância da extensão como prática dialógica, fundamentada na troca de saberes e na construção coletiva de conhecimento entre instituição e comunidade.Do ponto de vista institucional, a proposta contribui para a ampliação da visibilidade do IFRR na comunidade, fortalecendo sua identidade enquanto referência em educação pública, gratuita e de qualidade, além de potencializar o ingresso e a permanência de estudantes nos cursos de graduação. Ademais, a iniciativa prevê a produção de materiais digitais e interativos (vídeos, jogos, QR Codes e conteúdos multimídia), constituindo um acervo institucional permanente para o Campus Boa Vista, que poderá ser reutilizado em futuras ações de divulgação e extensão.No âmbito acadêmico e profissional, o projeto promove a integração entre ensino, pesquisa e extensão, ao envolver áreas distintas, possibilitando uma atuação interdisciplinar que articula saberes educacionais e tecnológicos na construção de soluções inovadoras de comunicação. Tal abordagem favorece o protagonismo estudantil, o desenvolvimento de competências técnicas e socioemocionais, além de contribuir para a formação cidadã dos envolvidos.Sob a perspectiva social, a proposta atua diretamente na democratização do acesso à informação educacional, contribuindo para a redução das desigualdades de acesso ao ensino superior e incentivando a continuidade dos estudos por parte dos jovens da rede pública. Ao aproximar o IFRR da comunidade escolar, o projeto fortalece vínculos institucionais, amplia horizontes formativos e promove a inclusão educacional.Dessa forma, o projeto “IFRR na Comunidade: Comunicação Estratégica e Interativa para Divulgação dos Cursos de Graduação do Campus Boa Vista no Ensino Médio” alinha-se às diretrizes da política de extensão do IFRR, ao priorizar a interação dialógica, o impacto social e a formação integral dos estudantes, ao mesmo tempo em que responde a uma demanda concreta da comunidade e contribui para o fortalecimento institucional e educacional no estado de Roraima. |
| SportingRR/IFFutsal Campeão CBV |
Esporte é um fenômeno sociocultural, que envolve a prática voluntária de atividade predominante física competitiva com finalidade recreativa, educativa ou profissional, e predominantemente física não competitiva com finalidade de lazer, contribuindo para a formação, desenvolvimento e aprimoramento físico, intelectual e psíquico de seus praticantes e expectadores. Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de habilidades específicas para jogadores de futsal, com foco crianças, adolescentes e adultos com idade entre 10 a 40 anos em situação de vulnerabilidade social, insegurança alimentar e baixa renda, realizado no Colégio estadual Militaritizado Luiz Ribeiro de Lima. As sessões de treinamento ocorrerão todas as segundas, terças, quartas e sextas-feiras, das 19h às 22:30h, no ginásio poliesportivo da instituição. O foco será a preparação técnica e tática, aprimorando os fundamentos e as habilidades necessárias para a atuação eficaz do jogo, como ocupação inteligente de espaço, ataque, manobras ofensivas, manobras defensivas, manobras de bola parada e preparação física, educação psicológica para ao jogo . Além disso, busca promover a integração social dos participantes. |
Rodrigo Viana Bezerra |
CBV |
Em execução |
2026-04-27T00:00:00 |
2026-12-18T00:00:00 |
Vários autores escreveram sobre os conceitos do esporte, porém, conceitos contraditórios. Conceitos estes que apresentam em comum uma estreita ligação entre o esporte e o jogo. FEIO apud DARIDO E RANGEL (2005) coloca que o esporte e o jogo têm em comuns elementos essenciais: liberdade, prazer e regras, mas esses elementos se diferenciam em atividades: a liberdade e a gratuidade são inerentes ao jogo no esporte, não se exclui a importância dada aos resultados, o que se faz é tão importante quanto à livre escolha que se fez no jogo. Apesar da importância importância da modalidade futsal, os atletas precisam passar por um processo contínuo de formação enfrentando dificuldades em desenvolver as habilidades necessárias para atuar de forma eficiente e em alto nível.O projeto se justifica devido à prática esportiva Corroborar na formação integral das crianças e adolescentes, adultos, oportunizando a vivência de situações que poderão ser usadas no cotidiano da vida fora do ambiente como: para tomadas de decisões, disciplina, liderança, pro atividade e o trabalho em equipe que vão além do gesto motor e que se relacionam com a formação da personalidade do indivíduo.Temos ainda a necessidade de promover o ensino e treinamentos especializados da modalidade de futsal, visando aprimorar suas habilidades e preparar os jovens para competições estaduais, regionais e nacionais em diferentes níveis. Ao focar nas técnicas específicas do futsal e na importância da formação física, tática e mental de atletas, o projeto contribui para o aumento da qualidade técnica dos participantes, além de incentivar o trabalho em equipe, o fair play e a convivência saudável entre os membros.Além disso, está em consonância com as politicas de extensão desenvolvidas pelo IFRR-CBV quais sejam: Fortalecimento de parcerias, Solução de problemas sociais, Ampliação do conhecimento e Articulação com a sociedade onde a extensão visa estender os conhecimentos e recursos produzidos dentro das universidades para além de seus muros, beneficiando diretamente a sociedade, uma vez que acadêmicos do curso de Licenciatura em Educação Física poderão se convidados a atuar neste projeto desde que atendam ao perfil desejado. |
| Exploradores do Espaço: Ensino de Ciências com Foguetes |
O projeto “Exploradores do Espaço: Ensino de Ciências com Foguetes” tem como objetivo promover a aprendizagem prática dos conteúdos de Física e Química por meio da construção e lançamento de foguetes artesanais, com base no regulamento da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG).Desenvolvido no IFRR Campus Boa Vista, o projeto também contempla momentos de ações de extensão com a participação de alunos de instituições de ensino presentes no estado, fortalecendo a integração entre os estudantes das unidades. As atividades incluem aulas teóricas, construção de bases de lançamento e foguetes, além da realização de oficinas e lançamentos experimentais e oficiais.As ações ocorrerão em etapas: inicialmente com instruções sobre a montagem das bases de lançamento e dos foguetes, posteriormente, com a realização dos lançamentos dos foguetes, promovendo a participação ativa dos estudantes das escolas envolvidas.A proposta busca integrar teoria e prática, estimular o interesse científico, desenvolver habilidades como trabalho em equipe e resolução de problemas, além de incentivar o protagonismo estudantil. Como resultado, espera-se ampliar a participação na OBAFOG, fortalecer a formação científica dos alunos e expandir o alcance institucional por meio da extensão. |
Pedro dos Santos Panero |
CBV |
Em execução |
2026-04-23T00:00:00 |
2026-08-24T00:00:00 |
A Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG), atualmente em sua 29ª edição (2026), é uma competição de caráter científico e experimental voltada ao interesse da Astronáutica, Física, Química e Engenharia no ambiente escolar. Dentre suas modalidades, destaca-se o Nível 4, que envolve a construção e lançamento de foguetes movidos pela reação química entre vinagre e bicarbonato de sódio.No entanto, observa-se que muitos estudantes apresentam dificuldades na compreensão de conceitos científicos abstratos, especialmente nas áreas de Física e Química, quando trabalhados de forma exclusivamente teórica. Essa realidade impacta diretamente o interesse, o engajamento e o desempenho dos alunos nessas disciplinas, além de limitar o desenvolvimento de habilidades práticas e investigativas.Diante desse cenário, o presente projeto propõe a utilização da OBAFOG como ferramenta didático-pedagógica, integrando conteúdos teóricos com atividades experimentais. A construção e o lançamento de foguetes possibilitam a aplicação concreta de conceitos como Leis de Newton, reações ácido-base, conservação de energia e aerodinâmica, tornando o processo de ensino-aprendizagem mais significativo, dinâmico e contextualizado.Além disso, o projeto amplia seu alcance ao incorporar ações de extensão junto a outras instituições de ensino presentes no estado, promovendo a integração entre diferentes unidades e fortalecendo a visibilidade do IFRR perante a comunidade externa, especialmente entre estudantes de outras instituições. A iniciativa contribui para a ampliação do acesso às práticas científicas e para o despertar do interesse pela educação profissional, científica e tecnológica.A proposta também se destaca por estimular o protagonismo estudantil, o trabalho em equipe, o pensamento crítico e a resolução de problemas, competências essenciais para a formação integral dos estudantes. A participação na OBAFOG funciona como elemento motivador, promovendo o engajamento e valorizando o esforço acadêmico por meio de uma experiência concreta e desafiadora.Dessa forma, o projeto justifica-se por enfrentar uma dificuldade real no ensino de ciências, ao mesmo tempo em que amplia o impacto institucional por meio da extensão, apresentando-se como uma proposta viável, relevante e alinhada às diretrizes de uma educação inovadora, interdisciplinar e socialmente referenciada. Por esses motivos, sua implementação é pertinente e sua seleção se mostra estratégica para o fortalecimento das práticas educacionais no âmbito do IFRR. |
| “Oficina de Conversação em Língua Brasileira de Sinais (Libras): Inclusão Comunicacional” |
