| Mais que um esporte: uma ferramenta pedagógica "Rugby na Escola" e a formação de cidadãos por meio do esporte |
O Rugby oferece muito mais do que apenas a aportuniadade de realizar um exercício vigoroso. É um ecossistema projetado para desenvolver os alunos de um contexto social e moral rigoroso. No Brasil, vivemos intensamente a cultura do Futebol. O Rugby entra na esocla com uma missão dultural disprutiva: o derespeito à arbitragem, ao time adversário ou à torcida é absolutamente intolerável e punido. Ningém ganha o jogo sozinho. O projeto "Rugby na Escola" é uma iniciativa pedagógica voltada para a introdução do rugby no ambiente escolar, utilizando o esporte como ferramenta de inclusão social, cidadania e desenvolvimento físico. |
Raleide Greisa Nogueira Barata |
CBV |
Em edição |
2026-09-08T00:00:00 |
2027-02-08T00:00:00 |
A cultura esportiva escolar brasileira costuma ser dominada pelo "quarteto tradicional" (futebol, voleibol, basquetebol e handebol). A introdução do rugby diversifica esse repertório e desconstrói o preconceito de que se trata de um esporte puramente violento. Na verdade, o rugby escolar utiliza a modalidade Tag Rugby (sem contato físico), sendo uma das ferramentas mais inclusivas disponíveis, pois acolhe todos os biótipos físicos e promove a equidade de gênero através de equipes mistas. |
| IF Comunidade: Conectando ensino, pesquisa e extensão em uma experiência de aprendizado e acolhimento |
O IF Comunidade: Conectando ensino, pesquisa e extensão em uma experiência de aprendizado e acolhimento é um evento voltado à integração entre a instituição e a comunidade, promovendo vivências educativas, científicas, culturais e sociais por meio da interação com os diversos espaços e projetos desenvolvidos no campus. A programação busca proporcionar aos participantes uma experiência dinâmica de aprendizado, aproximando estudantes, visitantes e comunidade das ações de ensino, pesquisa e extensão realizadas pelo Instituto Federal de Roraima, Campus Novo Paraíso. Durante o evento, os participantes terão a oportunidade de conhecer ambientes pedagógicos, projetos institucionais, atividades práticas, iniciativas de inovação e espaços de convivência, fortalecendo o diálogo entre conhecimento acadêmico e transformação social. O evento também tem como propósito estimular o acolhimento, a troca de experiências, o sentimento de pertencimento e a valorização da educação pública, gratuita e de qualidade, evidenciando o papel do IFRR na formação humana, científica, tecnológica e cidadã. Por meio de visitas guiadas, apresentações e atividades interativas, o IF Comunidade promove a construção de parcerias, o compartilhamento de saberes e a aproximação entre escola e sociedade, consolidando o campus como um espaço de aprendizagem, inclusão e desenvolvimento coletivo. |
Larissa Paiva Viegas da Silva |
CNP |
Em edição |
2026-03-02T00:00:00 |
2026-05-20T00:00:00 |
O Instituto Federal de Roraima (IFRR), Campus Novo Paraíso, desenvolve continuamente ações de ensino, pesquisa e extensão voltadas à formação integral dos estudantes e ao atendimento das demandas da comunidade local e regional. Entretanto, muitas dessas iniciativas ainda são pouco conhecidas pelo público externo e, em alguns casos, até mesmo pela comunidade acadêmica, limitando o potencial de integração, participação social e fortalecimento das parcerias institucionais.Nesse contexto, o projeto IF Comunidade: Conectando ensino, pesquisa e extensão em uma experiência de aprendizado e acolhimento justifica-se pela necessidade de aproximar a instituição da sociedade, promovendo um espaço de diálogo, troca de conhecimentos e valorização das atividades desenvolvidas no campus. A realização do evento possibilita que estudantes, familiares, egressos, escolas, produtores rurais, instituições parceiras e demais membros da comunidade conheçam, de forma prática e interativa, os ambientes pedagógicos, laboratórios, unidades produtivas, projetos de pesquisa, ações extensionistas e iniciativas de inovação desenvolvidas pelo IFRR.Além de ampliar a visibilidade institucional, o evento fortalece a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, princípio fundamental dos Institutos Federais, ao demonstrar como essas dimensões contribuem para a formação acadêmica, profissional e cidadã dos estudantes e para o desenvolvimento sustentável da região. A interação entre comunidade e instituição favorece a construção coletiva do conhecimento, incentiva a participação social, desperta o interesse pela educação profissional, científica e tecnológica e amplia as possibilidades de cooperação com órgãos públicos, setor produtivo e organizações da sociedade civil.Outro aspecto relevante é o fortalecimento do acolhimento e do sentimento de pertencimento à instituição. Ao proporcionar experiências educativas, culturais, científicas e sociais em um ambiente receptivo e participativo, o evento contribui para a valorização da educação pública, gratuita e de qualidade, estimulando a permanência e o êxito estudantil, bem como a formação de vínculos entre a comunidade e o campus.Adicionalmente, o projeto está alinhado à missão institucional do IFRR de promover educação profissional, científica e tecnológica de excelência, comprometida com a inclusão social, a produção e disseminação do conhecimento e o desenvolvimento regional. Assim, a realização do IF Comunidade constitui uma estratégia de fortalecimento da extensão, de divulgação científica e tecnológica e de aproximação entre escola e sociedade, consolidando o Campus Novo Paraíso como um espaço de aprendizagem, inovação, inclusão e transformação social. |
| Campus Musical |
O projeto Campus Musical tem como objetivo promover a formação musical e a integração comunitária por meio de aulas práticas e teóricas de música. A iniciativa oferece oficinas em diversos instrumentos, como saxofone, chorinho, trompete, trombone, flauta transversal, flauta doce, teclado, dança de salão, orquestra, violão e piano, além de aulas de canto. As atividades são complementadas por aulas de teoria musical, fundamentais para o desenvolvimento da percepção rítmica, melódica e harmônica dos participantes. O projeto busca despertar talentos, incentivar a prática coletiva em grupos e formações musicais, e proporcionar experiências culturais que reforcem a convivência, a disciplina e a sensibilidade artística. Mais do que ensinar música, o Campus Musical pretende criar um espaço de inclusão, criatividade e troca de saberes, fortalecendo o vínculo entre os participantes e a comunidade. |
Lysne Nozenir de Lima Lira |
CBV |
Em execução |
2026-08-17T00:00:00 |
2026-11-17T00:00:00 |
A música é uma poderosa ferramenta de transformação social e educacional, capaz de estimular a criatividade, a disciplina, a cooperação e a sensibilidade artística. No contexto escolar e comunitário, projetos musicais contribuem para reduzir desigualdades, fortalecer vínculos sociais e proporcionar acesso à cultura. O Campus Musical surge como resposta à necessidade de oferecer oportunidades de aprendizado musical de qualidade, abrangendo teoria e prática instrumental, além do canto. O projeto se fundamenta na valorização da diversidade cultural e na construção de experiências coletivas que promovam integração e harmonia entre os participantes. |
| Wrestling Roraima |
