| UMA PRÁTICA DE ENSINO NA EXTENSÃO SOBRE “O FAZER GESTÃO DE NEGÓCIO REMOTAMENTE” |
No campo da gestão de negócios o fazer gestão com excelência é sempre um desafio, ainda mais quando o cenário econômico e social apresenta riscos de grande impacto. Pautado nessa reflexão e na ação de garantir o ensino com qualidade em tempo de instabilidade causada pela pandemia da Covid19, o presente projeto nasceu da ideia de fomentar nos estudantes da área da gestão, mais especificamente dos graduandos em Gestão Hospitalar do Campus Boa Vista do Instituto Federal de Roraima, a prática em gestão de unidade de saúde de forma remota, por meio do uso do “Planejamento Estratégico”. Este entendido como uma ferramenta de gestão capaz de gerenciar, controlar, monitorar e avaliar os processos organizacionais, garantindo a uma empresa aparatos para um bom desempenho no mercado competitivo.Nesse novo momento de exigências de um mundo em contexto pandêmico, sabemos que qualquer empresa que tenha a intenção de permanecer no mercado, deve alcançar níveis de referência nas atividades a que se propõe. Isso só é possível adotando-se um estilo gerencial moderno e estabelecendo um planejamento estratégico adequado, com a conscientização dos funcionários envolvidos nas diversas áreas, com melhoria da informação e comunicação. A ação perpassa o vínculo das atividades de ensino do componente curricular de “Fundamentos do Planejamento Estratégico” do curso de graduação de Gestão Hospitalar com atividades de extensão, de forma a incluir como campo de aplicação uma empresa local, o laboratório Albuquerque e a participação da docente titular do componente e de docente voluntária detentora do conhecimento sobre funcionalidade de um laboratório de análises clínicas. O projeto, portanto, objetiva garantir a prática do fazer gestão de negócios, via uso do planejamento estratégico, de forma remota; garantir o ensino vinculado a prática sem expor a saúde dos envolvidos em tempo de pandemia; e viabilizar práticas de excelência na gestão em saúde em um cenário instável. O caminho metodológico a ser traçado inicia-se no componente curricular de “Fundamentos do Planejamento Estratégico”, onde os estudantes matriculados aprendem o conteúdo teórico e põem em prática na empresa parceira, com o auxílio da docente titular e da docente voluntaria. Todas as ações são planejadas para desenvolvimento nas plataformas virtuais: Ava Moodle (para exposição dos conteúdos teóricos), Google Meet (para realização dos encontros/reuniões com os envolvidos), WhatsApp (para garantir diálogo rápido e troca de informações). Espera-se, do projeto, como impactos e resultados (que serão verificados via entrevista com os envolvidos) evidenciar que o processo de aprendizagem é possível, mesmo em um momento que o distanciamento social e obrigatório. E que a ação do ensino na extensão viabiliza oportunidades no mercado de trabalho ao estudante e contribuições representativas na gestão do negócio da empresa parceira. |
Lucelia Santos Sousa Gomes |
CBV |
Concluído |
2021-05-24T00:00:00 |
2021-08-13T00:00:00 |
No processo de formação acadêmica no Brasil são inúmeros os desafios presentes para o desenvolvimento da ação docente e para o ensino-aprendizagem do estudante. Ora os desafios perpassam a escassez de recursos, outrora perpassam as falhas do sistema de ensino brasileiro. No atual cenário, onde se “pede inovação, soluções” para o enfrentamento dos impactos causados pela pandemia da Covid19 na educação, uns dos obstáculos é garantir ao estudante um ensino de qualidade e dinâmico de forma remota. Expõem- se que a “educação a distância foi utilizada inicialmente [historicamente] como recurso para superação de deficiências educacionais, para a qualificação profissional e aperfeiçoamento ou atualização de conhecimentos” (PIMENTEL, 2006, p. 18 [grifo nosso]). Na atualidade, sua utilização foi a solução mais precisa e emergente para garantir a continuidade do ensino em tempo de distanciamento social obrigatório decorrente da pandemia da Covid19. O ensino não presencial trouxe consigo uma nova realidade, por vezes obscura, para todos os seus envolvidos. Apresentou-se como uma estratégia, mas não muito aceita, não muito compreendida e não muito satisfatória. Alves (2020) em seu trabalho sobre a “educação remota” esclarece esse fato vivenciado em um estado da federação brasileira. O autor, de forma esclarecedora, aponta um importante obstáculo identificado sob o viés das responsabilidades docentes: “o corpo docente não se sente preparado para assumir as atividades escolares com a mediação das plataformas digitais, seja por conta do nível de letramento digital, ou, por limitações tecnológicas para acesso a estes artefatos”. (p. 355)Tão expressivamente, o mesmo autor, consegue expor a realidade enfrentada pelos estudantes e seus pares na prática do ensino remoto: “crianças e adolescentes vêm resistindo a essa rotina, pois acreditam que estão de férias, já que estão em casa. Tal percepção tem gerado situações de estresse para eles e seus pais. ” (p. 356)A necessidade de dar continuidade ao ensino, mesmo que remotamente, colocou as instituições de ensino em um patamar de busca por estratégias pedagógicas passíveis de garantir aos estudantes o mesmo envolvimento, o mesmo interesse e as mesmas expertises que existiam nas aulas presenciais. De forma reflexiva, o presente projeto nasce dessa perspectiva, de garantir dinamicidade, satisfação e envolvimento dos seus pares na prática do ensino remoto. Além disso, servir de apoio e resolução para outras práticas educacionais em um momento tão instável. A proposta busca vincular as ações do ensino à extensão, de forma a fomentar nos estudantes a vontade de superar os obstáculos da realidade, colocando em prática a teoria apreendida em sala de aula. O projeto apresenta não somente uma contribuição para o campo acadêmico, mas, de forma valiosa, sustenta uma articulação com o mercado de trabalho e contribuições para um empreendimento local, que servirá de campo de prática e receberá como produto final um “planejamento estratégico” do seu empreendimento. |
| Olimpíada Brasileira de Informática 2021 (OBI2021) - Participação de Alunos de Roraima |
O que é a OBI2021? (responder a estas questões)Criado em 1951, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) é uma agência do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) que tem como principais atribuições fomentar a pesquisa científica e tecnológica e incentivar a formação de pesquisadores brasileiros.O CNPq, através do Edital de Olimpíadas Científicas, apoia as Olimpíadas Científicas brasileiras (entre outras, OBA, OBF, OBM, OBQ e OBR). |
Lee Marcos Cruz de Souza |
CBVZO |
Não Enviado |
2021-07-01T00:00:00 |
2021-12-17T00:00:00 |
Por quê executar este projeto da OBI2021? (responder a estas questões) Da modalidade Iniciação podem participar alunos matriculados em escolas do Ensino Fundamental. Os níveis dessa modalidade são: Nível Júnior, para alunos do quarto e quinto anos do Ensino Fundamental, Nível 1, para alunos do sexto e sétimo anos do Ensino Fundamental e Nível 2, para alunos do oitavo e o nono anos do Ensino Fundamental. |