A proposta “Oficina de Conversação em Língua Brasileira de Sinais (Libras): Inclusão Comunicacional” tem como finalidade apresentar noções básicas da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e promover a sensibilização sobre a importância da inclusão social entre pessoas ouvintes e surdas nas demandas de interações dialógicas em contextos diversos da sociedade brasileira. A ação será realizada por meio de encontros presenciais com atividades teóricas e práticas, abordando termos-sinais da Libras, aspectos da cultura surda e reflexões sobre acessibilidade e inclusão no cotidiano escolar e no contexto de atendimento ao público em Libras.A metodologia incluirá explicações dialogadas, dinâmicas em grupo e exercícios práticos para que os participantes desenvolvam uma comunicação inicial em Libras.Espera-se que, ao final da oficina, os participantes estejam mais preparados para interagir de forma respeitosa e inclusiva, contribuindo para a redução de barreiras comunicacionais. O projeto também fortalece a formação acadêmica da estudante bolsista e fortalece o compromisso social do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima-IFRR em parceria com o Tribunal de Justiça de Roraima na promoção da acessibilidade e inclusão comunicacional. |
Miqueias Ambrosio dos Santos |
CBV |
Em execução |
2026-04-24T00:00:00 |
2026-06-27T00:00:00 |
A falta de vivências com a Língua Brasileira de Sinais (Libras) ainda dificulta a comunicação entre pessoas surdas e ouvintes. Muitas vezes, a exclusão acontece não pela deficiência, mas pela ausência de preparo da sociedade para garantir acessibilidade, as vezes até da própria família, por falta de oportunidade de cursos.De acordo com dados do IBGE, milhões de brasileiros possuem algum grau de deficiência auditiva. Isso mostra a importância de ações educativas que incentivem a inclusão linguística.Com a realização da oficina, pretende-se ampliar o acesso a conhecimentos básicos de Libras e promover uma postura mais consciente e respeitosa entre os participantes.Os beneficiários diretos serão estudantes, servidores do campus Boa Vista, membros da comunidade externa e servidores e prestadores de serviços do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) que poderão aplicar o que aprenderem em seu dia a dia acadêmico e profissional. O projeto é viável, pois utilizará espaços (salas de aula) e recursos humano (Professor de Libras e Acadêmica autora dessa proposta) já disponíveis no IFRR e interesse do TJRR conforme carta de aceite da instituição, exigindo-se baixo custo para execução. |
| Ciências Biológicas na EJA: Aprender para Transformar |
O presente projeto de extensão tem como objetivo promover o ensino de Biologia de forma contextualizada para estudantes do Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos (EJA), ao mesmo tempo em que possibilita aos acadêmicos do curso de Ciências Biológicas a vivência da prática docente em contextos reais de ensino. A iniciativa será desenvolvida em parceria com escolas que ofertam a modalidade EJA, por meio de atividades de observação da realidade escolar, planejamento didático e regência de aulas. As ações pedagógicas serão orientadas pelos princípios da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e por metodologias participativas que valorizem os saberes e as experiências de vida dos estudantes da EJA. Espera-se, com isso, contribuir para a alfabetização científica dos educandos, fortalecer o vínculo entre instituição de ensino superior e comunidade escolar e promover a formação docente crítica e comprometida com a realidade social. |
Marilda Vinhote Bentes |
CBV |
Em execução |
2026-04-13T00:00:00 |
2026-07-30T00:00:00 |
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) constitui uma modalidade essencial para garantir o direito à educação àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos na idade considerada regular. Nesse contexto, o ensino de Ciências e, particularmente, de Biologia, assume papel fundamental na formação cidadã, pois possibilita aos estudantes compreender fenômenos naturais, interpretar informações científicas e tomar decisões conscientes em relação à saúde, ao ambiente e à sociedade.Entretanto, o ensino de Biologia na EJA apresenta desafios específicos, relacionados à diversidade etária, às trajetórias escolares interrompidas e às diferentes experiências de vida dos estudantes. Tais características exigem abordagens pedagógicas contextualizadas, que dialoguem com a realidade social dos educandos e valorizem seus saberes prévios.Nesse sentido, projetos de extensão universitária configuram-se como importantes estratégias de aproximação entre a instituição formadora e a comunidade escolar. Ao promover atividades de ensino em escolas da EJA, o projeto possibilita não apenas o fortalecimento da alfabetização científica dos estudantes, mas também a formação prática de futuros professores de Biologia, que passam a compreender as especificidades pedagógicas dessa modalidade de ensino.Assim, o projeto justifica-se pela necessidade de fortalecer práticas educativas que articulem ciência, cotidiano e realidade social, contribuindo para a construção de conhecimentos significativos e para o exercício da cidadania. |
| AUTISMO – Grupo de apoio: cuidando de quem cuida: tecnologia social para fortalecimento de redes de apoio e inclusão de famílias atípicas em Roraima |
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) impõe desafios significativos às famílias, desde o processo de aceitação e compreensão do diagnóstico até as demandas relacionadas à convivência familiar, escolar e social da criança ou adolescente autista. Nesse contexto, o presente projeto propõe a implementação de um grupo de ajuda mútua, intitulado “Cuidando de quem cuida”, com o objetivo de oferecer suporte emocional, social e formativo a pais, familiares e cuidadores de pessoas com TEA. A proposta fundamenta-se na criação de um espaço acolhedor e inclusivo que contemple simultaneamente as necessidades dos cuidadores e dos próprios sujeitos autistas. Para isso, serão realizadas rodas de conversa e encontros formativos com os familiares, bem como atividades lúdicas, recreativas e esportivas adaptadas para crianças, além da oferta de um grupo específico voltado a adolescentes a partir de 12 anos e jovens autistas. Essa organização responde a uma demanda recorrente das famílias, que frequentemente não dispõem de rede de apoio para o cuidado dos filhos durante sua participação em ações formativas. As ações serão desenvolvidas no período de março a dezembro de 2026, por meio de encontros estruturados em formato de Grupo de Ajuda Mútua (GAM), oficinas temáticas, atividades práticas e eventos com a participação de profissionais especialistas, contando com o apoio da Associação União de Pais e Pessoas Autistas de Roraima (UPPARR). Espera-se, como resultados, o fortalecimento das redes de apoio, a promoção do bem-estar dos cuidadores e das pessoas com TEA, bem como o empoderamento das famílias, contribuindo para a inclusão social e a transformação da realidade dessas comunidades. Palavras-chave: Família. Transtorno do Espectro do Autismo. Programa de Apoio. Inclusão Escolar. |
Cristiane Pereira de Oliveira |
CBV |
Em execução |
2026-03-18T00:00:00 |
2026-12-23T00:00:00 |
A epidemiologia deste transtorno mostra que no Brasil, em uma pesquisa recente, a margem de acometimento pelo autismo é de 27,2 casos para cada 10.000 habitantes (PEREIRA et al, 2021).Ao receber o diagnóstico de uma criança com TEA provoca nos familiares um ajustamento e reorganização nos papéis e situações de vida frente à nova realidade, a qual oscila em momentos de angústia, aceitação, rejeição e esperança, fase conhecida como processo do luto. Portanto, o projeto surgiu a partir de um grupo de whatsApp de pais e familiares que compartilham estes sentimentos durante a descoberta e na procura por profissionais que atendam as especialidades sugeridas pelo médico.Diante da realidade desafiadora que é receber o diagnóstico de um filho com TEA, muitas famílias não encontram espaços de acolhimento, escuta e orientações sobre o que fazer depois do diagnóstico, ficam angustiadas, sem informações técnicas sobre onde encontrar tratamento e terapias, em estado de desamparo. Nesse sentido o projeto de ajuda mútua: cuidando de quem cuida, tem como objetivo principal promover o acolhimento, apoio e suporte necessário para os cuidadores de pessoas com autismo, a fim de proporcionar um espaço de troca de experiências, informações e orientações que contribuam para o bem-estar e qualidade de vida desses familiares. Concomitantemente, ofertar espaços de cuidado, recreação e estimulação de habilidades sociais às crianças e adolescentes autistas, filhos ou dependentes das famílias assistidas pelo projeto. O cerne desta proposta é o entendimento de que famílias de autistas apresentam sobrecarga mental, estresse e desafios de convivência diárias em níveis bastante elevados, comprometendo a saúde mental e a qualidade de vida de todos os membros da família, inclusive dos autistas, pois cuidadores estressados e adoecidos não conseguem desempenhar as funções de cuidado de forma eficaz. Com isso, a sobrecarga emocional, física e psicológica enfrentada por estes cuidadores, precisa ser manejada em espaços adequados, com ajuda profissional qualificada, pois muitos destes pais se veem sozinhos e desamparados diante dos desafios diários que envolvem o cuidado e acompanhamento de seus familiares, justificando assim, a implementação deste projeto, de vital importância e relevância em cuidados psicossociais deste público. A realização do projeto modificará essa situação ao proporcionar um espaço de acolhimento e apoio mútuo para os cuidadores, possibilitando a troca de experiências e estratégias de enfrentamento, o acesso a informações e orientações sobre o autismo e seus cuidados, bem como o desenvolvimento de atividades terapêuticas e de cuidado pessoal