O Projeto “Wrestling Roraima", que vem sendo desenvolvido desde 2023 no Campus Boa Vista pelo nome "Grapling Macuxi: Lutas e Cidadania", com o projeto de extensão de fluxo contínuo classificando atletas para competições estaduais, nacionais e internacionais, como o caso do atleta Kerlon Dimykelly Carvalho Pessoa participante do projeto de extensão do IFRR/CBV, classificado para o Campeonato Mundial Gymnasiade 2024, que ocorrerá no Bahrain. Além de atletas a nível competitivo, o projeto proporciona a prática da modalidade para a comunidade, e atendendo estudantes da rede pública do interior e capital, incluindo imigrantes e indígenas. O objetivo deste projeto é promover a prática de iniciação ao Wrestling para 30 crianças da comunidade, de 12 a 21 anos, auxiliando no desenvolvimento saúde e qualidade de vida dos praticantes, proporcionando maior oportunidade de acesso à prática desportiva e ao desenvolvimento da cidadania. |
Everaldo Sarmento Ferreira |
CBV |
Em edição |
2026-07-29T00:00:00 |
2026-12-11T00:00:00 |
A prática esportiva muito contribui para a formação do indivíduo, não está associada apenas ao exercício e condição física, mas também ao equilíbrio, coordenação motora e a geração de oportunidades e experiências únicas na vida de seus praticantes, tais como socialização e convivência com os outros. Os projetos que oferecem práticas desportivas, possibilitam às crianças e jovens o desenvolvimento de habilidades psicomotoras, emocionais e sociais pois exercita valores para vida, tais como trabalho em equipe, respeito e responsabilidade. Após observações no entorno do Campus Boa Vista (CBV), ficou constatado que há poucas academias e/ou escolas que desenvolvam treinamento para essas modalidades de forma gratuita, em especial o wrestling, que vem sendo desenvolvido desde 2023 no Campus Boa Vista, com o projeto de extensão de fluxo contínuo “Grappling Macuxi”, classificando atletas para competições estaduais, nacionais e internacionais, como o caso do atleta Kerlon Dimykelly Carvalho Pessoa participante do projeto de extensão do IFRR/CBV, classificado para o Campeonato Mundial Gymnasiade 2024, que ocorreu no Bahrain. Além de atletas a nível competitivo, o projeto proporciona a prática da modalidade para a comunidade, e atendendo estudantes da rede pública do interior e capital, incluindo imigrantes e indígenas. De acordo com Samulski (2002), as tendências comportamentais motivacionais do desempenho esportivo e suas variáveis são fatores relevantes e capazes de contribuir para o desenvolvimento do conhecimento científico e da sociedade do esporte como um todo, o qual apresenta um vasto campo a ser explorado. O esporte, proporcionado desde a infância, podem configurar-se como potente instrumento na formação educacional dos sujeitos envolvidos, pois são constituintes da vida social, impulsionam relações entre pessoas e grupos, renovando vivências e laços de solidariedade, podendo proporcionar o desenvolvimento humano, gerando processos mais amplos de percepção e melhoria da qualidade de vida e saúde, além da ocupação do tempo livre dos beneficiados com o projeto. |
| Amigos do Vôlei de Praia de Roraima |
O esporte é um dos conteúdos a serem trabalhados na comunidade pelo profissional de Educação Física. O vôlei de praia é um dos esportes que é mais praticado no mundo todo e é um esporte simples de ser jogado. A prática do voleibol tem que haver um planejamento tendo conhecimento baseados nos autores para uma metodologia para o ensino do esporte. Pensando nisso desenvolvemos esse projeto que visa melhorar a saúde e qualidade e de vida, de maneira didática, prazerosa e profissional para o público interno e externo do Campus Boa Vista (CBV), através do voleibol e incentivar a prática esportiva da comunidade. Seu principal objetivo é melhorar a coordenação motora, socialização, integração e habilidade cognitiva e contribuir com seu desenvolvimento educativo e consequentemente formar um praticante capaz de praticar o voleibol de maneira técnica e salutar. Voleibol o segundo esporte mais praticado no Brasil e o quinto no mundo, e atende uma grande demanda de pessoas. Esse projeto visa usar esse esporte como ferramenta de trabalho e desenvolvimento desse projeto pois possui uma grande demanda. |
Marco Jose Mendonca de Souza |
CBV |
Em edição |
2026-08-01T00:00:00 |
2026-12-31T00:00:00 |
O Instituto federal de Roraima (IFRR) atende uma grande demanda de alunos do ensino médio, superior e externos. Dentre eles atletas, ex-atletas, população com comorbidades, interessados na prática do voleibol, alunos atrás da melhora da saúde e qualidade de vida, uma variedade enorme de pessoas interessadas no segundo esporte mais conhecido do Brasil, e o quinto mais conhecido do Mundo. Anualmente são ingressadas mais alunos no IFRR que se interessam pelo esporte, e muitas solicitações da prática do vôlei de praia pela comunidade externa, atualmente não existe nenhuma iniciativa dentro do instituto que proponha essa modalidade a qual a demanda é alta. Através dessa extensão podemos proporcionar o esporte, especialmente a modalidade de võlei de praia que contribui de diversas formas na formação da comunidade externa e escolar, contribuindo com a melhoria física, mental e social. E desde já incentivando o exercício físico e o Desporto, incluindo o instituto em mais áreas do esporte roraimense. Posteriormente essas mesmos alunos praticantes podem se interessar em ingressar na graduação e pós graduação de Licenciatura em Educação Física, alunos formadas já no ensino médio do IFRR, melhorando não só o rendimento escolar, quanto o universitário da instituição. |
| IF Comunidade 2026 |
O IF Comunidade consolida-se como um dos principais programas de extensão do Instituto Federal de Roraima (IFRR) com o objetivo de integrar e aproximar a instituição da sociedade civil, funcionando como uma vitrine pública onde estudantes e servidores apresentam projetos, oferecem serviços e divulgam o conhecimento científico e tecnológico gerado no Campus Amajari. Como síntese dessa atuação integrada, a programação deste projeto ocorrerá em dois momentos distintos: no dia 21 de maio de 2026, será realizada uma corrida e caminhada voltada à promoção da saúde e integração comunitária, com o percurso: Praça da Vila Brasil - IFRR/CAM - Praça da Vila Brasil, com abertura com o grupo CAM Dance (IFRR/CAM) e bingo para arrecadar fundos para as turmas concluintes dos cursos técnicos integrados; no dia seguinte, 22 de maio de 2026, o evento promoverá uma exposição de trabalhos desenvolvidos pelo Campus e por instituições parceiras, sediada na Escola Militarizada Ovídio Dias de Souza, reafirmando o compromisso do IFRR com a democratização do saber e o fortalecimento do desenvolvimento regional. |
Leidiana Lima dos Santos |
CAM |
Em edição |
2026-04-16T00:00:00 |
2026-05-22T00:00:00 |