para promover o bem-estar e qualidade de vida dessas famílias.Os beneficiários diretos do projeto são os cuidadores de pessoas com autismo, que terão acesso a um espaço de acolhimento e suporte emocional, além de informações e orientações importantes para o cuidado de seus familiares. Já os beneficiários indiretos são as pessoas com autismo, que serão beneficiadas com um ambiente familiar mais acolhedor e equilibrado, proporcionado pelo apoio oferecido aos seus cuidadores. A importância do projeto para a sociedade está na promoção do bem-estar e qualidade de vida de famílias que lidam diariamente com o autismo, contribuindo para a conscientização sobre o TEA, combatendo preconceitos e capacitismo, bem como contribuindo para a redução de transtornos mentais associados à sobrecarga mental de ser cuidador em tempo integral, além de favorecer inclusão, com a construção de ambientes saudáveis e acolhedores para este público tão excluído do convívio social.A participação do estudante bolsista do curso de Licenciatura em Educação Física no projeto, proporcionará uma vivência prática essencial para sua formação docente, alinhando-se às diretrizes da extensão do IFRR. O contato direto com crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) permite ao futuro professor compreender melhor as necessidades desse público, favorecendo sua capacitação para atuar na Educação Básica e na Educação de Jovens e Adultos (EJA) de forma inclusiva.Além disso, o projeto contribuirá para o alcance dos objetivos do curso ao proporcionar experiências que aprimoram a prática pedagógica na área da Educação Física. O bolsista tem a oportunidade de desenvolver estratégias de ensino adaptadas às necessidades dos participantes, promovendo atividades lúdicas, recreativas e esportivas que incentivam a interação social e o desenvolvimento motor. Dessa forma, ele fortalece sua competência profissional, tornando-se um educador preparado para atender às demandas dos sistemas educacionais do estado e dos municípios, contribuindo para a melhoria da qualidade do ensino da Educação Física.Ademais, ao atuar na promoção da qualidade de vida por meio do movimento humano, o estudante vivenciará, na prática, a importância da Educação Física como um meio de inclusão e bem-estar social. O envolvimento no projeto amplia sua compreensão sobre a relevância das intervenções pedagógicas no contexto da diversidade, consolidando sua formação não apenas como professor, mas como agente de transformação na comunidade. O impacto social do projeto é significativo, pois atenderá diretamente a uma demanda latente da comunidade: o acolhimento e suporte às famílias de pessoas com TEA. Através das atividades realizadas, buscará promover a inclusão e o fortalecimento das relações familiares e sociais, reduzindo o isolamento enfrentado por muitos pais e cuidadores. A oferta de espaços de interação e suporte emocional auxiliará na construção de uma rede de apoio solidária, essencial para o bem-estar dessas famílias. Assim, o projeto não apenas transforma a realidade dos participantes diretos, mas também contribuirá para a conscientização da sociedade sobre a importância da inclusão e da valorização da neurodiversidade. A viabilidade de operacionalização e execução do projeto se dá pela articulação com profissionais da área da saúde, psicologia e assistência social, que poderão contribuir com escuta qualificada, orientações e atividades com ganhos terapêuticos para os cuidadores, crianças e adolescentes que serão assistidos pelo projeto. Também, garantir parcerias com instituições e organizações que atuam na área do autismo, como a Associação União de Pais e Pessoas Autistas de Roraima - UPPARR, com a finalidade de articular ações e ofertar o apoio necessário para a realização das atividades propostas.Diante do exposto, a realização do projeto se apresenta como uma iniciativa fundamental para promover o bem-estar e qualidade de vida de famílias que lidam com o autismo, contribuindo para a inclusão e o desenvolvimento saudável dessas pessoas em nossa sociedade. |
| Sentinelas da Água Urbana: Protótipo de Baixo Custo para Monitoramento de Níveis em Igarapés, Canais e Reservatórios para Suporte à Modelagem Hidrológica |
O presente projeto tem como objetivo desenvolver e implementar um protótipo de baixo custo capaz de aferir, registrar e armazenar dados de níveis de água em cursos d’água urbanos, contribuindo para o monitoramento hidrológico de microbacias e para a geração de séries históricas de dados ambientais. A aplicação inicial será realizada no município de Boa Vista, no estado de Roraima, com instalação dos dispositivos em pontos estratégicos das sub-bacias urbanas dos igarapés Mirandinha e Pricumã, áreas que apresentam influência direta da urbanização e alterações no comportamento hidrológico.A proposta caracteriza-se como uma iniciativa de Extensão Tecnológica e de Inovação, pois envolve o desenvolvimento de um novo dispositivo eletrônico de monitoramento hidrológico e, simultaneamente, a disponibilização de dados ambientais que poderão apoiar gestores públicos, pesquisadores e a sociedade no acompanhamento das variações de níveis de água em ambientes urbanos. O protótipo será desenvolvido nos laboratórios de eletrônica e eletrotécnica do Instituto Federal de Roraima – Campus Boa Vista, utilizando sensores ultrassônicos de distância, microcontroladores, sistemas de armazenamento de dados em cartões de memória e estrutura física produzida por impressão 3D.Após a etapa de desenvolvimento e validação em laboratório, os dispositivos serão instalados nas sub-bacias selecionadas para realização de um monitoramento hidrológico contínuo ao longo de aproximadamente 12 meses, com coleta periódica dos dados armazenados nos sensores. As informações obtidas serão organizadas em um banco de dados hidrológicos, permitindo análises relacionadas às variações de níveis de água e sua relação com eventos de precipitação, utilizando dados pluviométricos provenientes de estações automáticas operadas por instituições como CEMADEN e INMET.Além da geração de dados hidrológicos, o projeto possui forte caráter formativo, promovendo a integração interdisciplinar entre estudantes do curso Técnico em Eletrotécnica/Eletônica e do curso de Tecnologia em Saneamento Ambiental, que participarão tanto do desenvolvimento do protótipo quanto das atividades de monitoramento em campo. Os resultados obtidos serão divulgados por meio de relatórios técnicos, mídias digitais e produção científica, incluindo a elaboração de um artigo para periódico e outro para evento científico.Dessa forma, o projeto busca contribuir para o desenvolvimento de tecnologias acessíveis para monitoramento ambiental, ampliar a disponibilidade de dados hidrológicos em microbacias urbanas e fortalecer a interação entre instituição de ensino, poder público e sociedade na busca por soluções inovadoras para a gestão sustentável dos recursos hídricos urbanos..Além da implementação inicial em Boa Vista, a tecnologia será concebida com arquitetura simples, modular e replicável, permitindo sua aplicação em outros municípios brasileiros que enfrentam limitações no monitoramento hidrológico urbano. Dessa forma, o projeto contribui para a disseminação de tecnologias acessíveis, para a geração de informações ambientais relevantes e para o fortalecimento da interação entre universidade, poder público e sociedade, promovendo soluções inovadoras voltadas à gestão sustentável das cidades. |
Deividy Kaik de Lima Araujo |
CBV |
Em execução |
2026-08-01T00:00:00 |
2027-02-25T00:00:00 |
A urbanização tem provocado mudanças significativas na dinâmica hidrológica das bacias hidrográficas, especialmente em ambientes urbanos onde o aumento da impermeabilização do solo reduz a infiltração e intensifica o escoamento superficial. Esse processo resulta em respostas hidrológicas mais rápidas e aumento da frequência de eventos de alagamento, demandando maior capacidade de monitoramento e gestão dos sistemas de drenagem urbana (Tucci, 2007; Fletcher et al., 2013). No contexto brasileiro, esse desafio torna-se ainda mais relevante devido ao crescimento urbano acelerado observado nas últimas décadas, muitas vezes acompanhado por limitações na infraestrutura de monitoramento hidrológico.Apesar da importância do monitoramento hidrológico para o planejamento urbano e a gestão de riscos, a disponibilidade de dados observados de nível e vazão em cursos d’água de pequena escala ainda é bastante limitada no Brasil. As redes hidrometeorológicas existentes, em grande parte operadas pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), concentram-se principalmente em rios de médio e grande porte, deixando lacunas importantes no monitoramento de microbacias e cursos d’água urbanos (ANA, 2022). Essa carência de dados é particularmente crítica em microbacias urbanas, onde a variabilidade hidrológica pode ser significativa e altamente influenciada pelo uso e ocupação do solo (McMillan et al., 2017).A escassez de dados observados dificulta o desenvolvimento de estudos hidrológicos mais robustos, limita a calibração e validação de modelos hidrológicos e compromete a capacidade de planejamento de sistemas de drenagem urbana. Modelos hidrológicos do tipo chuva–vazão, amplamente utilizados para simular o comportamento hidrológico de bacias, dependem fortemente de dados observacionais para garantir maior confiabilidade em suas estimativas (Beven, 2012). Dessa forma, ampliar a disponibilidade de séries históricas de dados hidrológicos torna-se uma necessidade fundamental para o avanço das pesquisas e para a melhoria das estratégias de gestão urbana.Nesse contexto, o desenvolvimento de tecnologias acessíveis de monitoramento hidrológico representa uma oportunidade relevante para ampliar a coleta de dados em ambientes urbanos. Avanços recentes na área de sensores de baixo custo e sistemas embarcados têm permitido a construção de dispositivos capazes de monitorar variáveis hidrológicas com custos significativamente menores que os sistemas tradicionais (Lowry & Fienen, 2013; Tauro et al., 2018). Esses sistemas apresentam grande potencial para aplicação em redes de monitoramento distribuídas, especialmente em regiões onde há restrições orçamentárias para implantação de estações hidrológicas convencionais.Diante desse cenário, o presente projeto propõe o desenvolvimento e implementação de um protótipo de baixo custo para monitoramento de níveis de água em cursos d’água urbanos, inicialmente aplicado às sub-bacias dos igarapés Mirandinha e Pricumã, no município de Boa Vista (RR). A proposta busca contribuir para a geração de séries históricas de dados hidrológicos observados, ampliar a disponibilidade de informações ambientais em microbacias urbanas e fortalecer iniciativas de monitoramento ambiental com potencial de replicação em outros municípios brasileiros. Além disso, o projeto integra atividades de extensão tecnológica e inovação, promovendo a formação interdisciplinar de estudantes e a disseminação de tecnologias aplicadas ao monitoramento hidrológico urbano. |
| Projeto de Extensão Les Unique 2026 |
Projeto de extensão, executado através do Grupo de Dança LES UNIQUE, que tem por objetivo utilizar a dança como ferramenta para a criação de cidadania, autoconhecimento, acesso às artes, à cultura empreendedora, à Economia Criativa e ao desenvolvimento de comportamentos atitudinais profissionais demandados pelo atual mercado de trabalho, aos seus participantes. Projeto totalmente gratuito, aberto à comunidade interna e externa do IFRR. Tem duração de 7(sete) meses. O Projeto não demanda custos, além dos normais, já provisionados no funcionamento regular do IFRR - CBV. O Projeto se justifica pela, ainda atual, grande carência, de forma gratuita, nas escolas públicas de Ensino Médio, de atividades culturais endereçadas, principalmente, a adolescentes e adultos jovens, na faixa etária de 15 a 25 anos, mesmo já sendo lei federal que este tipo de atividade seja desenvolvida nas escolas, dentro de sua matriz curricular. Público-alvo, este constantemente exposto a riscos sociais por conta de tempo ocioso e sem grandes direcionamentos para suas energias e capacidades. esta faixa etária proposta não exclui nenhuma outra acima de 25 anos e todos os interessados serão bem vindos pois a prática e a democratização da arte e da cultura é para todos.A Educação é, sabidamente, caminho mais do que comprovado, para a inclusão, a cidadania e a autonomia do indivíduo perante a sociedade e todas as ferramentas e formas inovadoras de sua aplicação sempre foram estimuladas e bem-vindas, As atividades deste Projeto de Extensão se propõem a colaborar para este processo ensino-aprendizado ser mais eficiente. |
Orlando Marinho Cerqueira Junior |
CBV |
Em execução |
2026-04-17T00:00:00 |
2026-10-09T00:00:00 |
O uso da dança, e principalmente das danças urbanas, por combinar o movimento, a arte e a música, torna-se uma excelente ferramenta para a abordagem e repasse de diversos elementos culturais, éticos, comportamentais e de cidadania, tão necessários nesta etapa de formação da personalidade na vida do jovem preparando-o para a vida adulta. O estabelecimento de metas para o grupo constitui-se em desafio normalmente apreciados por este público-alvo.O Projeto procura atender, em seu programa, a maioria destas carências e propor metas ousadas aos seus participantes. A dança usada é apenas uma ferramenta para mostrar aos participantes, exigências cobradas no mercado de trabalho: capacidade de trabalhar em equipe, empreendedorismo, compromisso, responsabilidade, ética, criatividade, iniciativa, hierarquia e metas, dentre outros. Conhecimentos estes que serão úteis em qualquer área na qual atuem profissionalmente no futuro. A maioria dos cursos de formação do IFRR contempla alguns componentes curriculares que repassem elementos desse tipo.O Projeto Les Unique se propõe a fazer isso utilizando a cultura e a dança. O mesmo, com este foco e objetivos, já existe desde o final de 2013 e tem alcançado, com sucesso, ótimos resultados nestes mais de 13 anos de existência. |
| Treinamento de Goleiros de Futsal - 2026 |
Este projeto tem como objetivo o desenvolvimento de habilidades específicas para goleiros de futsal, com foco jovens do sexo masculino até 21 anos, realizado no Instituto Federal de Roraima – Campus Boa Vista. As sessões de treinamento ocorrerão todas as quintas-feiras, das 20h às 22h, no ginásio poliesportivo da instituição. O foco será a capacitação técnica e tática, aprimorando os fundamentos e as habilidades necessárias para a atuação eficaz na posição de goleiro, como posicionamento, defesa, jogo com os pés, leitura de jogo e condicionamento físico. Além disso, busca promover a integração social dos participantes, a disciplina e o espírito de equipe. |
Rodrigo Viana Bezerra |
CBV |
Em execução |
2026-03-12T00:00:00 |
2026-12-15T00:00:00 |
A posição de goleiro no futsal é uma das mais exigentes e específicas dentro de qualquer modalidade esportiva coletiva. No futsal, o goleiro não se limita a defender o gol, mas também deve ser capaz de participar ativamente da construção de jogadas e ter habilidades técnicas que o tornem um jogador completo. Apesar da importância dessa função, muitos jovens goleiros enfrentam dificuldades em desenvolver as habilidades necessárias para atuar de forma eficiente em alto nível.O projeto se justifica pela necessidade de oferecer treinamentos especializados para goleiros, visando aprimorar suas habilidades e preparar os jovens para competições em diferentes níveis. Ao focar nas técnicas específicas de goleiro e na importância da formação física, tática e mental, o projeto contribui para o aumento da qualidade técnica dos jovens atletas, além de incentivar o trabalho em equipe, o fair play e a convivência saudável entre os participantes. |
| CAMSOM: Formando Instrumentistas |
O Projeto de Formação de Instrumentistas para Banda Sinfônica visa capacitar alunos do IFRR/CAM bem como membros da comunidade em geral para que possam formar e auxiliar na construção da primeira Banda Sinfônica desta Região. Observando a comunidade local, percebe-se a falta de projetos voltados para a cultura de uma forma continuada. Banda Sinfônica é uma formação musical em que predominam instrumentos de sopro e percussão. Dedica-se à difusão da música de concerto e ao incentivo de novas composições e arranjos para esta formação instrumental. O Projeto Formação de Instrumentistas já desenvolvido anteriormente pelo Programa de Bolsa Acadêmica de Extensão objetiva oportunizar o ensino da música, visando a iniciação musical de crianças e jovens e a participação em bandas sinfônicas. O IFRR- CAM disponibiliza aos alunos os instrumentos como: instrumentos de banda base, flauta doce, instrumentos de sopro e instrumentos de percussão, despertando a capacidade de ouvir e compreender a música de forma crítica, contribuindo assim no aprimoramento e na formação de plateias, apresentando diversos ritmos musicais, bem como aprecia-los, identifica-los, estimulando a sensibilidade rítmica, percepção auditiva, coordenação motora. Assim todos os participantes recebem a oportunidade de um aprendizado musical estruturado, já é esperado que o Projeto atenda mais de 50 alunos tanto da Sede Vila Brasil-Amajari como de algumas comunidades das proximidades. |
Lucas Correia Lima |
CAM |
Em execução |
2026-03-23T00:00:00 |
2026-09-30T00:00:00 |
A formação de Instrumentistas para uma Banda Sinfônica é um projeto cultural que visa tirar o jovem da ociosidade, dar oportunidade de aprender uma arte fazendo com que ele tenha uma nova perspectiva de vida social e de trabalho na área de musica.Entendemos que uma política cultural consistente não é aquela que centra sua atenção em eventos isolados, e sim a que desenvolve ações continuadas visando resultados a médio e longo prazo. Cabe a todos nós a articulação dos mecanismos dispostos pelo Estado, conjuntamente com outras iniciativas, que sejam privadas ou de outras organizações, criando assim, um intercambio entre as várias linguagens, e com isso potencializando o surgimento de novos talentos. Em Amajari quem deseja ter uma formação musical tem que recorrer às escolas de música em Boa Vista (que fica aproximadamente 150 Km deste Município) o que se torna inviável para a maioria dos moradores. Desta forma, a proposta é oferecer a oportunidade de um aprendizado musical estruturado, gratuito, que se constitua em um espaço democrático onde todos independente de condição social, possam ter acesso a uma arte que é valiosa culturalmente e enriquecedora do ponto de vista educativo. |
| Práticas Esportivas Comunitárias: Integração Social, Saúde e Desenvolvimento Humano no IFRR - Campus Amajari |