A realização do projeto "IF Comunidade" justifica-se pela necessidade de consolidar o papel social e extensionista do Instituto Federal de Roraima na Região Norte do estado, promovendo a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. De acordo com as diretrizes institucionais do IFRR, a extensão é um instrumento de transformação social que deve dialogar diretamente com as demandas locais. Ao atuar fora dos limites físicos da instituição, este projeto democratiza o acesso aos saberes científicos, agrícolas, tecnológicos e educacionais gerados pelo Campus Amajari, devolvendo de forma prática os investimentos públicos à comunidade que o acolhe.Para além da rotina das salas de aula, iniciativas dessa natureza materializam a função social do IFRR, que se pauta na transformação da realidade local por meio da democratização do conhecimento. Ao levar projetos, serviços e práticas de saúde e esporte diretamente para o espaço público e para escolas parceiras, a instituição valida o saber popular, ouve as demandas reais da população e estabelece um diálogo horizontal que enriquece tanto a formação dos estudantes quanto a vida dos cidadãos atendidos.Essas ações comunitárias funcionam como pontes de pertencimento e cidadania. Para muitos moradores e jovens da educação básica, o evento representa o primeiro contato direto com o potencial da pesquisa científica, do esporte integrativo e da inovação tecnológica, atuando como um poderoso elemento motivador para o ingresso no ensino técnico e superior. Ao estimular a qualidade de vida, o lazer e o intercâmbio de experiências práticas, o projeto fortalece o tecido social da região de Amajari, consolidando o instituto não apenas como um centro de formação profissional, mas como um agente ativo na promoção do bem-estar coletivo, do desenvolvimento sustentável e do orgulho comunitário. |
| Segurança Digital Para a Terceira Idade |
O projeto “Segurança Digital para a Terceira Idade” tem como objetivo promover a inclusão digital e práticas de segurança on-line para pessoas idosas, buscando reduzir sua vulnerabilidade diante de golpes praticados em ambientes virtuais. A necessidade do projeto surge com o aumento das fraudes digitais, acompanhado pelo crescimento do uso de dispositivos tecnológicos pela população idosa.A proposta será desenvolvida por meio de quatro oficinas presenciais e educativas, utilizando recursos visuais e atividades práticas, além de linguagem simples e acessível, para abordar temas como identificação de golpes virtuais, segurança no uso do WhatsApp e cuidados em transações digitais.O projeto utilizará recursos pedagógicos como projetor, cartilhas educativas e exercícios práticos para auxiliar os participantes, buscando proporcionar aprendizado simples, acessível e eficiente.Espera-se atender entre 20 e 40 idosos da comunidade externa, promovendo maior autonomia digital, fortalecimento da inclusão tecnológica e conscientização sobre práticas seguras no uso da internet. Além disso, o projeto pretende contribuir para a integração entre o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima e a comunidade externa. |
Deborah Deah Assis Carneiro |
CBV |
Em execução |
2026-07-20T00:00:00 |
2026-11-30T00:00:00 |
Atualmente vivemos em uma Era digital com constantes avanços e novidades que trazem facilitação ao nosso dia-a-dia através da tecnologia. Com o acesso à internet conseguimos desburocratizar situações que antes demandavam tempo, organização e presença física, como por exemplo, a ida ao banco para resolver questões financeiras. Hoje temos na palma da mão a possibilidade de resolver infinitas transações através de aplicativos instalados no nosso celular.A comunicação tornou-se mais rápida e completa através de ligações de vídeos, envio de fotos, áudios, documentos e outros através de aplicativos voltados à comunicação, como o WhatsApp e Telegram. A exposição de detalhes da nossa vida pessoal também passou a ser algo rotineiro para a maioria das pessoas através das redes sociais, como Facebook, Instagram e YouTube. Apesar desses avanços na facilidade da comunicação e resolução de problemas através do uso da tecnologia, os idosos de nossa sociedade são o público com maior vulnerabilidade a situações de insegurança digital, através de golpes financeiros. De forma geral, os idosos têm dificuldade em identificar a veracidade de informações e o risco de determinadas situações, em muitos casos confiando em mensagens falsas do INSS, bancos e até mesmo de números desconhecidos que enviam links que são capazes de clonar o celular, adentrar os sistemas bancários do idoso e roubar informações sigilosas, como senhas e documentos. Situações como uso indevido de compartilhamentos de tela para pessoas que afirmam ser de agências bancárias e se aproveitam da ingenuidade do idoso roubando valores de suas contas ou até mesmo realizando empréstimos em seu nome. Assim, é de extrema importância a conscientização clara e direta para os idosos dos perigos a se evitar com o uso dos meios tecnológicos através do celular e de plataformas amplamente conhecidas. Nesse sentido, pretende-se promover um nível básico de educação digital aos idosos da comunidade externa como público-alvo de oficinas sobre segurança digital, em uma linguagem acessível e prática para eles, através de oficinas que serão realizadas quinzenalmente por um aluno do 2º ano do Ensino Médio Integrado ao Técnico em Eletrônica, com o apoio e acompanhamento da professora Deborah Deah, coordenadora de Eletrônica do Instituto Federal de Roraima. |
| Recursos Naturais e Produção Alimentícia no TI Yanomami |
Em janeiro de 2023, o Governo Federal publicou o decreto Nº 11.405, que dispõe sobre medidas para o enfrentamento da Emergência em Saúde Pública de importância Nacional e de combate ao garimpo ilegal no território Yanomami por órgãos da administração federal. Em seu primeiro parágrafo o decreto estipula como uma das ações para o enfrentamento da emergência de saúde pública o fornecimento de alimentos relacionados com a cultura, as crenças e as tradições indígenas. Com isso, atividades formativas e de assessoria técnica são fundamentais para contribuir com o povo Yanomami para a revitalização de seus processos produtivos próprios, bem como contribuir com novas técnicas que possam ampliar a produção, armazenamento e conservação de alimentos. Dentro desse contexto, visando buscar alternativas para a produção de alimentos de origem vegetal, bem como melhorar o manejo dos roçados o projeto irá desenvolver ações formativas associadas as práticas pedagógicas que possibilitarão a implantação de ações efetivas na área de produção vegetal, respeitando as especificidades dos hábitos alimentares do povo Yanomami. Assim, quanto a experiência do IFRR/Campus Amajari este oferta desde 2010 cursos FIC e técnicos na área de recursos naturais e produção alimentar, além de desenvolver projetos de Extensão que tem atendido os povos indígenas de Roraima com capacitação e assessoria técnica. Nesse contexto, o projeto irá possibilitar a formação e capacitação dos Yanomami na área de recursos naturais e produção alimentícia para que este possam se apropriar de novas tecnologias que, associadas com o conhecimento que estes já possuem irá possibilitar que eles tenham alternativas sustentáveis para aumentar a produção de alimentos de origem vegetal de forma sustentável dentro da terra indígena. O projeto será executado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Roraima e coordenado pelo Campus Amajari. As ações estão relacionadas as áreas de recursos naturais e produção alimentícia, por isso para as atividades serão desenvolvidas pelos docentes, técnicos administrativos, estudantes e egressos dos cursos de Aquicultura e Agropecuária, além disso contará com colaboradores externos, incluindo intérpretes da língua Yanomami. Os docentes que coordenarão as atividades são da área da Agronomia e da Engenharia de Alimentos com uma larga experiência em extensão rural, bem como atuarão técnicos e docentes de outras áreas que contribuirão na sistematização das ações e na realização dos cursos e oficinas. |