O Projeto proposto visa oportunizar a prática de gincanas, voleibol, queimada, atletismo, tênis de mesa e futsal para interação social entre indígenas, estrangeiros, não indígenas, servidores e egressos no ambiente escolar do Instituto Federal de Roraima - Campus Amajari (IFRR -CAM). Adolescentes e crianças que residem na Vila Brasil não possuem local para prática esportivas ou praça pública e isso acaba gerando situações que deixam principalmente as crianças e adolescentes em uma grande vulnerabilidade social, sendo que os locais improvisados para práticas esportivas são locais afastados desprovido de iluminação e segurança. No município de Amajari-RR, a diversidade populacional está estampada nos rostos, nos sotaques, nas línguas das diferentes etnias, como também dos estrangeiros vindos da Venezuela, todo esse contexto está fora e também do lado de dentro do Instituto Federal de Roraima - Campus Amajari com mais de 120 alunos (as) alojados (as), sendo que muitos deles, passam meses sem poderem regressar para as suas residências por falta de recursos financeiros para pagar o transporte. Quando abordamos o assunto sobre identidade cultural no contexto escolar, estamos envolvendo questões de valores que, para alguns alunos, são importantes, que marcam sua história e para muitos, fortalecidos pela globalização, apenas um assunto passageiro. Entendemos que uma política cultural consistente não é aquela que centra sua atenção em eventos isolados, e sim a que desenvolve ações continuadas visando resultados a médio e longo prazo. A prática de esportes é um direito que está assegurado na Constituição Federal brasileira e no Estatuto da Criança e do Adolescente. O esporte é para todos, e deve ser praticado com respeito à diversidade e às condições físicas e psicológicas de cada pessoa |
Lucas Correia Lima |
CAM |
Em execução |
2026-03-16T00:00:00 |
2026-12-10T00:00:00 |
No município de Amajari-RR, a diversidade populacional está estampada nos rostos, nos sotaques, nas línguas das diferentes etnias (Macauxi, Taurepang, Whapixana, Xiriana, Yekuana e Sapará), como também dos estrangeiros vindos da Venezuela a procura de um novo começo de vida buscando apoio do povo brasileiro, todo esse contexto está do lado de dentro do Instituto Federal de Roraima Campus Amajari com mais de 120 alunos (as) alojados que passam meses sem poderem regressar para as suas residências por falta de recursos financeiros para pagar o transporte (as) e também do lado de fora, na Vila Brasil, sede do Município. Quando abordamos o assunto sobre identidade cultural no contexto escolar, estamos envolvendo questões de valores que, para alguns alunos, são importantes, que marcam sua história; e para muitos, fortalecidos pela globalização, apenas um assunto passageiro. A maneira como será repassado esse conhecimento irá dizer se essa prática educativa deve buscar transformações ou a manutenção do público onde está inserido; não será apenas as práticas esportivas que vai determinar a direção, e sim a didática, o modo de como o conhecimento é transmitido.Cabe a todos nós a articulação dos mecanismos dispostos pelo Estado, conjuntamente com outras iniciativas, que sejam privadas ou de outras organizações, criando assim, um intercambio entre as várias linguagens, e com isso potencializando o surgimento de novos talentos. O projeto proposto na verdade já é uma procura de jovens Egressos do IF CAM, adolescentes e crianças que residem na Vila Brasil que não possuem local para praticar atividades esportivas e praça pública e isso acaba gerando situações que deixam principalmente as crianças e adolescentes em uma grande vulnerabilidade social, sendo que os locais improvisados para práticas esportivas são locais afastados desprovido de iluminação e segurança, o que ocasionou no final do ano passado (2023) dois casos de violência sexual contra duas crianças de aproximadamente 12 anos. Durante o ano de 2024 ma de alunos de voleibol, no qual, integrantes do time desenvolviam projetos da prática deste esporte trazendo crianças e adolescentes da comunidade para dentro da Instituição estimulando a prática esportiva e uma vida saudável. Muitos desses alunos/atletas egressos ainda residem na Vila Brasil e sempre nos relatam sobre a falta de espaços para a prática esportiva o que acaba gerando um grande quantitativo de indivíduos com espaço/tempo ociosos. Desde o ano de 2020 não foi criado no Campus Amajari algum projeto voltado para as práticas esportivas, e isso também é bem discutido entre os alunos alojados, que em muitos momentos se reúnem ao entardecer para relembrar as brincadeiras de infância ajudando na socialização cultural e interação social. A aprovação deste projeto é aguardo por membros da comunidade e irá trazer um grande impacto positivo social na vida de muitos adolescentes e crianças desprovidos de espaços para práticas esportivas. |
| Xeque-mate da saúde mental: o xadrez como atividade de integração, relaxamento e reflexão |
Um fato incontestável é que o xadrez é um notável esporte e também uma importante fonte de cultura, arte e ciência, que pode ser usado como recurso pedagógico para melhorar o desempenho de alunos no ambiente escolar, possibilitando ainda às pessoas que o praticam o desenvolvimento de uma série de habilidades positivas para o ser humano, tais como a melhora do raciocínio lógico, da atenção, da concentração, entre outras. Dessa forma, este projeto visa oferecer aulas de xadrez básico preferencialmente para o público de alunos do 8º e 9º ano do ensino fundamental II matriculados nas escolas próximas à localidade do IFRR/CBVZO. Para isso serão realizadas 8 aulas, uma por semana durante 2 meses, com duração de 2h cada no período da tarde, executadas de maneira expositiva, dialogada e prática, abordando os conteúdos mais relevantes do xadrez básico. Espera-se que o público atendido domine os principais aspectos do jogo de xadrez básico e da cultura enxadrística de modo geral. |
Vitor Lopes Resende |
CBVZO |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
O xadrez se apresenta não somente como um interessante jogo, mas também como um notável esporte, fonte de cultura, arte e ciência. Perpassa desde os ambientes competitivos profissionais a ambientes escolares, possuindo o potencial de ajudar a desenvolver diversas qualidades nas pessoas que o praticam, tais como atenção, concentração, melhora na tomada de decisões, criatividade, resolução de problemas, e entre outras. Pode ser ainda usado como recurso pedagógico para melhorar o rendimento e o desempenho dos alunos nas mais diversas atividades escolares, portanto, no sentido de todas as potencialidade do xadrez, promover a prática desse esporte e a difusão da cultura enxadrística por meio de atividades de extensão se traduz como uma importante ação educacional.Vale ressaltar ainda que os estudantes bolsistas e voluntários que compõe o projeto, se beneficiarão também do desenvolvimento das mesmas qualidades citadas acima, pois estarão diretamente ligados não somente com as atividades ofertadas mas também com a participação no desenvolvimento e elaboração delas. |
| Dança, sociedade e emoções: o corpo como meio de comunicação, expressão e transformação social |
O referido projeto propõe integrar arte, cultura, educação e reflexões sociológicas, por meio da dança e da expressão corporal no ambiente escolar. Parte da compreensão de que o corpo é um espaço de construção social, cultural e simbólica, no qual se manifestam identidades, subjetividades, emoções e experiências coletivas. Nesse sentido, o projeto articula ensino, pesquisa e extensão, promovendo uma aproximação entre estudantes, bolsista, voluntários e comunidade externa. A proposta consiste na realização de oficinas de dança e expressão corporal com estudantes do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFRR, Campus CBVZO, estimulando a reflexão sobre emoções, identidade, cultura e sociedade. Ao mesmo tempo, o projeto possibilita que estudantes e comunidade externa, envolvidos na ação, desenvolvam experiências formativas no campo da docência, da pesquisa e da intervenção social, fortalecendo a relação entre conhecimento acadêmico e realidade social. Assim, a dança torna-se um instrumento pedagógico e sociológico capaz de promover autoconhecimento, empatia, criatividade e consciência crítica e social, contribuindo para uma educação mais sensível, crítica e emancipadora, visando o combate de todas as formas de discriminação e opressões, e combate às desigualdades sociais. |
Valeria Patricia Araujo Silva |
CBVZO |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
A dança constitui uma importante forma de expressão cultural e social, na qual o corpo se torna um meio de comunicação capaz de transmitir emoções, experiências e identidades. No campo da Sociologia, compreender o corpo como um espaço de expressão simbólica permite analisar como sentimentos, valores e vivências coletivas se manifestam para além da linguagem verbal. Nesse sentido, a dança possibilita explorar a ideia de que “o corpo fala”, revelando aspectos da subjetividade e das relações sociais presentes em diferentes contextos culturais. Em muitos espaços educativos e comunitários, as emoções ainda são pouco trabalhadas como parte do processo de formação social. A dança surge, portanto, como uma ferramenta potente para promover a expressão emocional, o autoconhecimento e a valorização da diversidade cultural. Por meio do movimento corporal, os participantes podem refletir sobre suas próprias experiências, desenvolver empatia e fortalecer vínculos coletivos. Além disso, o projeto poderá contribuir na aproximação entre jovens e comunidade externa do IFRR, Campus CBVZO, promovendo um espaço de troca de saberes em que o conhecimento acadêmico dialoga com práticas culturais e experiências vividas pelos participantes. A dança, enquanto prática acessível e universal, favorece a participação ativa de diferentes públicos, estimulando a reflexão sociológica sobre o corpo, as emoções e as formas de comunicação não verbal presentes na vida cotidiana. Dessa forma, o projeto busca utilizar a dança como instrumento de reflexão social e expressão emocional, incentivando a percepção do corpo como um meio de linguagem e construção de sentidos. Ao valorizar o movimento como forma de comunicação, a proposta fortalece a compreensão das relações entre cultura, sociedade e subjetividade, contribuindo para uma formação mais sensível, crítica e participativa. |
| Formação política e cidadã aos jovens para fortalecimento do controle social |