Danielle Cunha de Souza Pereira |
CAM |
Enviado |
2024-11-18T00:00:00 |
2027-08-05T00:00:00 |
|
| Projeto de Extensão 01 - Design e Comunicação Visual para Empreendimentos Alimentícios da Comunidade Local |
O projeto "Design e Comunicação Visual para Empreendimentos Alimentícios da Comunidade Local" propõe a atuação de estudantes do Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico do IFRR - Campus Boa Vista Zona Oeste junto a pequenos empreendimentos do setor alimentício, como feirantes, confeitarias, restaurantes, produtores artesanais e similares. A ação tem como objetivo diagnosticar problemas reais de comunicação visual e desenvolver soluções gráficas aplicáveis, como embalagens, cardápios, etiquetas, adesivos, sacolas, templates para redes sociais, sinalização de preços, atualização de logotipos ou fotografias de produtos. A execução ocorrerá por meio de diagnóstico, planejamento, desenvolvimento, entrega e avaliação das soluções junto aos parceiros, articulando conhecimentos de design gráfico, teoria da comunicação, história da arte e do design, computação gráfica, produção fotográfica e teoria da cor. O projeto terá duração vinculada ao componente Projeto de Extensão 01, com carga horária de 60 horas, e não prevê custo financeiro direto aos parceiros, pois os arquivos finais serão entregues gratuitamente, em formato digital, prontos para uso ou impressão. Espera-se fortalecer a formação extensionista dos estudantes, contribuir para a melhoria da comunicação visual de pequenos negócios locais e aproximar o IFRR das demandas sociais, culturais e produtivas da comunidade. |
Simone Sibele Schuertz Souza |
CBVZO |
Concluído |
2026-02-09T00:00:00 |
2026-07-04T00:00:00 |
Pequenos empreendimentos do setor alimentício exercem papel importante na economia local, especialmente no contexto de feiras, produção artesanal, pequenos restaurantes, confeitarias e vendas por redes sociais. No entanto, muitos desses negócios enfrentam dificuldades relacionadas à comunicação visual, como ausência de identidade gráfica, embalagens genéricas, cardápios com baixa legibilidade, fotografias pouco atrativas, perfis digitais sem padronização, etiquetas incompletas ou sinalização insuficiente no ponto de venda.Esses problemas impactam diretamente a forma como o público percebe o produto, a marca e a qualidade do serviço oferecido. Em muitos casos, o produto possui valor artesanal, cultural e econômico, mas sua apresentação visual não comunica adequadamente suas características, diferenciais e identidade. Assim, o projeto se justifica por propor uma intervenção extensionista concreta, voltada à resolução de demandas reais da comunidade, ao mesmo tempo em que possibilita aos estudantes vivenciarem o processo de design em contato direto com usuários, clientes e contextos reais.A proposta também contribui para a curricularização da extensão no curso, pois articula ensino, prática profissional, responsabilidade social e protagonismo discente. Ao desenvolver soluções visuais gratuitas para empreendimentos locais, o IFRR fortalece sua relação com a comunidade externa, promove a aplicação social do conhecimento produzido em sala de aula e estimula a formação de profissionais críticos, criativos, éticos e comprometidos com o desenvolvimento regional. |
| Português como língua de acolhimento |
O Curso de Português como Língua de Acolhimento (PLAc) destina-se à população migrante, refugiada e solicitante de refúgio residente no Estado de Roraima, visando promover o desenvolvimento de competências comunicativas em língua portuguesa necessárias à integração social, educacional, cultural e profissional no contexto brasileiro. Fundamentado nos princípios da educação intercultural, dos direitos humanos e dos letramentos críticos, o curso compreende a língua como prática social e instrumento de acesso à cidadania. A oferta ocorrerá em fluxo contínuo, possibilitando o ingresso permanente de novos estudantes, respeitando suas diferentes trajetórias linguísticas, culturais e níveis de escolarização. A organização curricular está estruturada em módulos temáticos voltados às demandas reais da vida cotidiana, ao acesso a serviços essenciais, à inserção no mundo do trabalho e à participação social. A metodologia prioriza abordagens comunicativas, participativas e contextualizadas, utilizando situações autênticas de uso da língua e valorizando os repertórios linguísticos dos participantes. A avaliação será diagnóstica, processual e formativa, acompanhando o desenvolvimento das competências linguísticas e socioculturais dos estudantes. Espera-se, assim, contribuir para a inclusão social, o fortalecimento da autonomia e o exercício pleno da cidadania por parte da população migrante atendida. |
Ozamar Santos Correa |
CBV |
Enviado |
2026-06-15T00:00:00 |
2026-12-30T00:00:00 |
O Estado de Roraima constitui importante porta de entrada de migrantes internacionais no Brasil, recebendo, nos últimos anos, significativo contingente de pessoas em situação de mobilidade humana. A inserção social, econômica, educacional e cultural desses sujeitos demanda o acesso à língua portuguesa como instrumento de comunicação e exercício da cidadania.Entretanto, o ensino de português para migrantes não pode restringir-se à perspectiva tradicional de língua estrangeira. Nesse contexto, emerge o Português como Língua de Acolhimento (PLAc), concebido como prática educativa voltada à integração social, ao acesso a direitos e à valorização das identidades linguísticas e culturais dos participantes.O curso justifica-se pela necessidade de promover condições linguísticas que favoreçam a autonomia dos migrantes em situações cotidianas, no acesso aos serviços públicos, ao mercado de trabalho, à educação, à saúde e aos demais espaços de participação social, contribuindo para processos de inclusão e fortalecimento da cidadania. |
| Curso de Educação Intercultural |
O Projeto tem como finalidade estruturar o Curso de Educação Intercultural para Imigrantes, ofertado pelo Instituto Federal de Roraima (IFRR), em regime de fluxo contínuo (FIC). O curso busca promover a inclusão social, cultural, linguística e educacional de imigrantes residentes no estado de Roraima, considerando a diversidade cultural, étnica e linguística presente no contexto migratório contemporâneo. A proposta fundamenta-se nos princípios da educação intercultural, dos direitos humanos, da educação inclusiva e da valorização das identidades culturais dos estudantes. O curso pretende desenvolver competências comunicativas em língua portuguesa, conhecimentos sobre direitos sociais, cidadania, cultura brasileira e integração comunitária, favorecendo o acesso à educação, ao trabalho e à participação social. A metodologia será participativa, dialógica e contextualizada, considerando as experiências e vivências dos estudantes imigrantes. O acompanhamento e a avaliação ocorrerão de forma contínua e formativa, priorizando o desenvolvimento integral do estudante e sua inserção social. |
Ozamar Santos Correa |
CBV |
Enviado |
2026-03-01T00:00:00 |
2026-12-30T00:00:00 |