RESUMOEste projeto de extensão tem como objetivo promover a formação política e cidadã de estudantes do ensino médio da rede pública, estimulando o conhecimento sobre o funcionamento do Estado brasileiro, a administração pública e os mecanismos de participação popular. A iniciativa parte da compreensão de que o fortalecimento da cidadania e da participação social depende do acesso à informação e da formação crítica dos indivíduos, especialmente entre os jovens. Nesse sentido, o projeto busca contribuir para o desenvolvimento do protagonismo juvenil e para a ampliação do conhecimento acerca dos direitos e deveres dos cidadãos no contexto democrático. A metodologia adotada consiste na realização de oito oficinas em escolas estaduais com estudantes do 1º, 2º e 3º ano do ensino médio. As atividades serão desenvolvidas por meio de exposições dialogadas, rodas de conversa e debates, abordando temas como cidadania, funcionamento do Estado, administração pública e controle social. Espera-se, com a execução do projeto, ampliar a compreensão dos estudantes sobre os processos políticos e incentivar sua participação ativa na sociedade, fortalecendo a cultura democrática e o exercício da cidadania.Palavras-chave: Cidadania; Controle Social; Estado; Políticas Públicas. |
Caio Felipe Fonseca do Nascimento |
CBVZO |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
A participação social representa um elemento de extrema importância para o fortalecimento da democracia e para a melhoria da gestão pública. No Brasil, a Constituição Federal de 1988, conhecida como constituição cidadã, ampliou os mecanismos de participação popular, possibilitando que a sociedade acompanhe, fiscalize e contribua com a formulação e implementação das políticas públicas (BRASIL, 1988).Nesse contexto, o controle social surge como um importante instrumento democrático, permitindo que os cidadãos participem ativamente do acompanhamento das ações governamentais e da gestão dos recursos públicos. Maria da Glória Gohn (2011) afirma que os mecanismos participativos, previstos na carta magna e demais legislações, como conselhos de políticas públicas, conferências e audiências públicas, representam espaços institucionais que fortalecem a relação entre Estado e sociedade civil.Apesar dos avanços institucionais, ainda se observa uma baixa participação da população, especialmente entre os jovens, nos espaços de controle social. A falta de conhecimento sobre direitos, deveres e instrumentos de participação cidadã contribui para esse cenário, limitando o envolvimento da juventude nos processos democráticos.Tal cenário demonstra uma situação preocupante, pois quanto menor é a participação da sociedade no planejamento, execução e controle das políticas públicas, menor tende a ser a qualidade dos serviços prestados.Dessa forma, a formação política e cidadã torna-se essencial para o desenvolvimento de uma consciência crítica e participativa. Conforme destaca Paulo Freire (1996), a educação deve contribuir para a formação de sujeitos conscientes de sua realidade e capazes de atuar na transformação social. Nesse sentido, iniciativas educativas voltadas para a cidadania podem estimular o protagonismo juvenil e ampliar a participação dos jovens na gestão pública.Assim, o presente projeto de extensão tem como objetivo promover a formação política e cidadã de jovens, incentivando sua participação nos mecanismos de controle social e fortalecendo a cultura democrática. |
| Estudo, linguagem e inteligência artificial: práticas de leitura e escrita na cultura digital |
O projeto ESTUDO, LINGUAGEM E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA CULTURA DIGITAL tem como objetivo promover o uso crítico da inteligência artificial como ferramenta de estudo, a partir da compreensão de que os processos de aprendizagem se realizam por meio de práticas de linguagem, especialmente leitura, escrita e interpretação de textos. A proposta parte do reconhecimento de que ferramentas de inteligência artificial têm sido cada vez mais utilizadas por estudantes, muitas vezes sem orientação pedagógica adequada, o que pode comprometer o desenvolvimento da autonomia intelectual e da autoria na produção textual. Metodologicamente, o projeto será desenvolvido em quatro etapas: formação inicial de estudantes extensionistas sobre linguagem, produção textual e uso de inteligência artificial; aplicação de um questionário diagnóstico para mapear como estudantes utilizam essas tecnologias em seus estudos; elaboração de um material educativo com orientações para o uso da inteligência artificial como apoio à leitura e à escrita; e realização de uma oficina extensionista aberta à comunidade, na qual serão discutidas estratégias de estudo mediadas por tecnologia e distribuído o material produzido. Espera-se contribuir para o desenvolvimento de práticas de estudo mais conscientes e reflexivas, fortalecendo a compreensão da inteligência artificial como ferramenta de apoio à aprendizagem e ampliando o debate sobre autoria, linguagem e uso responsável das tecnologias digitais no contexto educacional. |
Pamela Andrade Lima |
CAB |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
A expansão das tecnologias digitais e das ferramentas de inteligência artificial tem modificado as formas de acesso à informação, produção de textos e organização dos estudos. Estudantes recorrem cada vez mais a esses sistemas para responder atividades, resumir conteúdos ou produzir textos. Entretanto, esse uso frequentemente ocorre sem orientação pedagógica, o que pode comprometer processos fundamentais de aprendizagem, como leitura, interpretação e elaboração própria de ideias. Nesse contexto, torna-se necessário desenvolver ações educativas que orientem o uso dessas tecnologias em articulação com práticas de linguagem presentes no estudo.O projeto ESTUDO, LINGUAGEM E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: PRÁTICAS DE LEITURA E ESCRITA NA CULTURA DIGITAL parte do entendimento de que o conhecimento circula socialmente por meio de textos. Ler, interpretar, resumir e produzir textos são atividades centrais no processo de aprendizagem. Ao mesmo tempo, a interação com ferramentas de inteligência artificial também ocorre por meio da linguagem, especialmente na produção de comandos textuais, conhecidos como prompts. Assim, compreender o funcionamento dessas tecnologias envolve refletir sobre produção textual, autoria e responsabilidade discursiva.Os beneficiários do projeto são estudantes e demais membros da comunidade interessados em compreender o uso da inteligência artificial nos estudos. Esses participantes atuarão como parceiros no processo de construção do conhecimento, contribuindo com suas experiências por meio de um questionário diagnóstico e participando da oficina extensionista prevista.A proposta também contribui para a formação acadêmica dos estudantes extensionistas envolvidos, bolsistas e voluntários, que participarão da formação teórica, da pesquisa diagnóstica, da produção de material educativo e da mediação das atividades com a comunidade. Esse processo possibilita o desenvolvimento de competências relacionadas à leitura crítica, produção textual, organização de atividades educativas e trabalho colaborativo.O projeto apresenta viabilidade de execução por estar organizado em etapas claras: formação dos extensionistas, aplicação de questionário diagnóstico, elaboração de material educativo e realização de uma oficina para socialização dos resultados e entrega do material produzido. As atividades previstas demandam poucos recursos materiais e utilizam ferramentas digitais de acesso gratuito, o que possibilita sua realização no período previsto pelo edital. Assim, a proposta busca contribuir para o uso crítico da inteligência artificial nos estudos e fortalecer o diálogo entre instituição e comunidade por meio de ações de extensão. |
| Da amostragem de solo à recomendação: extensão rural com agricultores familiares da vicinal Trairi |
RESUMO O projeto propõe uma ação de extensão voltada ao manejo da fertilidade do solo em propriedades familiares da Vicinal Trairi, em Rorainópolis–RR, com foco na conversão do diagnóstico laboratorial em recomendações agronômicas aplicáveis à realidade produtiva local. O objetivo geral é atender 10 produtores por meio de coleta assistida de solo, análises químicas de fertilidade e devolutiva presencial com laudo interpretado e recomendações de calagem e adubação ajustadas à cultura de interesse. A metodologia será desenvolvida em fluxo contínuo, envolvendo mobilização e seleção dos participantes, definição da área e da cultura, coleta assistida com demonstração do trado artesanal Koneka, preparo e processamento das amostras no Laboratório de Solos do IFRR/CNP, determinação de atributos químicos e elaboração de laudos técnicos individualizados por produtor/talhão. Na etapa final, será realizada devolutiva presencial com orientação prática para leitura, interpretação e uso dos resultados, contando com a participação do bolsista como apoio pedagógico. Espera-se ampliar a autonomia dos produtores na amostragem e no uso do diagnóstico de fertilidade, reduzir erros de manejo, otimizar o uso de corretivos e fertilizantes e fortalecer a sustentabilidade produtiva local por meio de uma ação extensionista participativa e formativa.Palavras-chave: Agricultura familiar, Análise de solo, Calagem e adubação, Extensão rural, Manejo da fertilidade do solo. |
Carlos Henrique Lima de Matos |
CNP |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
JUSTIFICATIVA O manejo da fertilidade em propriedades familiares enfrenta o desafio de converter informações técnicas em decisões práticas. Frequentemente, o diagnóstico do solo é percebido pelo produtor como um dado laboratorial isolado, desconectado de sua rotina e da observação direta da área. Sem uma mediação que contextualize esses dados, os laudos são subutilizados e as práticas de calagem e adubação permanecem baseadas na tentativa e erro, elevando o risco de desperdício financeiro e impactos ambientais. Para superar esse distanciamento, o projeto intervém na etapa inicial: a amostragem. Por meio da coleta assistida a produtores da Vicinal Trairi, utilizando o trado artesanal desenvolvido no projeto Koneka, busca-se assegurar a representatividade das amostras e, simultaneamente, capacitar o agricultor sobre a importância técnica de cada etapa.Além da coleta, o projeto atua na interpretação dos resultados. Recomendações genéricas ou estritamente técnicas muitas vezes falham em se transformar em planos de ação exequíveis, pois não consideram as prioridades e a disponibilidade de recursos de cada família. A metodologia proposta prevê uma devolutiva presencial, onde o laudo e as recomendações de calagem e adubação são acompanhados de uma formação objetiva. O foco não é apenas a entrega de números, mas a tradução dos indicadores para uma linguagem acessível, permitindo que o produtor decida com segurança sobre doses, frequências e prioridades de manejo.Sob a ótica da extensão tecnológica, a ação evita o caráter de mera prestação de serviços. Ao envolver o produtor de forma participativa (da coleta à interpretação), promove-se a autonomia e a capacidade de interlocução técnica futura. Simultaneamente, a participação do estudante bolsista consolida o caráter educativo da proposta, proporcionando uma aprendizagem situada e fortalecendo o papel da instituição como mediadora de conhecimento no território.Pretende-se que os produtores atendidos compreendam o diagnóstico de suas áreas e implementem recomendações com maior critério técnico e eficiência econômica. Regionalmente, a ação fortalece o uso racional de insumos e a sustentabilidade produtiva em uma área onde a terra é o principal ativo das famílias. Por fim, a escala delimitada do projeto garante a viabilidade de execução dentro do cronograma do edital, assegurando a entrega de resultados consistentes e o registro qualificado de todas as etapas. |
| Conversação em Língua Inglesa para Integração Acadêmica e Fronteiriça entre Bonfim (Brasil) e Lethem (Guiana) |
Este projeto de extensão, intitulado "Conversação em Língua Inglesa para Integração Acadêmica e Fronteiriça entre Bonfim (Brasil) e Lethem (Guiana)", é uma iniciativa do IFRR CampusAvançado Bonfim. O objetivo central é promover a formação em conversação em inglês para estudantes, servidores e a comunidade local, visando fortalecer a integração cultural e linguística em uma região de fronteira onde o inglês é o idioma oficial do país vizinho, a Guiana. A proposta justifica-se pela intensa interação socioeconômica na região e pela Portaria MEC nº 157/2026, que facilita o deslocamento de servidores em cidades-gêmeas para missões acadêmicas. Com carga horária de 60 horas e modalidade presencial, o curso oferece 35 vagas e será executado entre abril e junho de 2026. A metodologia baseia-se em abordagens comunicativas e ativas, estruturada em quatro eixos: Curso de Conversação: Aulas práticas de speaking e listening. Grupos Focais: Prática de pronúncia, fluência e debates. Integração Cultural: Rodas de conversa, filmes e eventos interculturais. Mapeamento: Levantamento de demandas para futuros projetos de extensão. A equipe conta com a coordenação de um docente, além de servidores, um estudante bolsista e voluntários, incentivando o protagonismo discente. Espera-se, como resultado, a certificação dos participantes e o fortalecimento da cooperação acadêmica e social na fronteira. |
Sandra Milena Palomino Ortiz |
CAB |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
O município de Bonfim, localizado na região de fronteira entre o Brasil e a Guiana, mantém intensa interação social, cultural e econômica com a cidade de Lethem. A proximidade geográfica e as dinâmicas fronteiriças exigem competências linguísticas e interculturais que favoreçam a comunicação e a integração entre os povos.Nesse contexto, o domínio da língua inglesa torna-se uma competência estratégica para estudantes, servidores públicos e membros da comunidade, pois o inglês é amplamente utilizado na Guiana como idioma oficial e como língua de comunicação internacional.O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima, por meio de suas ações de extensão, possui o compromisso institucional de promover a integração entre ensino, pesquisa e extensão, fortalecendo a relação com a comunidade e contribuindo para o desenvolvimento social e regional .Além disso, o Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública do Campus Avançado Bonfim tem como objetivo formar profissionais capazes de compreender os contextos políticos, sociais e econômicos e atuar no planejamento e execução de projetos voltados ao desenvolvimento local e regional . Nesse sentido, projetos extensionistas que promovam a formação linguística e a integração cultural contribuem para a formação cidadã e profissional dos estudantes.Outro fator relevante para a viabilidade deste projeto é a Portaria MEC nº 157, de 13 de fevereiro de 2026, que desburocratiza o deslocamento de servidores federais da educação em cidades-gêmeas de fronteira, dispensando publicação no Diário Oficial da União para missões de trabalho de curta duração em países vizinhos. Essa medida facilita ações acadêmicas, científicas e extensionistas entre cidades fronteiriças.Dessa forma, o projeto propõe a oferta de um curso de formação em conversação em língua inglesa, aliado à organização de grupos focais de prática oral, atividades culturais e ações de integração linguística, incentivando também o protagonismo estudantil na condução das atividades.A proposta pretende contribuir para: fortalecimento da internacionalização em regiões de fronteira; formação linguística da comunidade; promoção da integração cultural entre Bonfim e Lethem; formação prática de estudantes extensionistas do IFRR. |
| Construindo uma Escola Antirracista: A arte e a cultura como ferramentas de transformação social |
Este projeto propõe a implementação de práticas pedagógicas antirracistas na no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia – IFRR – Campus CBVZO, em Boa Vista- Roraima, articulando a arte e a cultura, como ferramentas de transformação social, utilizado música, teatro, pintura, artes visuais, leituras e rodas de conversa, que destaquem a contribuição e importância da população negra e indígena no Brasi. O projeto compreende a escola como espaço estratégico para a promoção de justiça e equidade racial, assim, articulando conhecimentos entre o IFRR e a comunidade externa que mora reside próxima ao campus, a proposta estrutura-se na articulação entre ensino, pesquisa e extensão, buscando fortalecer a autoestima dos alunos e bolsistas envolvidos, ampliando repertório cultural, contribuindo na construção do pensamento crítico-reflexivo e o entendimento da formação histórica do país, com o exercício da cidadania, com o desenvolvendo da empatia e com a busca da redução de práticas discriminatórias no ambiente escolar. A partir das contribuições do saber sociológico, busca-se consolidar uma cultura institucional antirracista, capaz de influenciar práticas pedagógicas e a promoção da transformação estrutural. Assim, a iniciativa reafirma a educação como prática emancipadora e instrumento efetivo de construção democrática e combate às desigualdades sociais. |
Valeria Patricia Araujo Silva |
CBVZO |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
A implementação deste projeto, com foco na construção de uma escola antirracista, articulando música, teatro, pintura, arte e cultura no geral, justifica-se pela necessidade de promover reconhecimento, pertencimento e empatia entre nossos alunos, bolsistas e a comunidade externa, como as próprias famílias dos estudantes. Ao valorizar referências afro-brasileiras e indígenas e fomentar espaços de diálogo, o projeto contribui para o fortalecimento da autoestima dos alunos e familiares, amplia o repertório cultural de todos os estudantes e reduz conflitos baseados em estereótipos e preconceitos. A arte e a cultura, nesse contexto, funcionam como linguagem sensível de reconstrução simbólica e instrumento de transformação das relações sociais.Para a sociedade, a iniciativa possui relevância estratégica: ao atuar na base formativa, contribuirá para a consolidação de valores democráticos e de cidadania, de justiça, inclusão e equidade racial. A formação de sujeitos críticos desde os primeiros anos escolares impacta diretamente a construção de uma cultura de respeito às diferenças e as diversidades, fortalecendo a cidadania e prevenindo práticas discriminatórias futuras.No âmbito acadêmico, o projeto promove impacto significativo na formação dos bolsistas do IFRR. Inspirado na pedagogia crítica de Paulo Freire, articula ensino, pesquisa e extensão por meio da práxis, ação e reflexão. Os bolsistas desenvolvem competências pedagógicas, sensibilidade ética, capacidade de pesquisa de campo e produção científica, consolidando uma formação crítica e socialmente comprometida.A viabilidade e operacionalização do projeto, propõe desenvolver suas atividades em três meses. A dinâmica de aplicabilidade pode organizar-se em três etapas: (1) diagnóstico inicial e planejamento participativo; (2) desenvolvimento das oficinas com apresentações artístico-culturais e rodas de diálogo; (3) culminância com exposição e avaliação dos impactos. A periodicidade semanal permite acompanhamento contínuo, construção de vínculos com os jovens e familiares envolvidos, professores e gestores, e avaliação processual, garantindo consistência metodológica e resultados concretos em curto prazo. |