O estado de Roraima constitui uma importante porta de entrada para imigrantes e refugiados no Brasil, especialmente oriundos de países da América Latina e Caribe. Esse cenário demanda políticas públicas educacionais capazes de atender às necessidades específicas dessa população, promovendo acolhimento, integração e respeito à diversidade cultural.Nesse contexto, o Instituto Federal de Roraima, enquanto instituição pública comprometida com a inclusão social e a formação cidadã propõe a oferta do Curso de Educação Intercultural para Imigrantes em fluxo contínuo, possibilitando o ingresso permanente de estudantes conforme a demanda social existente.A educação intercultural representa um instrumento fundamental para o fortalecimento da convivência democrática, da equidade social e da valorização das diferenças culturais. Além disso, contribui para reduzir situações de vulnerabilidade social, barreiras linguísticas e dificuldades de acesso aos direitos básicos enfrentados pelos imigrantes.A proposta também está alinhada aos princípios constitucionais da dignidade da pessoa humana, da igualdade de direitos, da educação como direito universal e das diretrizes nacionais voltadas à educação inclusiva e à proteção dos direitos dos migrantes e refugiados. |
| Futsal com os egressos - Parte 2 |
O projeto visa promover a prática do futsal como ferramenta de integração social, saúde e fortalecimento de vínculos institucionais entre egressos e a comunidade acadêmica. Por meio de treinamentos, amistosos e torneios, busca-se criar um espaço de convivência, incentivo ao esporte e oportunidades de networking. |
Mauricio Braga Thomaz |
CBV |
Em execução |
2026-06-29T00:00:00 |
2026-09-26T00:00:00 |
Ao concluírem o Curso Técnico em Eletrotécnica é normal e natural que os egressos percam o vínculo com Campus Boa Vista. É igualmente verdade que alguns egressos ingressaram no mundo do trabalho e permanecem na área da Eletrotécnica. Independente do rumo tomado pelos egressos e cientes dos desafios para saber como estão os egressos e desenvolver atividades de integração entre os egressos, comunidade interna e comunidade externa busca-se realizar este projeto e promover a conexão entre os participantes e contribuir na identificação das atividades dos egressos. |
| Projeto Promoção da Educação Ambiental |
Resumo do contrato Tipo de contrato Termo de Fomento ID do contrato 35/2025 Partes FUNDAÇÃO ESTADUAL DO MEIO AMBIENTE E RECURSOS HÍDRICOS (FEMARH) e FUNDAÇÃO AJURI DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE RORAIMA (FUNDAÇÃO AJURI) Valor do contrato R$ 5.000.000,00 Jurisdição Foro da Comarca de Boa Vista-RR Data de início 03/10/2025 Data de término 02/10/2027 Data de vigência 03/10/2025 Prazo contratual 730 dias a partir da assinatura, com possibilidade de prorrogação mediante justificativa apresentada com pelo menos 30 dias de antecedência do término. Prorrogação automática em caso de atraso na liberação dos recursos, limitada ao período do atraso. Cláusula de rescisão Pode ser denunciado a qualquer tempo, com aviso prévio mínimo de 60 dias. Pode ser rescindido sem notificação prévia em caso de uso indevido dos recursos, inadimplemento, falsidade documental ou instauração de Tomada de Contas Especial.Responsabilidade Cada parte responde pelas consequências da inexecução total ou parcial. A FUNDAÇÃO AJURI responde exclusivamente pelos encargos trabalhistas, previdenciários, fiscais e comerciais relacionados à execução do objeto, sem responsabilidade solidária da administração pública.Indenização A administração pública pode aplicar sanções à FUNDAÇÃO AJURI em caso de descumprimento, incluindo advertência, suspensão, declaração de inidoneidade e ressarcimento ao erário.Direitos de auditoria A FEMARH pode solicitar instauração de tomada de contas e realizar auditorias. A FUNDAÇÃO AJURI deve dar livre acesso a documentos, processos e locais de execução do objeto aos órgãos de controle.Termos de pagamento O valor será liberado conforme cronograma de desembolso do Plano de Trabalho e/ou disponibilidade financeira. Recursos depositados em conta específica, aplicação financeira obrigatória enquanto não utilizados. Prestação de contas obrigatória em até 60 dias após o término da vigência.Prestação de contas FUNDAÇÃO AJURI deve prestar contas em até 60 dias após o término da vigência. Prestação de contas inclui relatório detalhado, extratos bancários, notas fiscais, comprovantes e análise de metas. FEMARH tem até 150 dias para análise, prorrogável justificadamente.Alterações contratuais Alterações só por termo aditivo, solicitado com 30 dias de antecedência. Não é permitida alteração da natureza do objeto. Mudanças de valor, metas, prazo ou uso de saldo exigem aditamento.Sanções e penalidades Advertência, suspensão temporária (até 2 anos), declaração de inidoneidade. Prescrição das penalidades em 5 anos após prestação de contas. Defesa garantida à parte sancionada.Obrigações das partes FEMARH: repasse de recursos, monitoramento, avaliação, publicação de extrato, prorrogação de vigência em caso de atraso. FUNDAÇÃO AJURI: aplicação dos recursos, prestação de contas, manutenção de conta específica, acesso a documentos, responsabilidade exclusiva por encargos.Execução das despesas Vedada a utilização dos recursos para taxa de administração, finalidade diversa, despesas fora da vigência, taxas bancárias, multas, publicidade não educativa, repasse a instituições privadas com fins lucrativos, pagamento a servidores públicos salvo exceções legais.Bens remanescentes Bens adquiridos com recursos do termo pertencem à FEMARH durante a vigência. Após término, kits de viveiros doados a organizações rurais; notebooks revertidos à FEMARH.Prorrogação contratual Prorrogação permitida mediante justificativa apresentada com 30 dias de antecedência. Prorrogação automática em caso de atraso na liberação dos recursos, limitada ao período do atraso.Foro Foro da Comarca de Boa Vista-RR eleito para dirimir dúvidas oriundas da execução do termo. |
Alexsandro Soares de Paula |
CNP |
Em edição |
2025-10-03T00:00:00 |
2027-10-03T00:00:00 |
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| Curso de Formação Inicial e Continuada de Informática Básica para Comunidade Indígena do Morcego. |
O projeto do curso de Informática Básica tem como objetivo promover a inclusão digital de jovens e adultos a partir de 16 anos, contribuindo para o desenvolvimento pessoal, social, cultural e profissional dos participantes. A iniciativa busca ampliar o acesso ao conhecimento tecnológico, considerando a importância das ferramentas digitais para o exercício da cidadania, acesso à informação, serviços públicos, educação e oportunidades de trabalho.O curso será ofertado para participantes com ensino fundamental completo e priorizará metodologias práticas, com atividades desenvolvidas diretamente no computador desde os primeiros encontros. Serão abordados conteúdos relacionados ao uso básico do computador, internet, aplicativos de texto, planilhas, apresentações e comunicação digital, além de orientações sobre segurança e uso consciente da tecnologia.A proposta também valoriza a utilização das tecnologias digitais como instrumento de fortalecimento cultural, incentivando o registro e a divulgação de saberes e práticas tradicionais da comunidade. Dessa forma, o projeto contribui para a redução das desigualdades no acesso à informação, fortalecimento da autonomia dos participantes e ampliação das oportunidades educacionais e profissionais, alinhando-se ao compromisso social do Instituto Federal de Roraima com a oferta de educação pública, gratuita e de qualidade. |
Janira Souza de Lima |
CBV |
Em execução |