| Jogos Didáticos no Ensino de Química |
O ensino de Química na educação básica ainda enfrenta desafios relacionados à dificuldade dos estudantes em compreender conteúdos considerados abstratos e extensos, como teoria atômica, ligações químicas e tabela periódica. Muitas vezes, as aulas são conduzidas de forma predo-minantemente teórica, o que contribui para a desmotivação dos alunos e para a percepção da disciplina como difícil. Nesse contexto, metodologias alternativas, como os jogos didáticos, têm se destacado como importantes ferramentas pedagógicas capazes de tornar o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico, participativo e significativo. O presente projeto de extensão tem como objetivo desen-volver e aplicar jogos didáticos de Química com estudantes da Escola Estadual Ovídio Dias de Souza. Os jogos serão elaborados com auxílio de softwares gráficos, como o Photoshop, abordando conteúdos de teoria atômica, ligações químicas tabela periódica. As atividades envolverão a construção, aplicação e discussão dos jogos em sala de aula, estimulando a participação ativa dos estudantes e a compreensão dos conceitos químicos. Espera-se que a utilização dessa metodologia lúdica contribua para melhorar o interesse dos alunos pela disciplina, facilitar a assimilação dos conteúdos e fortalecer o processo de ensino-aprendizagem em Química. |
Weider Henrique Pinheiro Paz |
CAM |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
O ensino de Química apresenta desafios significativos na educação básica, principalmente devido à complexidade de seus conteúdos e à dificuldade dos estudantes em relacioná-los com situações do cotidiano. Em muitos casos, as aulas são baseadas apenas na exposição teórica, o que contribui para a percepção da disciplina como extensa e difícil. Nesse contexto, a utilização de metodologias diferenciadas torna-se fundamental para tornar o processo de ensino mais atrativo e significativo.Entre essas metodologias, os jogos didáticos destacam-se como ferramentas pedagógicas capazes de estimular o interesse dos estudantes, favorecer a participação ativa e facilitar a compreensão de conceitos científicos. A proposta será desenvolvida com estudantes na Escola Estadual Ovídio Dias de Souza, que atuará como instituição parceira e polo de realização das atividades. O projeto busca fortalecer a integração entre o Instituto Federal e a comunidade escolar, contribuindo para a melhoria do ensino de Ciências/Química. Além do impacto educacional para os estudantes participantes, o projeto também contribui para a formação acadêmica dos estudantes envolvidos na execução das atividades, possibilitando o desenvolvimento de habilidades relacionadas à produção de materiais didáticos, mediação do conhecimento e divulgação científica. Além disso, a proposta está alinhada ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentavel (ODS) 4 - Educação de Qualidade, estabelecido pela Organização das Nações Unidas, que visa assegurar uma educação inclusiva, equitativa e de qualidade, além de promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos. Ao utilizar jogos didáticos como estratégia pedagógica, o projeto contribui para tornar o processo de ensino-aprendizagem mais acessível, dinâmico e inclusivo, favorecendo o desenvolvimento do pensamento científico e o interesse dos estudantes pela área de Ciências. |
| Formação de Jovens Multiplicadores em Educação Financeira no IFRR Campus Bonfim |
O presente projeto de extensão tem como objetivo promover a formação de estudantes do Instituto Federal de Roraima – Campus Bonfim como jovens multiplicadores em educação financeira, capacitando-os para disseminar conhecimentos relacionados ao planejamento financeiro, organização do orçamento pessoal e familiar e práticas de consumo consciente. A iniciativa parte do reconhecimento de que a educação financeira constitui uma competência essencial para o desenvolvimento da autonomia, da tomada de decisões responsáveis e da melhoria da qualidade de vida dos indivíduos. A proposta está alinhada aos princípios da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, especialmente ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (Educação de Qualidade) e ao Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8 (Trabalho Decente e Crescimento Econômico), ao incentivar o desenvolvimento de competências que contribuem para a autonomia financeira e para decisões econômicas mais conscientes. O projeto prevê a capacitação de cinco estudantes do ensino médio integrado (um bolsista e quatro voluntários), por meio de oficinas formativas que abordarão temas como planejamento financeiro, consumo consciente, organização do orçamento familiar, poupança e prevenção ao endividamento. Após essa etapa formativa, os estudantes atuarão como multiplicadores do conhecimento, realizando atividades de socialização e oficinas junto à comunidade acadêmica do campus e aos familiares dos estudantes. Espera-se alcançar entre 40 e 80 estudantes da instituição nas ações de multiplicação do conhecimento, além da participação estimada de familiares nas atividades propostas. Como resultados, pretende-se fortalecer o protagonismo estudantil, ampliar o acesso a informações sobre gestão financeira e estimular práticas de consumo consciente e planejamento financeiro no ambiente escolar e familiar. Dessa forma, o projeto busca contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes e responsáveis em relação ao uso dos recursos financeiros, ao mesmo tempo em que fortalece a integração entre ensino e extensão e amplia o impacto social das ações educativas desenvolvidas no âmbito da instituição. |
Juliana Silveira Marcondes |
CAB |
Em execução |
2026-04-06T00:00:00 |
2026-06-26T00:00:00 |
A educação financeira tem sido reconhecida como uma competência essencial para a formação cidadã, uma vez que contribui para o desenvolvimento da autonomia, da tomada de decisões responsáveis e do planejamento consciente dos recursos financeiros. Em um contexto social marcado pelo fácil acesso ao crédito, pelo consumo incentivado e pelo crescente endividamento das famílias brasileiras, torna-se fundamental promover ações educativas que auxiliem os indivíduos a compreender e administrar melhor suas finanças pessoais. Nesse cenário, iniciativas de educação financeira também dialogam diretamente com os princípios da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas, especialmente com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 – Educação de Qualidade, que busca assegurar educação inclusiva, equitativa e de qualidade, promovendo oportunidades de aprendizagem ao longo da vida, bem como com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 8 – Trabalho Decente e Crescimento Econômico, ao incentivar o desenvolvimento de competências que favoreçam a autonomia financeira e a tomada de decisões econômicas responsáveis.Nesse sentido, instituições de ensino possuem papel estratégico na disseminação de conhecimentos que ultrapassem os conteúdos curriculares tradicionais e contribuam para a formação integral dos estudantes. O Instituto Federal de Roraima, enquanto instituição pública comprometida com o desenvolvimento social e educacional, apresenta-se como espaço privilegiado para a promoção de ações extensionistas voltadas à educação financeira.A presente proposta tem como foco a formação de jovens multiplicadores em educação financeira, por meio da capacitação de estudantes do IFRR – Campus Bonfim, que atuarão como agentes disseminadores de conhecimentos sobre planejamento financeiro, consumo consciente e organização do orçamento pessoal e familiar. A escolha dessa estratégia busca incentivar o protagonismo estudantil e fortalecer a aprendizagem colaborativa, permitindo que os estudantes desenvolvam habilidades de comunicação, liderança e responsabilidade social.Os principais beneficiários do projeto serão os estudantes participantes da formação (bolsista e voluntários), que terão a oportunidade de ampliar seus conhecimentos e desenvolver competências socioeducativas relevantes para sua formação acadêmica e cidadã. Além disso, a comunidade escolar do campus e os familiares dos estudantes também serão beneficiados, uma vez que as ações de multiplicação do conhecimento ocorrerão por meio de oficinas e atividades educativas voltadas a esse público, incentivando que os conhecimentos adquiridos sejam compartilhados também no ambiente familiar.Do ponto de vista acadêmico, o projeto contribui para a integração entre ensino e extensão, promovendo experiências formativas que estimulam o protagonismo juvenil, o trabalho em equipe e o desenvolvimento de competências relacionadas à responsabilidade financeira e social. Ademais, a iniciativa fortalece a cultura extensionista no campus ao incentivar que os estudantes atuem como agentes de transformação dentro da própria comunidade.Quanto à viabilidade de execução, o projeto apresenta estrutura simples e factível, considerando o período de três meses previsto para sua realização. As atividades serão desenvolvidas por meio de encontros formativos, oficinas participativas, produção de materiais educativos e ações de disseminação do conhecimento junto à comunidade acadêmica. A equipe executora contará com a coordenação de docente do campus e a participação de um estudante bolsista e quatro estudantes voluntários, garantindo apoio adequado à realização das atividades planejadas.Dessa forma, a proposta se apresenta como uma iniciativa relevante e viável, capaz de promover o desenvolvimento de competências financeiras entre os estudantes e de contribuir para a formação de cidadãos mais conscientes em relação ao uso responsável dos recursos financeiros, ampliando o impacto social das ações educativas desenvolvidas no âmbito da instituição. |