2026-04-01T00:00:00 |
2026-07-31T00:00:00 |
O curso de informática básica ofertado ao público em geral justifica-se pela crescente necessidade de inclusão digital como instrumento de fortalecimento social, cultural e econômico. Em uma sociedade cada vez mais conectada, o acesso ao conhecimento tecnológico tornou-se essencial para que as pessoas possam exercer plenamente sua cidadania, acessar serviços públicos, oportunidades educacionais, informações de saúde e meios de comunicação. Além disso, o domínio de competências básicas em informática contribui para a inserção no mercado de trabalho, amplia as possibilidades de geração de renda e promove maior autonomia no uso das tecnologias digitais no cotidiano.A oferta do curso para pessoas a partir de 16 anos, com ensino fundamental completo, considera um público que já possui habilidades básicas de leitura, escrita e interpretação, facilitando o processo de aprendizagem e possibilitando melhor aproveitamento dos conteúdos. Além disso, essa faixa etária representa um momento importante de formação pessoal e profissional, em que o domínio de ferramentas digitais pode ampliar perspectivas de inserção no mercado de trabalho ou de geração de renda dentro da própria comunidadeOutro aspecto relevante é o potencial da informática como instrumento de valorização e preservação cultural. O uso de tecnologias digitais pode permitir o registro de saberes tradicionais, da língua, das histórias e das práticas culturais, contribuindo para a manutenção da identidade indígena e sua divulgação de forma autônoma e respeitosa.Dessa forma, o curso promove a autonomia dos participantes no uso de computadores, internet e aplicativos básicos, reduzindo desigualdades no acesso à informação e fortalecendo a participação ativa da comunidade em diferentes espaços sociais. Dessa forma, a iniciativa contribui não apenas para a capacitação técnica, mas também para o desenvolvimento social sustentável, respeitando as especificidades culturais e promovendo inclusão e protagonismo.O Instituto Federal de Roraima (IFRR) é uma instituição pública federal que tem como objetivo oferecer educação pública, gratuita e de qualidade, contribuindoVisando atender às demandas locais e regionais, propõe-se a oferta do curso de Informática Básica. O curso se mostra relevante diante do seu caráter social e da contribuição das ações extensionistas para a inclusão digital, a qualificação da comunidade e o fortalecimento das oportunidades educacionais e profissionais dos participantes |
| Empreendedorismo e Inovação: Integração Acadêmica para o Desenvolvimento de Soluções Empreendedoras no Estado de Roraima |
A ação trata-se de um evento acadêmico organizado pelo Curso de Gestão de Turismo (turma 2026.1) envolvendo o curso de Gestão Hospitalar do campus Boa Vista e Técnico em Informática Subsequente do Campus Bonfim, denominado “Evento Acadêmico de Empreendedorismo e Inovação: Integração Acadêmica para o Desenvolvimento de Soluções Empreendedoras no Estado de Roraima”. A iniciativa visa estimular a construção de soluções inovadoras, promover o diálogo interdisciplinar e fortalecer a relação entre teoria e prática no processo formativo. |
Lucelia Santos Sousa Gomes |
CBV |
Em execução |
2026-05-01T00:00:00 |
2026-06-02T00:00:00 |
A realização do Evento Acadêmico “Empreendedorismo e Inovação: Integração Acadêmica para o Desenvolvimento de Soluções Empreendedoras” justifica-se pela necessidade de proporcionar aos acadêmicos uma formação mais dinâmica, prática e alinhada às demandas do mercado de trabalho e da sociedade contemporânea. A iniciativa busca estimular o desenvolvimento de competências empreendedoras, criativas e inovadoras, por meio da integração entre estudantes dos cursos de Gestão de Turismo, Gestão Hospitalar e Técnico em Informática.Além disso, o evento representa uma oportunidade de fortalecer a relação entre teoria e prática, permitindo que os acadêmicos apresentem projetos, compartilhem conhecimentos e desenvolvam soluções aplicadas à realidade local e regional. A proposta também contribui para o aprimoramento de habilidades como trabalho em equipe, comunicação, liderança, planejamento e resolução de problemas.Outro aspecto relevante é a promoção da integração interdisciplinar entre diferentes cursos e campi, favorecendo a troca de experiências e o desenvolvimento de uma aprendizagem colaborativa. Dessa forma, o evento contribui para a formação de profissionais mais críticos, participativos e comprometidos com o desenvolvimento social, acadêmico e profissional. |
| Handebol para vida |
O projeto consiste na formação esportiva da modalidade de Handebol para jovens do sexo feminino e masculino, de 15 a 25 anos, no período de 31 de agosto a 11 a novembro de 2026, às quartas e sextas-feiras, de 19h às 21h. Compreende a atividades de Handebol em todas as suas manifestações. As atividades ocorrerão no Ginásio Poliesportivo e as ações educativas ocorrerão em espaços educativos do IFRR/Campus Boa Vista, como Complexo de Artes e Auditório. Além das práticas de handebol, o projeto ações educativas sobre motivação, prevenção à criminalidade e às drogas, rodas de conversa sobre cidadania e incentivo ao ingresso na educação profissional e tecnológica. Essas ações contribuirão para o fortalecimento dos vínculos sociais e para a construção de perspectivas positivas de futuro entre os participantes além da aproximação dos jovens ao ambiente acadêmico e à educação profissional e tecnológica ofertada pelo IFRR. |
Natalia Silva Rodrigues |
CBV |
Não Enviado |
2026-08-31T00:00:00 |
2026-11-11T00:00:00 |
A juventude brasileira enfrenta inúmeros desafios sociais relacionados à vulnerabilidade social, violência, sedentarismo, envolvimento com drogas e ausência de oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional. Nesse cenário, projetos esportivos associados a ações educativas tornam-se importantes instrumentos de prevenção social e promoção da cidadania. O IFRR/Campus Boa Vista, enquanto instituição pública comprometida com o desenvolvimento social e educacional, possui papel estratégico na promoção de ações extensionistas voltadas à comunidade. O projeto “Handebol para Vida” visa oferecer aos jovens de 15 a 25 anos oportunidades de prática esportiva orientada, convivência social saudável e acesso a atividades educativas oferencendo espaço seguro e educativo que promovam inclusão social, fortalecimento da cidadania e melhoria da qualidade de vida.O projeto também fortalecerá a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, ao envolver estudantes em atividades práticas, pedagógicas e sociais, promovendo formação acadêmica e cidadã. Além disso, contribuirá para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, especialmente o ODS 3 – Saúde e Bem-Estar.As atividades do projeto proporcionarão à bolsista do Curso de Licenciatura em Educação Física o protagonismo ao atuar experiências práticas interdisciplinares, fortalecendo sua formação como docente e cidadã.A propostareforça o compromisso social do IFRR com a democratização do acesso ao conhecimento e com a promoção da inclusão social, aproximando a comunidade das ações institucionais. |
| Espanhol para Todos: Adaptando o Síntesis para Estudantes Autistas do Ensino Médio |
Este projeto tem como proposta central adaptar o livro didático Síntesis: Curso de Lengua Española (Ivan Martin, Editora Saraiva) para torná-lo acessível a estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) do ensino médio. A iniciativa será desenvolvida no Colégio Estadual Militarizado Irmã Maria Teresa Parodi (CEM III), em Boa Vista/RR, e tem como ponto de partida uma necessidade real identificada pela própria escola: a ausência de materiais de língua espanhola pensados para alunos autistas.Para isso, este projeto criara recursos didáticos adaptados – como guias visuais com pictogramas, vídeos com narração pausada e legendas, atividades com rotina clara e previsível, jogos sensoriais e pranchas de Comunicação Alternativa Aumentativa (CAA) em espanhol. Todo o processo envolverá estudantes universitários do IFRR como protagonistas na produção desses materiais, o que representa uma oportunidade rica de formação prática em educação inclusiva e neurodiversidade.O projeto responde aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável 4 (Educação de Qualidade) e 10 (Redução das Desigualdades), e contribui para que nenhum estudante autista seja excluído do aprendizado de uma língua estrangeira. Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista; Educação Inclusiva; Língua Espanhola; Material Didático Adaptado; Neurodiversidade. |
Leandro Pereira Lopes |
CBV |
Não Enviado |
2026-07-29T00:00:00 |
2026-10-29T00:00:00 |
O problema: o estudante autista invisível na aula de espanholPense em um estudante de 16 anos com TEA numa sala de aula de espanhol. O professor fala rápido, muda de assunto sem aviso, apresenta slides cheios de informação, pede trabalho em grupo sem explicar como fazer e espera respostas imediatas. Para esse estudante, cada uma dessas situações pode provocar ansiedade intensa, sobrecarga sensorial ou desconexão total com o conteúdo.O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação social e gera padrões de comportamento mais rígidos e repetitivos. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 1 em cada 100 crianças no mundo tem TEA. No Brasil, estima-se que aproximadamente 2 milhões de pessoas estejam no espectro – muitas sem diagnóstico e sem acesso a uma educação adaptada às suas necessidades.O Colégio Estadual Militarizado Irmã Maria Teresa Parodi (CEM III), no bairro Cidade Satélite em Boa Vista/RR, é uma escola de tempo integral com 1.441 estudantes matriculados. A escola conta com Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) e atende alunos com diferentes necessidades especiais, incluindo aqueles com TEA. No entanto, como acontece na grande maioria das escolas públicas brasileiras, não há materiais didáticos adaptados para o ensino de língua estrangeira direcionados a esses estudantes. Por que o espanhol importa para estudantes com TEA?Quando bem adaptado, o aprendizado de uma língua estrangeira pode ser muito positivo para pessoas com TEA. Alguns motivos: A gramática do espanhol tem uma estrutura mais regular e previsível do que muitas outras línguas, o que pode facilitar a compreensão para o cérebro autista; Interesses especiais – algo muito comum no TEA – podem ser usados como porta de entrada para culturas hispânicas, músicas, esportes e geografias; A comunicação escrita, frequentemente um ponto forte de pessoas com TEA, pode ser desenvolvida e potencializada no aprendizado de uma segunda língua; A repetição e a previsibilidade das estruturas linguísticas oferecem segurança emocional e favorecem a aprendizagem.Para estudantes com TEA do ensino médio em Roraima – estado que faz fronteira com a Venezuela –, o domínio do espanhol abre portas reais para o mercado de trabalho local. Negar esse acesso é aprofundar desigualdades que começam dentro da sala de aula.O contexto local e a demanda real da escolaRoraima tem o maior fluxo migratório venezuelano do Brasil, o que torna o espanhol uma competência linguística cada vez mais valorizada no mercado de trabalho da região. O CEM III, como escola de tempo integral, tem a missão de preparar seus estudantes para esse cenário – mas seus alunos com TEA enfrentam desvantagens estruturais quando o assunto é aprender línguas estrangeiras.A demanda pela adaptação do Síntesis surgiu de conversas diretas com a equipe pedagógica e do CEM III. Os professores relataram três problemas principais: Dificuldade real de incluir alunos com TEA nas aulas de espanhol da forma como o material está estruturado; Falta de materiais com estrutura visual clara, rotina previsível e recursos de comunicação alternativa; Necessidade de formação dos professores de espanhol sobre como trabalhar com estudantes autistas.Este projeto, portanto, nasce de uma necessidade concreta, levantada e validada pelas próprias pessoas que serão beneficiadas. O que os estudantes do IFRR vão ganhar com isso?Os estudantes bolsistas e voluntários do IFRR – preferencialmente dos cursos de Licenciatura em Letras/Espanhol, Letras/Português-Espanhol e Pedagogia – terão uma experiência prática rara e transformadora. Durante o projeto, vão: Aplicar na prática as diretrizes da OMS, APA e Ministério da Educação sobre TEA; Aprender a adaptar currículos, criar recursos de Comunicação Alternativa Aumentativa (CAA) e usar tecnologia assistiva; Interagir com professores da rede pública, e estudantes com TEA de forma dialógica e respeitosa; Produzir material pedagógico-científico com potencial de publicação e uso por outras escolas.O projeto é viável? Sim. Veja por quê: O livro Síntesis já é adotado pela escola – não há custo com aquisição do material base; A parceria com o CEM III está em fase de formalização via Termo de Adesão; |
| Oficina Recicla IFRR: do resíduo de papel e lona à produção artesanal |
O projeto Oficina Recicla IFRR propõe a realização de duas oficinas práticas de 8 horas cada – uma de reciclagem de papel artesanal e outra de confecção de produtos a partir de banners de lona descartados – para 40 participantes (30 da comunidade externa e 10 internos do IFRR). Os participantes aprenderão a transformar resíduos gerados no próprio campus em objetos de valor social e ambiental, como cadernos, convites, bolsas, mochilas e carteiras. Ao final, 60 a 80 kits serão montados e doados a comunidades carentes do entorno, promovendo economia circular, inclusão produtiva e alinhamento aos ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) e ODS 5 (Igualdade de Gênero). A metodologia é participativa, baseada em aprender-fazendo, com acompanhamento de indicadores de impacto. |
Viviane Paludo Schultz |
CBVZO |
Não aceito |
2026-08-31T00:00:00 |
2026-11-19T00:00:00 |
O IFRR Campus CBVZO gera diariamente grande volume de resíduos de papel (folhas impressas, copos descartáveis, aparas) e banners de lona de eventos, que são descartados sem reaproveitamento. Esse desperdício representa não apenas um custo ambiental, mas também uma oportunidade econômica e social perdida. A comunidade do entorno, em sua maioria de baixa renda, carece de acesso a materiais artesanais de qualidade e a alternativas de geração de renda.A economia circular, conforme defendida pela Ellen MacArthur Foundation (2013), propõe manter materiais em uso pelo maior tempo possível, eliminando resíduos e regenerando sistemas naturais. O projeto se insere nesse paradigma ao transformar resíduos em matéria-prima para novos produtos, evitando que toneladas de papel e lona cheguem a aterros sanitários.Segundo o Panorama de Resíduos Sólidos da ABRELPE (2023), o Brasil recicla apenas 4% dos resíduos sólidos urbanos, com enorme potencial de crescimento. Iniciativas de base comunitária, como esta oficina, são essenciais para disseminar práticas de reciclagem artesanal e criar cultura de reaproveitamento.Além disso, o projeto dialoga com o ODS 12 (Consumo e Produção Responsáveis) ao reduzir o desperdício e promover a reciclagem, e com o ODS 5 (Igualdade de Gênero) ao capacitar majoritariamente mulheres da comunidade, historicamente excluídas do mercado formal, oferecendo habilidades que podem gerar renda extra a partir de materiais de baixo custo. |
| Serigrafia Criativa e Expressão Visual |
O projeto oferece duas oficinas práticas de serigrafia artesanal para um total de 40 participantes, sendo 30 da comunidade externa e 10 do Campus CBVZO. Cada oficina possui carga horária de 8 horas, distribuídas em encontros semanais que abrangem desde a introdução à técnica de serigrafia até a criação de matrizes, impressão em camisetas e outros tecidos, e finalização das peças.Os participantes aprenderão todo o processo criativo: desenho da estampa, preparação da tela com emulsão fotossensível, revelação da matriz, seleção de cores e aplicação da tinta. A metodologia é participativa e prática, permitindo que cada participante desenvolva sua própria criação durante o curso. Ao final das oficinas será realizada uma exposição pública dos trabalhos produzidos, aberta à comunidade.O projeto objetiva democratizar o acesso à técnica de serigrafia, promovendo expressão visual, desenvolvimento de competências técnicas profissionais e possibilidades reais de geração de renda através do artesanato criativo. |
Tatyanne Rezende Costa |
CBVZO |
Não aceito |
2026-08-31T00:00:00 |
2026-11-19T00:00:00 |
A proposta do projeto surge frente à carência de iniciativas que combinem aprendizado técnico com fomento à expressão criativa e ao empreendedorismo local. Há uma lacuna clara de cursos relacionados a atividades artísticas e profissionalizantes gratuitas na região do Campus CBVZO.O projeto capacitará participantes em técnicas de impressão serigráfica e desenvolvimento de produtos, promovendo inclusão social, desenvolvimento artístico e socioeconômico na comunidade do IFRR e áreas circunvizinhas.Esta parceria com a comunidade local fortalecerá laços sociais e culturais, criando ambiente de troca de conhecimentos e experiências. Os beneficiários diretos (estudantes IFRR e membros da comunidade local) adquirirão novas habilidades que podem gerar oportunidades de renda e desenvolvimento artístico.A inclusão de alunos como colaboradores não só contribui para formação prática e desenvolvimento de habilidades acadêmicas (gestão de projeto, ensino, técnica), mas também os coloca como agentes ativos no desenvolvimento local. A participação dos alunos é fundamental para o sucesso, trazendo perspectivas e necessidades reais que enriquecem o aprendizado.Ao capacitar participantes na criação e comercialização de produtos serigráficos, o projeto contribui para desenvolvimento econômico local e valorização da cultura regional.A viabilidade é assegurada pelo alinhamento de recursos com as necessidades das atividades. Projetos similares demonstram sucesso quando há planejamento cuidadoso e execução estruturada. Os recursos cobrem aquisição de materiais essenciais e infraestrutura necessária. |
| CAM Dance: a prática de exercício aeróbico coreografado |
O Projeto de Extensão "CAM Dance: prática de exercícios aeróbicos coreografados" surgiu a partir de um contexto de sedentarismo, estresse e ansiedade vivenciados diariamente pelas pessoas em geral do Município de Amajari. Nesse sentido, é necessário a busca de meios que aliviassem essas tensões e que ao mesmo tempo favorecessem ao equilíbrio entre "mente e corpo". Além disso, sabe-se também que o Município de Amajari não oferece muitas opções de atividades físicas, sendo fundamentais iniciativas que promovam essas ações. Dessa maneira, a proposta deste projeto é trabalhar com a saúde física e mental a partir de exercícios aeróbicos que envolvam ritmos latinos (zumba), levando ao alívio do estresse diário, melhorando o condicionamento físico, além de promover a interação humana. O Projeto CAM Dance é desenvolvido para a comunidade externa, e neste caso, para os munícipes de Amajari-RR, que participarão das atividades de zumba semanalmente, de forma presencial, na sede Vila Brasil. Ressalta-se que este Projeto já foi executado em 7 (sete) edições dos Programas de Extensão do IFRR (2018, 2019, 2021, 2022, 2023, 2024 e 2025), e obteve aceitação e sucesso em suas edições, recebendo inclusive convites para participações em eventos do Município; ademais, alguns participantes da comunidade externa e alunos optaram por profissionalizar-se na área a partir do aprendizado desenvolvido neste Projeto, evidenciando que este projeto não somente beneficiou a saúde do corpo, mas também despertou e auxiliou na promoção de uma carreira profissional. |
Ana Maria Alves de Souza |
CAM |
Não selecionado |
2026-08-31T00:00:00 |
2026-11-19T00:00:00 |
A prática regular de atividades físicas é essencial para a promoção da saúde e para a prevenção de diversas doenças, como obesidade, hipertensão, diabetes e problemas cardiovasculares. No entanto, grande parte da população não possui acesso facilitado a espaços ou programas que incentivem a prática de exercícios físicos de forma gratuita e orientada.Nesse contexto, a zumba, modalidade de exercício aeróbico baseada em movimentos de dança e ritmos variados, apresenta-se como uma alternativa acessível, dinâmica e motivadora para promover a prática de atividade física. Além de contribuir para o condicionamento físico, essa atividade também favorece o bem-estar emocional, a socialização e a redução do estresse.Em outro aspecto, nota-se que no Município de Amajari-RR há poucas iniciativas para a prática de exercício físico, pois algumas iniciativas são pontuais em relação a eventos esportivos e/ou competições. Diante disso, são necessárias ações contínuas e/ou frequentes para promover uma rotina semanal ao munícipe amajariense, que por sua vez, o faça sentir um melhoramento físico, enxergando o benefício que a atividade física traz ao seu corpo.Diante disso, o Projeto "CAM Dance: promovendo a saúde física e mental" é uma iniciativa necessária para os munícipes de Amajari, pois é fato que os exercícios aeróbicos auxiliam, entre outras questões, na redução de doenças cardiorespiratórias, leva à queima de gordura, ajuda no ganho de massa muscular, fortalece a imunidade e melhora o humor. Menciona-se ainda que este projeto está incluso no objetivo ODS 2030, no qual busca-se assegurar uma vida saudável, além de promover o bem-estar para todos em qualquer idade, promovendo também a equidade de gênero e o empoderamento feminino. Assim, o presente projeto de extensão busca oferecer aulas de zumba para a comunidade, promovendo saúde, integração social e qualidade de vida. Ao mesmo tempo, a iniciativa contribui para a formação acadêmica e profissional do estudante extensionista, permitindo a aplicação prática de conhecimentos adquiridos em sua formação e o desenvolvimento de competências relacionadas à liderança, organização, planejamento e responsabilidade social.Ressalta-se que este projeto fortalece o vínculo entre instituição de ensino e comunidade, cumprindo o papel social da extensão acadêmica ao levar conhecimento e práticas que contribuem para o desenvolvimento humano e social. |